Um ano depois do primeiro caso, há 332 casos ativos e três concelhos sem casos no Oeste

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Passou um ano desde o primeiro caso positivo de covid-19 no Oeste. Já 22 mil pessoas foram infetadas, tendo mais de 21 mil recuperado

Já passou um ano desde o primeiro caso de covid no Oeste e, neste momento, há três concelhos sem casos ativos, são eles Óbidos, Bombarral e Cadaval.
Nestes 365 dias o coronavírus infetou 22.425 pessoas no conjunto dos doze concelhos do Oeste. Quer isto dizer que cerca de 6,2% da população já foi infetada (tendo como base os dados populacionais do Instituto Nacional de Estatística).
Destes 22.425 casos confirmados, um total de 21.371 recuperaram, o mesmo que dizer que 95% das pessoas recuperaram.
Entretanto, esta semana o novo coronavírus tirou a vida a mais quatro pessoas no Oeste, duas das quais nas Caldas (concelho que regista 133 óbitos). Desde o início da pandemia já faleceram 722 pessoas no Oeste, ou seja, tem uma taxa de letalidade (obtida com recurso aos números de casos confirmados e de óbitos) a rondar os 3,2%.
O pico no número de casos ativos no Oeste deu-se em finais de janeiro, com mais de 1.400 casos.


Análise semanal dos dados
Esta semana há 83 novos casos confirmados no Oeste, mas há uma grande descida nos ativos, com menos 114 do que os 446 que se registavam à data de fecho da última edição.
No município das Caldas há menos 27 ativos do que na última semana, sendo agora 63.
Esta semana 13 turmas do Agrupamento de Escolas Fernão do Pó foram mandados para casa e ficar em isolamento profilático, porque no programa de rastreios em massa nas creches e estabelecimentos de edução apareceram seis casos positivos.
Seguiram-se os testes PCR, que deram negativo para as seis pessoas, revogando as medidas anteriormente tomadas.
Novo centro de vacinação
Entretanto, o Município da Lourinhã, em parceria com a unidade local de saúde, está a instalar um Centro de Vacinação covid-19 (CVC), no pavilhão da Casa do Povo da Lourinhã.
A estrutura, solicitada pelo ACeS Oeste Sul, no âmbito das orientações emitidas pelo Ministério de Saúde, não tem ainda uma data prevista para o início de funcionamento, mas prevê-se um horário alargado durante toda a semana. Aquela nova unidade de vacinação, que custará ao município cerca de 15.000 euros, tem como principal objetivo garantir e acelerar o processo de vacinação contra a covid-19, tendo capacidade para cerca de 240 pessoas. ■