Dois ministros no Bombarral para lançar programa de estágios para a Administração Local

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Os governantes vieram anunciar estágios para 2100 jovens em diversas instituições públicas, nomeadamente nas autarquias. | F.F.

Os ministros da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e do Planeamento, Nelson de Souza, estiveram no passado dia 3 no Bombarral para presidir à cerimónia de lançamento da 6ª edição do PEPAL – Programa de Estágios Profissionais para a Administração Local. A iniciativa, que decorreu no Teatro Eduardo Brazão, contou ainda com a participação dos secretários de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, e do Desenvolvimento Regional, Maria do Céu Albuquerque, juntamente com autarcas de vários pontos do país.
Nesta fase da sexta edição do PEPAL são lançados 2100 estágios, que se destinam a jovens desempregados até aos 30 anos, ou 35 se portadores de deficiência ou com incapacidade. Todos devem ser detentores de licenciatura ou de cursos técnicos superiores profissionais ou técnicos profissionais. Os estágios podem ser promovidos por municípios, freguesias, áreas metropolitanas, comunidades intermunicipais, empresas locais e associações públicas de municípios e de freguesias, e são co-financiáveis pelo Fundo Social Europeu através dos Programas Operacionais Regionais, em 18,5 milhões de euros.
De acordo com o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, este é o programa de qualificação de pessoas nas autarquias locais de maior dimensão já realizado, superando as edições anteriores. “São mais de 18,5 milhões de investimento de Fundos Europeus, que permitirá mobilizar 2100 jovens quadros para as nossas freguesias e para os nossos municípios”, referiu o governante, citado em nota de imprensa da autarquia do Bombarral.
Eduardo Cabrita destacou ainda que esta medida “não visa criar emprego fácil”, mas sim promover a qualificação nas novas áreas abrangidas no processo de descentralização.
Já o ministro do Planeamento, Nelson de Souza, falou sobre os fundos comunitários, salientando que uma fatia significativa dos recursos do Portugal 2020 “está nas mãos de quem está perto das populações e dos problemas que nós queremos resolver”.