Alunos da ESAD fazem rebranding das ONG

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Os estudantes numa visita à exposição de cinema do piso térreo do Museu de Ciclismo

Estudantes do mestrado de Design Gráfico estão atualmente a trabalhar com seis instituições da cidade termal

Os estudantes do mestrado de Design Gráfico da ESAD estão atualmente a trabalhar para apresentarem sugestões de rebrandings para as associações comunitárias e organizações não-governamentais da cidade das Caldas.

“O projeto tem início com o desafio: “Qual o contributo do Design Gráfico na sensibilização sobre os desafios sociais e comunitários?” e visa promover a perceção da comunidade para uma realidade existente”, explica a docente Sílvia Pinto.

“A partir deste mote, os estudantes realizaram as suas pesquisas sobre a área que seria o foco da sua intervenção, ou seja, a cidade das Caldas da Rainha”, esclareceu a docente. E, dessa forma, “deram início ao trabalho de campo, com o propósito de identificar os agentes envolvidos em projetos comunitários e conhecer quais as estratégias, ao nível da comunicação, que tinham ao seu dispor”.

Nesse percurso, foram identificadas diversas associações comunitárias e ONG, “que após a exposição do projeto se prontificaram a colaborar” com o mesmo.

“Os projetos serão materializados de acordo com os conhecimentos teóricos e práticos do design e serão aplicados às causas da CRAPAA, da Rede Leonardo, do Coração com Vida, Joaquim Sá, da ReFood e do MVC”, contou Sílvia Pinto à Gazeta das Caldas.

O projeto envolve um total de 23 estudantes do primeiro ano do mestrado de Design Gráfico da Escola Superior de Artes e Design das Caldas, seis dos quais estrangeiros e com diferentes origens: Equador, Marrocos, Bulgária, Estados Unidos da América, Índia e Egipto.

Atualmente “os grupos já se encontram a desenvolver trabalho, optando por diversas soluções gráficas para os materiais que estão a criar, designadamente, posters de sensibilização, sugestões de rebranding para as associações e novas formas das ONG comunicarem e criarem ligações mais próximas com a comunidade”.

Segundo Sílvia Pinto, “há muita cor, ilustração, tipografia” e “os discursos são essencialmente de sensibilização pela positiva, resultando numa exposição coletiva, que reflete o trabalho de investigação de designers, que se propuseram a participar mais ativamente na comunidade”.

O resultado destes trabalhos será depois apresentado e exposto ao público (dentro de cerca de um mês), no Céu de Vidro do Parque D. Carlos I. ■