Primeiro Impulso atraiu 300 pessoas ao CCC

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O grupo lisboeta Paus abriu com êxito esta nova fase do festival de música

Foi no sábado, 26 de junho, que o festival Impulso regressou aos palcos caldenses. Por causa da pandemia, a organização mudou o formato do evento que se realiza pelo segundo ano consecutivo e que, em 2022, vai ter um concerto por mês no CCC.
O grupo português Paus e o produtor Farwarmth foram os primeiros a atuar e esgotaram os 300 lugares do grande auditório do Centro Cultural local.
“Puxámos um pouco o palco sobre a plateia para criar um ambiente mais intimista”, disse Nuno Monteiro, o diretor do festival de música caldense e que é também docente na ESAD.
O recomeço do evento não podia ter decorrido melhor, atraindo público de todo o Oeste, muito dele com saudades das atuações ao vivo.

O Impulso aposta em concertos mensais até maio de 2022. Festival quer regressar ao Parque

O quarteto de Lisboa – que tem como elementos centrais duas baterias – veio às Caldas apresentar os novos temas que compõem o seu último álbum, Yess, que estão agora a apresentar em Portugal, após terem feito uma digressão por terras brasileiras.
Foi em S. Paulo que o grupo lisboeta viveu várias experiências colaborativas e que serviram de inspiração para este novo trabalho, que tem mote na percussão. Os Paus já celebraram a sua primeira década e possuem quatro discos, três EP’s e têm feito digressões em vários países. Em relação ao jovem produtor Farwarmth, este trouxe ao concerto de abertura “muita luz, ambiente e experimentação”, partilhou o responsável pelo Impulso.
O festival terá continuidade já no próximo dia 21 de julho com a atuação dos grupos First Breath After Coma (que são de Leiria) e ainda Guta (artista que se dedica à música experimental, pop e eletrónica). Os primeiros vão apresentar nas Caldas , tal como fizeram em Ílhavo, o álbum visual, “NU”, que ganhará vida num filme-concerto.
Apesar de ainda faltar perto de um mês, neste momento “já temos ,pelo menos, um terço da sala vendida”, rematou o diretor do evento, Nuno Monteiro.