Rita Taborda e Adolfo Luxúria Canibal seguem-se no Diga 33

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A escritora e o líder dos Mão Morta vão integrar o ciclo dedicado à poesia que tem lugar na sede do Teatro da Rainha

Uma poeta que escreve para a infância e um cantautor são os convidados do ciclo de poesia

O Ciclo de Poesia “Diga 33” vai recomeçar as sessões no próximo dia 20 de abril com Rita Taborda Duarte, a que se segue, uma semana depois, Adolfo Luxúria Canibal.
A primeira convidada, que se estreou na poesia em 1998 com “Poética Breve”, licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, e fez mestrado em Teoria da Literatura. Produziu crítica literária no Público e nas revistas Relâmpago e Colóquio-Letras.
Rita Taborda tem várias obras de literatura infantil, assim como de alguma ficção que se distribui por várias antologias.
Em 2007, em colaboração com o filósofo André Barata, publicou “Experiências Descritivas: Dos sentidos das coisas/Círculos”.
Entre as obras de poesia mais recentes da professora na Escola Superior de Comunicação Social contam-se “Roturas e Ligamentos” e “As Orelhas de Karenin”, ambas editadas pela

Autores convidados editaram livros de poesia recentemente e vão ao Teatro da RainhaAbysmo.

A 27 de abril será a vez de receber Adolfo Luxúria Canibal. Adolfo de Macedo (nome de baptismo) é advogado, músico e poeta. Conhecido principalmente como vocalista da banda Mão Morta, mantém há muito uma relação próxima com a literatura e que transporta para o universo musical.
É disso exemplo o espetáculo montado em torno da obra do dramaturgo alemão Heiner Müller, o qual resultou no álbum “Müller no Hotel Hessischer Hof” (1997), dos Mão Morta, ou ainda o livro-CD “Estilhaços e Cesariny” (2012), que mistura poemas seus com outros de Mário Cesariny.
Recentemente, este autor reuniu grande parte da sua produção poética no livro “No rasto dos duendes eléctricos (Poesia 1978-2018)”.
Adolfo Luxúria Canibal é, ainda, autor de ensaios nos domínios da música, da ecologia e não só, e alguma ficção. A conversa será, como é habitual, moderada por Henrique Fialho e está aberta à participação do público. Serão lidos poemas dos convidados, A lotação da sala é reduzida e as entradas são condicionadas aos lugares disponíveis. Os interessados têm que realizar reserva de lugar obrigatória, através do telf. 262 823 302 ou do telemóvel 966 186 871. ■