Jogos com Sporting e Benfica para… descansar

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Os caldenses estiveram muito limitados nas ações de rede

Nos encontros contra os “grandes” de Lisboa o Sp. Caldas teve jogos rápidos numa fase de grande desgaste

O calendário já é apertado, sobretudo para equipas com menos recursos, como o Sp. Caldas, e o período em que os caldenses estiveram em isolamento devido a um surto de covid-19 só veio agravar esse problema.
Foi nesse contexto, no qual os leões das Caldas têm 10 jogos para realizar no espaço de 20 dias, que a equipa de Frederico Casimiro recebeu o Sporting e se deslocou ao Pavilhão da Luz para defrontar o Benfica no passado fim de semana, com os jogos a terem desfechos rápidos a favor das equipas lisboetas.
No sábado os caldenses receberam o Sporting, 3º classificado da tabela da série dos primeiros.Os caldenses ainda dividiram os pontos no arranque do primeiro set, que chegou equilibrado à fasquia dos 10 pontos. Mas, a partir daí, o Sporting começou a fazer valer os argumentos e a tirar partido das dificuldades da formação caldense, que além de demonstrar não estar no seu melhor em termos físicos, ainda se encontrava limitada na utilização de jogadores importantes, como o central Humberto Silva.
Ausência que se demonstrava limitativa em termos ofensivos, mas sobretudo ao nível defensivo. De resto, ao longo de todo o encontro o Sporting beneficiou de muitos ataques à rede sem que os caldenses conseguissem esboçar uma defesa alta, o que não só facilitava a tarefa à formação de Lisboa, como dificultava a defensa baixa. Além da ausência, a questão física – os caldenses tinham jogado o acesso à final 8 da Taça de Portugal na quarta-feira – sentia-se igualmente na forma tardia como os caldenses respondiam em determinadas alturas do jogo. O Sporting fechou, assim, o encontro rapidamente, com 16-25, 15-25 e 14-25.
No domingo estas questões não melhoraram, logicamente, e o Benfica venceu em três sets, a 15, 11 e 17 pontos. ■