Leisure Launch atrai investimento

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A Immo Portugal, em São Martinho do Porto, é uma das mais recentes marcas dentro do grupo empresarial

Grupo empresarial sediado em São Martinho do Porto congrega um conjunto de serviços de apoio a quem procura investir, visitar ou viver em Portugal

O Grupo Leisure Launch é um dos principais grupos empresariais da freguesia de São Martinho do Porto. Composto por várias empresas, o grupo presta serviços que visam facilitar a vida de quem quer investir, visitar ou viver em Portugal, direcionados para o ramo imobiliário e áreas complementares.
“Um cliente que quer comprar casa em Portugal é acompanhado em todas as fases do processo”, salienta Luis Cardoso, diretor de operações do grupo imobiliário. O grupo económico dispões de soluções desde e compra de imóveis, com as empresas Portugal Realty e Immo Portugal, ou a construção, através da Presprop, a decoração e mobiliário, com a Portugal Interiors. O grupo está ainda vocacionado para a gestão de propriedades, com a SCH Solutions e para o apoio contabilístico e fiscal, com a Portugal Accounting. A empresa SCH Casas de Férias está vocacionada para o aluguer de casas de férias.
Luís Cardoso realça que o facto de ter todos estes serviços dentro do mesmo grupo “facilita o processo e dá confiança aos nossos clientes internacionais”, que são a maioria da carteira de clientes da empresa.

Grupo foca atividade na Costa de Prata, onde os clientes internacionais procuram sobretudo qualidade de vida

O grupo nasceu da experiência pessoal do fundador e atual CEO, Davide Patrício, que quando chegou a Portugal se deparou com desafios que se colocam de forma transversal aos investidores estrangeiros, “a começar pelas barreiras linguísticas e culturais”, ou “o desconhecimento do processo burocrático”, refere Luís Cardoso, acrescentando que o crescimento do grupo de empresas foi “um passo natural, para dar uma resposta profissional às necessidades dos nossos clientes”.
A operação do grupo está focada na Costa de Prata, “que está a crescer cada vez mais”, refere Luís Cardoso, “mas sem perder aquilo que torna as nossas vilas e aldeias genuínas”. Quem procura a região não pretende uma zona de turismo massificado. “São clientes que adoram ir à praça da fruta ou ao mercado do peixe, que valorizam o comércio tradicional e os restaurantes típicos”, refere Luís Cardoso. O grupo tem igualmente atividade no Algarve e noutras regiões do país, mas sempre “onde é possível proporcionar aos nossos clientes não apenas imóveis de qualidade, mas um estilo de vida imbatível”.
Quanto às principais nacionalidades dos seus clientes, Luís Cardoso fala de uma mudança de paradigma. Se no início deste século o mercado britânico dominava, nos últimos anos tem mudado bastante. “Portugal tem sabido atrair investidores de novos mercados”, nomeadamente da Bélgica, Holanda e Suécia, “que procuram um estilo de vista com um custo mais acessível”, além das condições que o país Portugal oferece aos residentes estrangeiros, realça Luís Cardoso, que nota também crescimento de clientes do continente norte-americano.

Luís Cardoso, diretor de operações do grupo imobiliário

O processo do Brexit “teve um enorme impacto” na procura por parte de clientes britânicos, mas o grupo Leisure Launch foi-se preparando para solucionar esse problema. Já a pandemia atacou de surpresa. No entanto, o diretor de operação da Leisure Launch realça que as empresas do ramo imobiliário com uma estrutura sólida “não só conseguiram rapidamente adaptar-se, como também inovar e crescer”. Luís Cardoso realça a importância do conhecimento da língua e da cultura dos mercados que mais têm crescido e a manutenção das estruturas locais, “que nos dá a proximidade necessária para sermos especialistas nas regiões onde as nossas empresas atuam”. “Nos nossos escritórios fala-se inglês, flamengo, neerlandês, francês e português, e os nossos clientes valorizam isso”, sublinha.
Atualmente, o grupo conta com mais de 30 colaboradores diretos e Luís Cardoso destaca a ligação “muito próxima” com a comunidade local. “A nossas equipas em São Martinho do Porto, por exemplo, são naturais da região ou residem cá com as suas famílias”, afirma, acrescentando que “é um privilégio podermos contribuir para o desenvolvimento económico e empresarial da região”.