“A Praça da Fruta” do século XXI

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Os caldenses puderam assistir na passada semana à apresentação no CCC do estudo sobre as metodologias na seleção da localização do Hospital do Oeste. Em cima da hora de uma prometida decisão, demonstra as insuficiências do apressado estudo encomendado pela CIMOeste.
Mas os mesmos caldenses irão provavelmente reagir da mesma forma à incapacidade dos responsáveis locais para enfrentar o problema que ocorrerá a prazo com o funcionamento diário da “Praça da Fruta”, face às sucessivas deficiências que se vão juntando progressivamente, podendo pôr em causa aquele mercado.
Certamente com a inevitabilidade de continuar com a mesma periodicidade, iremos progressivamente ver abandonado o mesmo pelos vendedores em alguns dias da semana, restando os dias de maior movimento e atração de clientes, os sábados, provavelmente.
Era tempo de estudar o problema e evitar novos passos em falso, como a última reestruturação, que se conclui agora da sua pouca eficácia, especialmente por incapacidade de resolução das questões como a falta de comodidade para os vendedores e compradores, nos dias mais inclementes, a inoperacionalidade das bancas “desmontáveis” e o próprio estacionamento.
No passado sábado percorremos o mercado caldense, e assistimos a uma demonstração de qualidade, vivacidade, ambiente e até aquele aroma convidativo de produtos frescos naturais. Igualmente neste dia surgem produções biológicas e de pequenos produtores locais. Mas na maioria dos restantes dias da semana sente-se um aspeto desolador de fim de festa… É urgente pensar como regenerar aquele mercado e fazer “todos os dias sábado”! ■