Programa com três concertos em três dias foi elogiado, mas mau tempo não colaborou

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Dino D’Santiago atuou na noite de 14 de maio

Três concertos (nas noites de 13, 14 e 15) ao invés de um foi a grande novidade deste ano

Este ano as comemorações do Feriado Municipal contavam com três concertos em três dias, um formato diferente que teve início com a atuação da Orquestra Ligeira do Exército na noite de 13 de maio, na Praça 25 de abril, que no dia seguinte recebeu Dino D’Santiago, na tradicional festa da cidade, com grande afluência (apesar do frio) e muito convívio, tão típico desta data em que os caldenses se encontram.
Dino D’Santiago trouxe os ritmos africanos, com mensagens interessantes, por exemplo, ao nível da discriminação e da igualdade, mas também da Liberdade, no ano em que se comemora o cinquentenário do 25 de abril. Essa foi, aliás, a temática comum aos três concertos.
No dia 15 atuou FF com a BCI – que já tinham atuado juntos uma vez na Frutos, no parque. “Estou muito feliz de voltar a atuar com estes músicos brilhantes que me recebem e acolhem sempre tão bem”, disse FF, que apresentou um concerto totalmente em português.
O presidente da Câmara, Vítor Marques, disse que o objetivo era “satisfazer vários públicos e enaltecer as festas da cidade”. Outra missão é promover artistas locais. A autarquia investiu 21 mil euros no concerto de Dino D’Santiago, 9500 euros no de FF e BCI, 1350 euros no dos artistas locais e 27500 euros na produção e audiovisuais. Acrescem 10500 euros para o fogo de artifício.

A caldense Maria Silva assistiu aos três concertos e elogiou este novo formato. “Achei bem, tivemos uma festa bonita!”, resumiu. “No primeiro dia gostei muito da atuação, mas não gostei do atraso no início. Ontem gostei, mas não conseguia cantar, porque não percebo criolo e fiquei muito atrás e hoje foi fantástico. Gostei deste formato e do fogo de artifício, combinado com a música. Gosto de participar nas comemorações, este ano não consegui ir às medalhas, mas fui à homenagem à Rainha e à visita ao Hospital Termal e acho que estava muita gente”. ■