Câmara apresenta alterações em Janeiro

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Depois de a 2 de Novembro ouvir vários envolvidos e interessados no Orçamento Participativo, a autarquia ficou de sugerir um novo regulamento a 15 de Janeiro. Melhorar a divulgação tanto da ferramenta como dos projectos já executados, criar um sistema de votação nas Juntas e possibilitar o voto por SMS são algumas dos possíveis alterações.
As cerca de 15 pessoas que participaram sugeriram ainda que seria importante definir o que fazer à verba remanescente, aumentar o tamanho dos boletins de voto e a letra dos mesmos. Não acumular assembleias nos mesmos dias, cumprir a calendarização e ‘obrigar’ os proponentes a defender o seu projecto e a discutir as melhorias foram mais sugestões da reunião.
Surgiu ainda a ideia de enviar o próprio boletim de voto nos jornais, que só poderia ser validado com o cartão de cidadão.
A possibilidade de alterar o modelo para criar sessões participativas não foi descartado e a votação presencial deverá decorrer durante todo o dia, num local movimentado da cidade.
Os interessados sugeriram que fossem trocados os dois bonecos do logótipo, por duas mascotes que fossem às escolas explicar o que é o Orçamento Participativo e que fosse criado um repositório de ideias. Em aberto está também a possibilidade de fixar um tecto por projecto.
O vereador responsável pela ferramenta, Hugo Oliveira, assumiu a sua responsabilidade e explicou que os três pontos que haviam ficado por contar na votação presencial eram na ampliação do Parque da Encosta e que, portanto, não tinham influência no resultado final. Quanto à falta de um voto na votação online disse que a empresa Libertrium, que gere a plataforma, ainda não sabe explicar o sucedido. Em esclarecimento enviado no mesmo dia a autarquia refere ter sido informada pela empresa de que “pode ter sido possível uma validação apenas com 5 pontos (2 votos) ou pode estar relacionado com um problema de sincronismo entre o registo dos pontos na base de dados e a contabilização dos mesmo no frontend da plataforma”.