Colisão entre veículo ligeiro e ambulância provoca cinco feridos

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Na tarde de 17 de Janeiro (quinta-feira) uma colisão entre um veículo ligeiro de passageiros e uma ambulância dos Bombeiros Voluntários das Caldas que seguia em marcha de socorro provocou cinco feridos, três dos quais eram bombeiros que ficaram com ferimentos ligeiros. No carro seguiam duas pessoas: uma mulher de 47 anos que ficou em estado grave e o seu filho, de 12 anos, que sofreu ferimentos ligeiros. Os feridos foram transportados para o Hospital das Caldas.
O acidente ocorreu na Estrada Nacional 114, no Imaginário. A ambulância saiu da estrada e embateu no muro de uma habitação, que ficou destruído.
A colisão ocorreu às 13h55, quando a ambulância se deslocava para os Vidais.
Poucos dias depois, a 21 de Janeiro, logo pelas 8h45, um ligeiro de passageiros despistou-se em Barrantes e caiu por uma ravina com cerca de 12 metros. A condutora, de 39 anos, era a única tripulante do veículo e sofreu ferimentos ligeiros.

Detido com aves proibidas

Antes, a 16 de Janeiro, o Núcleo de Protecção do Ambiente de Caldas da Rainha (SEPNA da GNR) identificou um homem de 64 anos por detenção de uma ave de espécie cinegética e uma ave exótica em cativeiro.
As forças militares identificaram a existência das aves numa acção de patrulhamento e elaboraram os respectivos autos de contraordenação. A detenção de espécies cinegéticas em cativeiro é punível com uma coima no valor máximo de 5924 euros. Já a detenção de espécies exóticas sem a declaração ou registo da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção (CITES) é punível até 100 mil euros.
A ave da espécie cinegética foi libertada no seu habitat natural e o exemplar da espécie exótica foi apreendida.

Homem de 70 anos detido por violência doméstica

Um homem de 70 anos foi detido pela GNR em Óbidos por violência doméstica agravada. A detenção ocorreu a 14 de Janeiro, quando o suspeito apontou uma pistola à mulher, que tinha a filha ao colo. Segundo o Correio da Manhã, “de seguida empunhou um pau e desferiu uma pancada violenta no corpo da vítima”, sendo que “as agressões só terminaram com a intervenção de vizinhos que chamaram a GNR”.
A situação de violência doméstica já não seria recente, o que teria levado a vítima a sair de casa em Outubro. Só que o suspeito continuou a persegui-la e a agredi-la. Segundo o CM, o homem agrediu-a “por diversas vezes, com bofetadas, murros e empurrões e exigindo manter relações sexuais contra a vontade da vítima”.