Artista caldense volta a expor aguarelas no Geo

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Países e cidades do mundo retratadas nas aguarelas

Verónica Caetano Botica está de regresso ao Geo para apresentar aguarelas dedicadas a países e a localidades da região e do mundo. A Geórgia, país de origem do proprietário pelo restaurante, está presente, tendo a artista retratado as suas montanhas, sem esquecer de referir a arquitetura, as montanhas do Cáucaso, as vinhas, a gastronomia e elementos etnográficos.
Também integra esta mostra, designada “Caminhos”, o retrato dos EUA, feito na altura dos protestos do movimento Black Lives Matter.
Para retratar Portugal, a artista pediu sugestões no seu Instagram e por isso para caraterizar o país está uma composição onde consta o Aqueduto das Águas Livres, os caretos, as sardinhas, grutas de Benagil, o elétrico, Coimbra, a Ponte 25 de Abril. E todos estes elementos surgem nas suas composições que são uma espécie de “confusão” organizada”, disse a autora.
Na mostra estão várias localidades da região: para Peniche, a aguarelista escolheu pintar a pesca, gaivotas, o forte, o farol, as ondas, redes, praias e o bordado de bilros.
Na composição dedicada a Óbidos consta o castelo, o bordado local e as janelas típicas. Para as Caldas, escolheu a Praça da Fruta, o Parque, os Pavilhões, a Lagoa, o bordado, Zé Povinho e elementos do Chafariz das Cinco Bicas.
“Além das cidades, também continuo a retratar rostos”, explicou a artista, que é também docente de artes num colégio na Marinha Grande. A autora vai expor, em breve, em Tavira e também em Leiria.
Segundo o chef Archil Shinjikashvili, as exposições no Geo terão continuidade pois “até já faz confusão não ter obras de arte nas paredes do restaurante”.
“Caminhos”, a mostra de Verónica Botica está patente, no Restaurante Geo, até dezembro. ■