Décima edição do Oeste Lusitano anima o Parque de 19 a 21 de maio

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A apresentação do evento com responsáveis da ACPSLO e das autarquias envolvidas

Evento terá mais atividades para as famílias e para os aficionados

O Oeste Lusitano regressa de 19 a 21 de maio ao Parque D. Carlos I, para a décima edição deste evento que já conquistou o seu espaço tanto a nível local, como nacional.
A edição deste ano foi apresentada no passado dia 9, no Cais do Parque, e promete um picadeiro principal mais dedicado aos aficionados, mas também um Oeste Lusitano muito direcionado para as famílias, com a avenida principal do Parque a receber mais atividades para um público menos familiarizado com os cavalos.
Também o programa, “estará muito desenhado para a família, para a pessoa que percebe pouco de cavalos, mas que gosta de vir ao nosso evento”, realça Jorge Magalhães, da Associação de Criadores de Puro Sangue Lusitano do Oeste (ACPSLO).
O certame inaugura pelas 11 horas de sexta-feira, 19 de maio, e tem atividades logo ao longo do primeiro dia a envolver as escolas. E esse primeiro o dia encerra com um espetáculo noturno, mantendo a receita do ano passado.
Uma das principais novidades passa pela presença de “convidados estrangeiros, com demonstrações com cavalos, burros, lobos, falcões, em liberdade, durante os 3 dias, incluindo no espetáculo da noite”, adiantou Jorge Magalhães.
Apesar de estar centrado no cavalo, o certame mantém a aposta em ser uma mostra das Caldas da Rainha, chamando a participar todas as associações, escolas e artesãos.
Ao nível da competição, haverá o tradicional concurso de modelos de andamentos, que ocupará uma grande parte do programa do picadeiro principal. O concurso de saltos e de ensino continuam a ser aposta forte da organização, com o picadeiro no estacionamento da Parada, e há ainda lugar a uma poule de equitação de trabalho, que decorrerá como um concurso oficial, mas não pode contar para o ranking, uma vez que o picadeiro não tem as medidas mínimas.
Aposta são, igualmente, as largadas de touros. A organização pretendia levar esta vertente para as ruas da cidade, mas vai, por enquanto, manter-se no Parque. “É uma tradição muito antiga nas Caldas e criaria raízes de público para anos vindouros”, realçou Pedro Columbano, presidente da ACPSLO. Mas esta alteração não foi aprovada pelo município.
O evento vai envolver cerca de 250 cavalos, entre os concursos e a exposição, e terá 76 stands. ■