DL Ambientes com nova loja centraliza serviços

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Mudança trouxe centralização dos serviços e uma visibilidade de montra maior

Com nova loja ao lado da anterior, o grupo passa a ter toda a atividade centralizada na Avenida General Pedro Cardoso

A DL Ambientes abriu recentemente uma nova loja, na Avenida General Pedro Cardoso, nas Caldas, ao lado da loja que inaugurou no último ano, num prédio novo.
O novo espaço permite um alargamento da área expositiva e também a centralização dos serviços da empresa, que tinha uma loja na Foz do Arelho, aberta em 2022 e que optaram agora por encerrar.
Atualmente, somando os dois espaços que se localizam lado a lado, no mesmo edifício, contam com 200 metros quadrados de área expositiva coberta aos quais acrescem 110 metros quadrados nos terraços das respetivas lojas, que são uma mais-valia para a exposição de mobiliário de exterior, que tem sido, nos últimos anos, uma aposta forte por parte da DL Ambientes.
Com esta reorganização, decidiram também remodelar a loja que abriram no último ano, criando dois conceitos distintos. Se na loja 5B (que abriu no último ano) se explora uma linha de materiais naturais e ligada à praia e férias, na nova loja (5A) procuram responder a uma procura mais urbana e contemporânea, focando-se por exemplo, nos metais e vidros.
“Aqui conseguimos projetar a marca de uma forma diferente”, frisa o responsável, Ricardo Marques.
As grandes montras envidraçadas da nova loja dão uma visibilidade grande do exterior e permitem uma luz natural no interior.
“Estamos numa zona muito central, numa artéria movimentada da cidade que, além dos nossos clientes, possibilita ter aquilo que não tivemos em nenhuma das lojas, que é uma boa visibilidade em termos de montra”, que lhes permite atingir outro tipo de público, que possa desconhecer a marca.
Outros benefícios desta mudança passam pela possibilidade de criar um atelier para desenvolver os projetos e ainda um gabinete direcionado para as reuniões com os clientes, fornecedores e outros.

A empresa tem atualmente nove postos de trabalho, sendo que as designers vêm do curso de Design de Espaços da ESAD

Na nova loja (que é a maior em área) destaca-se, por exemplo, uma instalação da ceramista Bolota, num ambiente de quarto. “Vamos continuar a apostar muito nos trabalhos de marcas portuguesas e, em particular, de artistas da região, como o Laboratório de Histórias, Pedro Almeida, Mário Reis, Sá Nogueira ou da Bordallo Pinheiro”, exemplifica o empresário.
“Não somos uma loja de ter e vender muitos objetos pequenos de decoração, mas gostamos de apostar em peças de decoração diferenciadas e se forem da cidade, melhor ainda”, realça Ricardo Marques.
Entre as novidades da empresa está o serviço de “home staging”, que têm vindo a desenvolver nos últimos tempos para responder à procura existente.
Basicamente, tratam-se de projetos de decoração ligeira de casas que são pedidos à empresa por imobiliárias, construtoras, investidores ou clientes particulares, que pretendem vender um determinado imóvel e que procuram, desta forma, valorizá-lo.
A DL Ambientes emprega atualmente nove pessoas e tem a decorrer um estágio do curso de Design de Espaços da ESAD (anteriormente chamado de Design de Ambientes). “É habitual acontecer. As designers da nossa equipa vieram todas desse curso”, conta.

Empresa fundada em 1978
Ricardo Marques afirma ainda que continuam “a ser a empresa familiar” que foi fundada em 1978 como Decorações Lina, mas agora “com muita experiência de mercado”.
Mantém-se desde a origem da empresa o motivo que a fez existir, a aposta forte nos têxteis e complementos, onde têm confeção própria. Cortinados, almofadas e mantas são exemplos. A vertente do comércio de imobiliário e o desenvolvimento de projetos, que são imagens de marca da empresa atualmente, vieram depois.
A DL Ambientes trabalha com o mercado nacional (com projetos em todo o país), mas também com os estrangeiros que residem nesta região e que procuram, cada vez mais, os serviços da empresa.
E há diferenças: enquanto que o público estrangeiro procura mais o projeto chave na mão, o público nacional estabelece uma relação quase de consultoria de decoração, num processo mais progressivo, que vai ocorrendo à medida das vontades e necessidades.
Tal explica-se, por um lado, com as diferenças no poder de compra, mas, por outro, pela proximidade física. ■