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Deixou-nos o amigo Luís Filipe de Figueiredo

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Deixou-nos, há dias, o amigo Luís Filipe de Figueiredo.

Faleceu, com 87 anos, s.e., em Faro, onde residia e exercia a profissão de advogado, Luís Filipe Rodrigues de Figueiredo. Caldense de naturalidade; sendo agrónomo, de primeira atividade, bancário e finalmente, decorridos alguns anos – cursando direito – foi jurista.

Meu amigo pessoal, talvez o primeiro, casou com a sra. Dr.ª Inês, Professora do Colégio Ramalho Ortigão, com família na capital algarvia, onde possuía um estabelecimento hoteleiro. Mudou-se para lá e iniciou a sua nova e definitiva profissão – advogado.
Raramente voltou à terra natal.

Filantropo – organizou um conjunto de aulas noturnas no C C C – Conjunto Cénico Caldense, para que vários associados pudessem aceder ao 5.º ano liceal.

Era filho de Filinto Elísio de Sousa Figueiredo: funcionário da Firma F. A. Caiado; poeta e escritor de méritos firmados – autor de textos e versos, para várias revistas teatrais de costumes locais, aí pela primeira metade do século passado.

Face à sua importante intervenção na vida cultural local, a Câmara Municipal deliberou atribuir-lhe nome de rua. Porém, por desconhecimento dos executantes, na placa toponímica ficou gravado FILINTO ELÍSIO. Ora, não era este notável poeta árcade (de seu nome – P.e Francisco Manuel do Nascimento (1734-1819) que se pretendia homenagear – mas sim FILINTO DE FIGUEIREDO.

Grato, pela publicação.

Mário Tavares

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Edição #5625

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