Festival Impulso regressa em setembro e mais internacional

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Banda brasileira, que já venceu um Grammy Latino, deixou o CCC ao rubro

Após 14 concertos, o Impulso volta depois do verão com a parceria com DocLisboa e mais grupos internacionais

Os brasileiros Bala Desejo e os turcos Lalalar fecharam com chave de ouro a Season Impulso no passado sábado, 1 de julho, com casa cheia e com o público em pé a apreciar as atuações.
Ao todo foram 14 concertos do Festival Impulso que foram decorrendo mensalmente no CCC, com atuações de mais do que um grupo nas noites do Impulso.
Nuno Monteiro, o diretor do festival, considera que esta Season, em parceria com o CCC, “correu muito bem” e acabou por ser “uma forma de estender a realização do festival e de continuar a dar que falar em vários meses do ano”.
Do programa escolhidos, o também docente da ESAD.CR salientou as atuações de Garota Não e de Dino de Santiago como dois grandes momentos mas não esquece que um das missões do festival de música caldense – que já se firmou no panorama nacional dos festivais – é a aposta nos valores emergentes da música contemporânea. “Queremos continuar nessa senda, equilibrando as atuações com alguns concertos de grupos mais conhecidos”, explicou à Gazeta.
Depois do verão vai regressar a parceria com o Doc Lisboa que voltará a trazer às Caldas a exibição de filmes e debates que contarão com a presença dos realizadores. Segundo o responsável, seria importante o regresso do Festival ao Parque D. Carlos I.
“Estamos em negociação com a autarquia mas gostaríamos de regressar ao espaço verde…”, disse o responsável que não exclui a hipótese do Impulso ter um formato misto, de indoors no inverno sem contudo perder os concertos de verão e ao ar livre “com propostas mais leves e dançáveis”.
Esta Season permitiu ainda conhecer várias propostas musicais não só de alguns caldenses como de alunos e antigos alunos da ESAD.CR. Músicos a solo e DJ’s vieram ao CCC para dar a conhecer os seus projetos.
Um dos casos foi o de Raquel Pimpão, com o projeto Femme Falafel e que atualmente marca presença nos principais festivais de música do país.
Nuno Monteiro quer ainda reforçar as ligações entre o festival e escola de artes caldense e quer mais alunos de vários cursos a participar nesta iniciativa que já ganhou o seu espaço na agenda cultural da região nos últimos anos.■