Pandemia prejudica enoturismo

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Com a pandemia, projetos de enoturismo na região que acabaram por ser prejudicados, num nicho que estava em franco crescimento. Alguns deles, como é o caso de Vinhos Cortém, está mesmo parado, não recebendo turistas há meses.
Christopher Price, que criou o projeto em 2004, juntamente com a esposa, Helga, conta que optaram por esta solução por questões de saúde. Aquela quinta, situada nos Vidais, recebe anualmente muitos visitantes, grande parte deles estrangeiros, sobretudo oriundos da Suécia, Bélgica e também Inglaterra, que demonstram “muito entusiasmo” pelo vinho e nosso espaço, “sobretudo quando percebem que não se trata de uma grande adega e que permite uma experiência intimista”. O casal tem perto de cinco hectares de vinha onde produz vinho de forma biológica.
Também na Quinta do Sanguinhal sem sentem os impactos da covid-19. “Temos um projeto de enoturismo desde há vários anos”, refere Carlos Pereira da Fonseca, sócio-gerente da Companhia Agrícola do Sanguinhal, dando conta do investimento feito na Quinta do Sanguinhal, que no ano passado ganhou mais peças em exposição e foi feita a classificação do espólio. “Tínhamos muitos grupos de estrangeiros, que vinham fazer provas e desfrutar da quinta e da região, mas a pandemia trocou-nos as voltas e, no ano passado, a atividade ficou residual em relação ao que tínhamos”, sublinha. ■