Categoria: Emprego e Classificados Caldas da Rainha

Siga aqui os últimos anúncios e notícias sobre formação, emprego e classificados na região Oeste, Caldas da Rainha, Óbidos, Alcobaça.

  • Multitempo recruta nas Caldas

    Multitempo recruta nas Caldas

    empresa de recursos humanos Multitempo está a recrutar na área de produção industrial, para a função de Operadores de Produção, para uma unidade industrial nas Caldas da Rainha. A empresa vai abrir 100 vagas.

    “Os requisitos necessários incluem a escolaridade mínima de 9º ano, disponibilidade de horário para trabalhar em regime de turnos rotativosidealmente meio de transporte próprio e experiência profissional em fábrica”, explicou a Multitempo. As funções dos candidatos escolhidos passam por acompanhamento da linha de produção, montagem do produto final, preparação e arrumação de peças. 

    O recrutamento irá ser feito num Open Day Virtual no dia 14 de abril. As inscrições devem ser feitas através de um formulário online (https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfdUBWS47-nQ4GI0r7V6zEpNXvMmLLNh26Cn-fK8oOy6goTQQ/viewform).

    As equipas técnicas farão a seleção e marcação de entrevistas, respondendo a todas as questões sobre as funções e garantindo todo o acompanhamento e formação aos candidatos selecionados para este projeto. 

     

  • CLDS 4G das Caldas organiza Semana do Emprego Online

    CLDS 4G das Caldas organiza Semana do Emprego Online

    O CLDS 4G, da Santa Casa da Misericórdia das Caldas da Rainha, está a preparar uma semana dedicado ao emprego, intitulada I Semana do Emprego Online. Esta iniciativa, integrada no Eixo 1- Emprego, Formação e Qualificação, realiza-se de 5 a 9 de abril em formato online, numa plataforma ainda a definir pela organização.

    Este projeto, que tem como público-alvo pessoas em situação de desemprego ou que pretendem arranjar 1.º emprego/estágio profissional, visa juntar quem procura e quem oferece emprego, qualificação ou qualquer tipo de formação numa sessão aberta, oferecendo atividades temáticas e workshops.

    A Semana tem inscrições gratuitas, mas obrigatórias, para o email clds.conferencias@gmail.com e contará com a presença empresas do concelho, entidades formadoras e muito mais.

  • Multitempo recruta 70 operadores  de produção  para trabalhar na Schaeffler

    Multitempo recruta 70 operadores de produção para trabalhar na Schaeffler

    Vagas destinam-se à área da produção de peças para a indústria automóvel e ficam como retaguarda para possível reforço de produção

    A Multitempo, empresa de trabalho temporário sedeada em Lisboa, está a recrutar para a Schaeffler Portugal, a antiga ROL, que opera nas Caldas da Rainha nas instalações situadas na Estrada do Lavradio.
    A empresa anunciou, na semana passada, que tem abertas candidaturas para 70 vagas de operador de produção para a área automóvel.
    Os candidatos interessados em participar no recrutamento devem ter o 9º ano de escolaridade, disponibilidade para trabalhar em regime de turnos rotativos e experiência profissional em fábrica, robustez física, além de ser dada preferência aos candidatos que dispõem de meio de transporte próprio. O anúncio refere ainda a possibilidade de integração na Schaeffler Portugal.
    As funções serão de acompanhamento da linha de produção, montagem do produto final, preparação e arrumação de peças.
    Devido ao confinamento e medidas de circulação mais restritivas em vigor, o processo de recrutamento decorre online. Os candidatos selecionados terão acompanhamento e formação adequada às funções através da Multitempo, esclarece a empresa, em comunicado.
    A Schaeffler Portugal confirmou à Gazeta das Caldas que está a coleborar com a Multitempo, mas adiantou que não há um número específico de trabalhadores para entrar em operação. O processo de recrutamento visa “estarmos preparados para adaptar a nossa produção a cenários de flutuação”, refere a Schaffler Portugal, acrescentando que “a nossa colaboração não inclui um número específico de candidatos nem projetos específicos”. Isto signifca que a Multitempo terá em stand by um número de trabalhadores para o caso de ser necessário reforçar as fileiras da empresa caldense.
    De resto, acrescenta a empresa, “este é um procedimento comum a ser preparado para possíveis aumentos no volume de produção”.
    O grupo alemão Schaeffler é uma referência mundial em componentes para aplicações de motor, transmissão e chassis, bem como pela sua vasta gama de rolamentos para um grande número de aplicações industriais.
    Em 2019, a Schaeffler Portugal, Unipessoal Lda apresentou um volume de vendas de 66,6 milhões de euros, sendo a segunda maior empresa das Caldas da Rainha, apenas superada pela Auto Júlio SA, com 114,5 milhões de euros.■

  • Procura emprego ou quer mudar de área? A Master D tem cursos online ao seu ritmo

    Procura emprego ou quer mudar de área? A Master D tem cursos online ao seu ritmo

    Numa altura de mudanças e de novas decisões, encontrar uma nova profissão ou reciclar conhecimentos na área de trabalho pode ser a solução para a situação profissional de muitos. E se juntarmos o facto de não precisar de sair de casa para ter acesso a formação de qualidade, melhor ainda.

    A procura de cursos online, como é o caso do curso de formação de Marketing Digital, é cada vez maior. Hoje em dia as empresas não podem mesmo deixar de lado o digital se querem chegar aos seus clientes e, por consequência, a procura destes profissionais aumentou exponencialmente. Por outro lado, esta é uma área onde pode ter o seu próprio negócio.

    Na Master D muitas são as formações que permitem que tenha o seu próprio negócio, como é o caso do curso de Tosquia e Grooming, o curso de Gestão Agrícola ou o curso de Fotografia, e estes são só alguns exemplos. A oferta formativa da Master D tem mais de 30 cursos em várias áreas e podem mesmo ajudá-lo a potenciar a sua vida profissional.

     

    Cursos online: as vantagens de aprender sem sair de casa

    O Campus Virtual, a plataforma de estudos da Master D, permite que cada um estude ao seu ritmo e sem pressa de aprender mas sempre com o mesmo rigor.

    No início do curso, e em conjunto com o Coach Pedagógico, é definido o plano de estudos que mais se ajusta a si e às suas necessidades, para que possa conciliar com o seu emprego ou quaisquer outras atividades do seu dia a dia.

    A metodologia é única e inovadora e chama-se P8.10. Este nome deve-se a um dos objetivos principais deste centro de formação: que os formandos consigam resultados acima dos 80%. Quanto melhor preparados forem para o mercado de trabalho, maiores são as hipóteses de sucesso.

    Estudar a partir de casa é cada vez mais uma solução e tem realmente muitas vantagens. Os cursos online da Master D são igualmente certificados e basta ter acesso à internet para ter acesso aos conteúdos da formação. A distância do centro formativo não impede o contacto com a equipa docente, feito através da plataforma de estudos ou telefone, e tem sempre todo o apoio para que mantenha o foco nos objetivos a que se propôs.

    Webinares, workshops e sessões de esclarecimento são também recursos utilizados pela Master D para que a preparação seja de excelência.

     

    As opiniões positivas de quem já estudou com a Master D

    Para este centro formativo, a opinião de cada formando conta muito. Saber como correu o percurso dos formandos é muito importante para manter a qualidade do serviço e dos cursos oferecidos.

    “Decidi tirar o meu terceiro curso nesta vertente da Tosquia e do Grooming porque quero abrir o meu próprio negócio, esse foi um dos pontos principais”, afirma. Margarida Marrão licenciou-se em Arquitetura mas a área dos cuidados animais sempre foi uma paixão e inscreveu-se no Curso de Tosquia e Grooming com o objetivo de ter o seu negócio.

    O facto de poder estudar a partir de casa através da plataforma de estudos exclusiva da Master D não foi um problema para Margarida Marrão : “Fiz o meu curso muito a partir de casa como todos os formandos e abri um mini spa de cães em casa para conseguir praticar.”

    Dinis Carvalho, Licenciado em Bioengenharia, optou pela área técnica e inscreveu-se no curso de Reparador de Equipamento Médico e Hospitalar. As profissões ligadas à saúde são cada vez mais procuradas: “Cerca de 6 ou 7 meses após o início do curso, nem sequer ainda o tinha terminado, surgiu uma oportunidade à qual me candidatei”, contou-nos.

    A possibilidade de poder estudar ao seu ritmo é uma das características que destaca Dinis Pires, agricultor há vários anos: “Sou agricultor a tempo parcial há 20 anos e tenho aprendido imenso no campo mas o que estou a aprender convosco é fundamental. Nunca tinha encontrado um sistema pedagógico tão bem estruturado”, revelou-nos.

    Acesso a Bolsa de Estágios e Bolsa de Emprego exclusiva a formandos é outra das vantagens que a Master D proporciona e pode ser uma grande ajuda para quem pretende entrar no mercado de trabalho.

    Escolher o curso é mesmo a tarefa mais difícil porque, no resto, a Master D dá todo o apoio para que todas as metas sejam alcançadas.

  • Workshops com diversos temas na Foz do Arelho

    Estão a decorrer workshops de patchwork, maquilhagem, escrita criativa, yoga e feng-shui

    Durante o mês de outubro irão decorrer workshops sobre diversos temas na agência turística Teresa Vai de Férias, no número 10 da Rua Francisco Almeida Grandela, na Foz do Arelho.
    Estas formações terão temáticas variadas, como patchwork, maquilhagem, escrita criativa, yoga para mulheres e feng shui.
    A participação em cada workshop tem um custo de 10 euros por pessoas e está prevista a realização de sessões em português e em inglês.
    Segundo a organização, cada workshop tem uma duração estimada de cerca de uma hora e meia.
    “Todas as medidas de higiene e segurança estão asseguradas, como o uso obrigatório de máscara e de álcool gel para desinfetar as mãos”, informou a empresa em comunicado.
    Um dos objetivos que esteve na génese da criação destes workshops passava por “criar uma dinâmica que ajudasse a combater a sazonalidade típica na Foz do Arelho”. A empresa pretende também “promover a saída de casa com a realização de atividades saudáveis e seguras”.
    A mesma empresa está actualmente a aproveitar a época baixa para convidar influencers a descobrir a região Oeste.
    “No fim de semana de 10/11 de outubro vão estar pela Foz do Arelho o casal do amarviajarpetiscar que tem 49 mil seguidores no Instagram e no fim-de-semana seguinte vai estar o Voar sem escalas que tem 15 mil seguidores no Instagram”, revelou a empresa.

    Promover a Foz do Arelho
    Em comunicado, os responsáveis da agência realçam que esta “pretende ser mais do que uma empresa de animação turística” e que “procura a promoção de produtos, empresas e marcas da região, pelo que é fundamental utilizar os canais que existem para estimular a curiosidade e a procura da nossa região”.
    Para a realização deste projecto a empresa contou com o apoio de vários parceiros que vão assegurar um conjunto de experiências e que inclui alojamento, refeições e várias atividades.

  • Já pensaste quão importante é a autoconsciência?

    Já pensaste quão importante é a autoconsciência?

    Sabemos que todos temos a capacidade de olhar para dentro de nós próprios e compreendermos onde estão as nossas barreiras e dificuldades. Esta capacidade é, sem dúvida, determinante para as nossas vidas. Podemos mesmo dizer que é uma sabedoria, não podemos?
    Termos esta consciência é estarmos disponíveis para, conscientemente, eliminarmos o que não nos acrescenta valor para a nossa vida e para o nosso desenvolvimento.
    Ter Autoconsciência é questionarmos o que pensamos, o que sentimos e o que dizemos. É, pois, ter uma comunicação assertiva connosco próprios.
    Este é, sem dúvida, o grande desafio que o Ser Humano tem. Acredito que tu também sintas este desafio, não sentes?
    Ensinaram-nos, ao longo da vida, que deveríamos conhecer bem os outros e sermos assertivos para com eles. E conhecermo-nos a nós próprios e comunicarmos assertivamente connosco?
    A grande ajuda que podemos ter nas nossas vidas vem, sem dúvida, de nós próprios, do nosso interior. Termos a capacidade para avaliarmos tudo aquilo que em nós nos limita e impede de agirmos é fundamental!
    Já descobriste em ti esses impedimentos?
    Já te questionaste sobre o que pensas e sentes? Já avaliaste se o que estás a fazer está alinhado com o que pensas e sentes?
    Queiras ou não queiras, são as respostas a estas perguntas que elevam a tua autoconsciência e, como tal, o teu autoconhecimento e, assim, te preparam para uma melhor “autoassertividade”.
    Eu próprio, a primeira vez que fiz este exercício, tive que ser ajudado por um Coach, pois não conseguia sair do mesmo sítio. Melhor, só estava a encontrar as respostas mais confortáveis e não as mais úteis. Acredita que temos de ter o sentido de utilidade e não de confortabilidade. Faz sentido para ti?
    Nas nossas vidas e, em particular, no momento que estamos a viver, é determinante encontrarmos o sentido de utilidade em tudo o que pensamos, sentimos e fazemos. Só assim pode haver desenvolvimento, quer em termos pessoais quer em termos profissionais.
    Podemos andar em “ruminação” e assim não vamos sair do mesmo estado, ou, contrariamente, fazermos uma “reutilização” do que nos está acontecer, melhorando a nossa autoconsciência e potencializando os nossos recursos para encontrarmos as melhores soluções.
    Independentemente da tua situação atual, aproveita esta minha reflexão para poderes maximizar as tuas energias, libertando os teus impedimentos de uma Simples, Poderosa e Significativa.
    Dá o teu melhor, e, por vezes, darmos o melhor é mesmo pedirmos AJUDA!

    Coach Transformacional e Terapeuta -joaquimduarte@yesdpeople.pt

  • Apoio extraordinário à retoma progressiva de atividade

    Apoio extraordinário à retoma progressiva de atividade

    Na sequência da situação epidemiológica da COVID-19, o Governo criou o apoio extraordinário à retoma progressiva de atividade, em empresas em situação de crise empresarial, com redução temporária do período normal de trabalho (PNT), no âmbito do Programa de Estabilização Económica e Social, tendo em vista a manutenção de postos de trabalho.
    Este apoio aplica-se aos empregadores de natureza privada, incluindo os do setor social, que tenham sido afetados pela pandemia da doença COVID-19 e que se encontrem, em consequência dela, em situação de crise empresarial, nos seguintes termos:
    Nesses termos, o presente regime aplica-se ao empregador que esteja em situação de crise empresarial, quando se verifique uma quebra de faturação igual ou superior a 40 %, no mês civil completo imediatamente anterior ao mês civil a que se refere o pedido inicial de apoio ou de prorrogação, face ao mês homólogo do ano anterior ou face à média mensal dos dois meses anteriores a esse período ou, ainda, para quem tenha iniciado a atividade há menos de 12 meses, face à média da faturação mensal entre o início da atividade e o penúltimo mês completo anterior ao mês civil a que se refere o pedido inicial de apoio ou de prorrogação. Assim, poderá usufruir de redução temporária do PNT de todos ou alguns dos seus trabalhadores. Para efeitos de aplicação da referida redução, o empregador comunica, por escrito, aos trabalhadores a abranger pela respetiva decisão, a percentagem de redução por trabalhador e a duração previsível de aplicação da medida, ouvidos os delegados sindicais e comissões de trabalhadores, quando existam, podendo o empregador fixar um prazo para pronúncia destes, nunca inferior a três dias úteis.
    A redução do PNT tem a duração de um mês civil, sendo prorrogável mensalmente até à data de cessação da produção de efeitos, ou seja, 31 de dezembro de 2020. A interrupção da redução temporária, com a respetiva suspensão do apoio, não prejudica a possibilidade de prorrogação do mesmo, podendo esta ser requerida em meses interpolados. Para mais, o apoio é cumulável com um plano de formação aprovado pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional, I. P. (IEFP, I. P.), sendo que, durante a redução do PNT o trabalhador pode exercer outra atividade remunerada.
    Ressalva-se que, enquanto se verificar a aplicação da redução do PNT, o empregador pode proceder à admissão de novo trabalhador, exceto para o preenchimento de posto de trabalho suscetível de ser assegurado por trabalhador em situação de redução, podendo ainda, em qualquer situação, renovar contrato a termo ou converter contrato a termo em contrato por tempo indeterminado.
    Quanto à compensação retributiva, a mesma é calculada proporcionalmente às horas não trabalhadas e entende-se como retribuição normal ilíquida o conjunto das componentes remuneratórias regulares normalmente declaradas à segurança social e habitualmente pagas ao trabalhador, relativas a:
    a) Remuneração base;
    b) Prémios mensais;
    c) Subsídios regulares mensais, incluindo de trabalho por turnos;
    d) Subsídio de refeição, nos casos em que este integra o conceito de retribuição;
    e) Trabalho noturno.
    Para aceder a este apoio, o empregador deve remeter requerimento eletrónico, em formulário próprio disponibilizado pela segurança social, através da Segurança Social Direta, que produz efeitos ao mês da submissão. Durante o mês de setembro o empregador pode solicitar no requerimento que o mesmo produza efeitos ao mês de agosto. Para além da submissão do formulário, o mesmo deverá ser acompanhado de declaração do empregador e certificação do contabilista certificado, que ateste a situação de crise empresarial, bem como, listagem nominativa dos trabalhadores a abranger, respetivo número de segurança social, retribuição normal ilíquida e indicação da redução do PNT a aplicar, em termos médios mensais, por trabalhador.
    Destaca-se ainda que, durante o período de redução, bem como nos 60 dias seguintes, o empregador não pode fazer cessar contratos de trabalho ao abrigo das modalidades de despedimento coletivo, de despedimento por extinção do posto de trabalho, ou de despedimento por inadaptação, nem iniciar os respetivos procedimentos, assim como distribuir dividendos, sob qualquer forma, nomeadamente a título de levantamento por conta.
    Ora, a violação dos deveres da entidade empregadora, implica a imediata cessação dos apoios previstos e a restituição ou pagamento, conforme o caso, ao serviço competente da segurança social, ou ao IEFP, I. P., dos montantes já recebidos ou isentados. Para mais, a prestação de falsas declarações para a obtenção do apoio poderá configurar responsabilidade civil e criminal, nos termos legalmente aplicáveis.
    A presente legislação entrou em vigor a 1 de agosto de 2020 e produz efeitos desde o dia 1 de agosto de 2020 até ao dia 31 de dezembro de 2020, sendo que, independentemente da data de apresentação do pedido de apoio e sem prejuízo do reconhecimento do direito da isenção da TSU, o empregador só pode beneficiar do presente apoio, até 31 de dezembro de 2020.

  • Igualdade no emprego no turismo em debate na EHTO no próximo dia 9

    Na próxima quarta-feira, 9 de Setembro, entre as 18h30 e as 19h30 será realizado um debate online (webinar) sobre a Igualdade no trabalho e emprego no sector do Turismo, organizado pela Escola de Turismo e Hotelaria do Oeste. O encontro, ainda que à distância, pretende abordar a temática da preponderância da igualdade de género, no sector turístico, entre homens e mulheres no mercado de trabalho e no emprego nestes tempos atípicos.
    Irão participar Diana Bouça-Nova, jornalista da RTP, Joana Gíria, especialista e jurista do Ministério do Trabalho e da Solidariedade e Segurança Social, Carlos Martinho, presidente da Óbidos.com e Carina Mendes, empresária que abriu um alojamento local no pós-confinamento em Óbidos, entre outros intervenientes.

  • Comissão Europeia abre inscrições para concurso de tradução de 2020

    A Comissão Europeia anunciou, esta semana, a abertura do concurso anual de tradução para estudantes do ensino secundário de toda a Europa, Juvenes Translatores. Desde a passada quarta-feira, as escolas de todos os países da UE podem inscrever-se em linha, para que os seus alunos possam competir com colegas de outros países. Este ano, os adolescentes participantes terão de traduzir um texto sobre o tema “Enfrentar tempos difíceis — juntos somos mais fortes”.
    Sobre este concurso, Johannes Hahn, comissário do Orçamento e Administração, declarou que “os jovens na Europa conhecem a importância das línguas” na sociedade e sabem que elas “não servem apenas para ajudar a compreender melhor as culturas e as perspetivas dos outros, podendo também ajudá-los a encontrar emprego”.
    “Gostaria de incentivar as escolas e os alunos a participar no concurso Juvenes Translatores deste ano e a descobrir a tradução”, declarou o dirigente da Comissão Europeia.
    Os participantes poderão traduzir entre quaisquer duas das 24 línguas oficiais da UE (552 combinações linguísticas possíveis). No concurso do ano passado, os estudantes utilizaram no total 150 combinações diferentes no processo.
    O prazo para a inscrição das escolas — a primeira de duas fases — decorre até 20 de Outubro. Os professores podem preencher o formulário de inscrição em qualquer uma das 24 línguas oficiais da União Europeia.
    Posteriormente, a Comissão convidará um total de 705 escolas para a fase seguinte. O número de escolas participantes de cada país será igual ao número de deputados que o país tiver no Parlamento Europeu e a seleção será feita aleatoriamente por computador. As escolas selecionadas devem convidar dois a cinco alunos para participar. Os alunos podem ser de qualquer nacionalidade, mas deverão ter nascido em 2003.

  • Sabe como e onde comprar bens penhorados?

    Sabe como e onde comprar bens penhorados?

    Numa fase em que o mercado imobiliário enfrenta grandes desafios, quer pela escassez de imóveis, quer pelo aumento do valor dos mesmos e das respetivas rendas, é importante que saiba que existe uma plataforma digital e sem custos, através da qual pode consultar todos os bens penhorados disponíveis para licitação.
    Esta plataforma tem o nome de “e-Leilões” e foi desenvolvida pela Ordem dos Solicitadores e dos Agentes de Execução para venda, rápida e transparente, de bens através de leilão eletrónico. Acresce referir que, com as ferramentas de pesquisa disponíveis na mesma, poderá encontrar não só bens imóveis, como todo o tipo de bens móveis, desde veículos a equipamentos, mobiliário, máquinas ou direitos, e comprá-los a um preço reduzido face aos valores de mercado.
    Contudo, sendo uma compra de bens em venda judicial, é importante salientar que licitar um bem é um ato que envolve muita responsabilidade, uma vez que os bens vendidos não têm qualquer tipo de garantia. Deverá, por isso, verificar previamente o seu estado de conservação (nos bens imóveis, atenção às áreas e à composição do bem, aspetos constantes da informação matricial, que podem não corresponder à realidade). Tendo sido apresentada uma licitação, esta não pode ser retirada, ficando o licitante obrigado a comprar o bem. Acresce que, em regra, o leilão só se inicia por 50 por cento do valor base, mas só se considera aceite a licitação se esta for igual ou superior a 85 por cento do valor base.
    Se pretender licitar qualquer bem disponível no site, será necessário que se autentique, validando a sua identidade numa primeira autenticação. Caso tenha dúvidas relacionadas com este tipo de venda e com a respetiva validação da sua identidade, deve recorrer ao seu Solicitador, profissional que está legalmente habilitado a prestar-lhe todo o apoio.

  • Rede de Escolas de Turismo obtém certificação única a nível mundial

    Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste, em Caldas da Rainha e Óbidos, integra aquela rede há 14 anos e sai beneficiada com este processo de certificação, cujo processo se iniciou em Setembro do ano passado. Director da escola considera que este galardão é um reconhecimento nacional e internacional e que apresenta um conjunto de mais-valias para os alunos, docentes e equipas directivas

    A Rede de Escolas do Turismo de Portugal recebeu a certificação TedQual da Organização Mundial de Turismo (OMT), a primeira que a organização atribui a nível mundial a uma rede de escolas com estas características e que a Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste, em Caldas da Rainha e Óbidos, integra desde 2006.
    Válida por dois anos, esta certificação reconhece a “qualidade da formação ministrada nas Escolas do Turismo de Portugal” e promove a “melhoria contínua da formação e investigação em turismo”, definindo um standard de critérios que garantem a qualidade dos projetos educativos das 12 Escolas de Hotelaria e Turismo.
    O processo iniciou-se em Setembro de 2019 com os necessários procedimentos de auto-avaliação, sendo posteriormente avaliado pelos peritos da OMT através de auditorias presenciais que incidiram sobre três cursos leccionados em todas as escolas da rede: Gestão de Turismo, Gestão e Produção de Cozinha e Gestão de Restauração e Bebidas.
    Para Daniel Pinto, director da EHTO, esta certificação é o “reconhecimento nacional e internacional” da escola, conferindo acesso a um conjunto de estudos e informação especializada de uma rede mundial de instituições de ensino e formação em turismo, além de acesso a projectos de formação, cooperação e desenvolvimento “internacionalmente reconhecidos quer para alunos, quer para docentes e equipas directivas”.
    A auditoria realizada pela OMT analisou com especial detalhe cinco áreas: a coerência do plano de estudos, as condições pedagógicas (incluindo metodologias e infraestruturas), a gestão da Rede e das Escolas que a compõem, o corpo docente e a adequabilidade do programa de estudos às necessidades e perspectivas futuras do sector.
    Até 11 de Setembro decorrem as candidaturas para o próximo ano letivo 2020/2021 na Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste e em toda a rede de Escolas do Turismo de Portugal, que é constituída por 12 escolas distribuídas pelo país e é frequentada por cerca de 3.000 alunos.

  • Repúdio da Herança

    Repúdio da Herança

    Hoje falo-vos do repúdio da herança, ato pelo qual o herdeiro responde negativamente ao chamamento à herança, declarando que rejeita os bens deixados pelo falecido e colocados à sua disposição.
    Só após a abertura da sucessão, isto é, depois do falecimento, é que o repúdio da herança tem lugar. O repúdio é irrevogável, mas tem efeitos retroativos, ou seja, considera-se que o repudiante nunca foi herdeiro desde a data do óbito.
    Existindo bens imóveis no património do falecido, deve constar do documento de repúdio que o repudiante tem ou não descendentes para eventual exercício do direito de representação. O repúdio exige o consentimento de ambos os cônjuges quando não casados, sob o regime da separação de bens.
    O repúdio não pode ser condicional, não pode ser parcial, nem a termo. No entanto, é possível repudiar a parte da herança deixada por conta da quota disponível e aceitar a parte correspondente à legítima (ou seja, um herdeiro pode não querer ficar beneficiado em relação aos demais herdeiros).
    Para evitar que os credores do repudiante fiquem prejudicados, os primeiros podem aceitar a herança em nome do segundo, num prazo de seis meses a contar do conhecimento do repúdio. A quota do repudiante, que deixa de ser herdeiro, será repartida entre os demais herdeiros. Isto é válido tanto para o ativo (bens móveis e imóveis herdados), como para o passivo (dívidas herdadas). Devido à situação em que nos encontramos, os tempos que se avizinham podem trazer um cenário de crise. Observaremos, portanto, este negócio jurídico unilateral com alguma frequência. Este negócio, caraterizado por um custo reduzido em termos de escritura ou documento particular autenticado, será realizado precisamente para não herdar dívidas.
    Caso precise de ajuda, nesta ou noutra questão, não hesite e fale com o seu Solicitador.

  • Caldas recebe 4ª edição do programa Tourism Explorers

    Iniciativa da Fábrica de Startups e Turismo de Portugal tem parceria de várias entidades, entre as quais a Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste. Período de inscrições abriu esta semana e os interessados têm até 7 de Outubro para formalizar a candidatura

    Abriram, na passada terça-feira, as incrições para a 4ª edição do Tourism Explorers, considerado o maior programa nacional de criação e aceleração de startups na área do Turismo, que se realiza nas Caldas da Rainha, pelo quarto ano consecutivo.
    O programa pretende “capacitar os empreendedores de todo o país e ajudar a reduzir as assimetrias regionais” e foca-se este ano nos desafios que a pandemia trouxe ao sector do turismo.
    A iniciativa é totalmente gratuita e as inscrições estão abertas até ao 7 de Outubro no endereço www.tourismexplorers.pt.
    Dividido em Ideação e Aceleração, o Tourism Explorers vai decorrer, em simultâneo (através de live streaming), noutras cidades, como Aveiro, Beja, Coimbra, Covilhã, Évora, Faro, Lagoa (São Miguel), Lisboa, Setúbal, Porto e Viseu.
    Na Ideação, os participantes vão ter de encontrar uma solução inovadora para o desafio que lhes for colocado.
    Na Aceleração, as equipas vão ter oportunidade de testar e validar o seu modelo de negócio.
    A Fábrica de Startups, em parceria com o Turismo de Portugal, volta, assim, a apoiar os participantes a criar novos negócios de sucesso, definir a melhor estratégia para o negócio, adaptar o negócio a uma nova realidade e aceder a uma rede única de mentores nacionais, parceiros especialistas no setor, potenciais clientes e investidores.
    Lançado em 2017, o Tourism Explorers já envolveu mais de 730 empreendedores, espalhados por 17 cidades, e contribuiu para o desenvolvimento de mais de 290 startups.
    De acordo com o mais recente Relatório de Impacto, 60% das startups que participaram neste programa continuam ativas, 23% recebeu algum tipo de investimento e 13% conseguiu internacionalizar o seu negócio, sendo que a maior concentração recai sobre Espanha e o Brasil.
    Para a concretização deste programa, a Fábrica de Startups e o Turismo de Portugal contam com o apoio da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste e um conjunto de outros parceiros locais.

    PRAZOS DE PARTICIPAÇÃO

    Até 7 de Outubro decorre o Período de Candidaturas, ficando o Programa de Ideação previsto para os dias 21, 22 e 23 desse mês. O Programa de Aceleração vai decorrer de 3 a 26 de Novembro e a Grande Final Nacional está aprazada para 3 de dezembro.

  • Caldas recebe 4ª edição do programa Tourism Explorers

    Caldas recebe 4ª edição do programa Tourism Explorers

    Abriram, esta terça-feira, as inscrições para a 4ª edição do Tourism Explorers, considerado o maior programa nacional de criação e aceleração de startups na área do Turismo, que se realiza nas Caldas da Rainha, pelo quarto ano consecutivo.

    O programa pretende “capacitar os empreendedores de todo o país e ajudar a reduzir as assimetrias regionais” e foca-se este ano nos desafios que a pandemia trouxe ao sector do turismo.

    A iniciativa é totalmente gratuita e as inscrições estão abertas até ao 7 de Outubro no endereço www.tourismexplorers.pt.

    Dividido em Ideação e Aceleração, o Tourism Explorers vai decorrer, em simultâneo (através de live streaming), noutras cidades, como Aveiro, Beja, Coimbra, Covilhã, Évora, Faro, Lagoa (São Miguel), Lisboa, Setúbal, Porto e Viseu.

    Na Ideação, os participantes vão ter de encontrar uma solução inovadora para o desafio que lhes for colocado.

    Na Aceleração, as equipas vão ter oportunidade de testar e validar o seu modelo de negócio.

    A Fábrica de Startups, em parceria com o Turismo de Portugal, volta, assim, a apoiar os participantes a criar novos negócios de sucesso, definir a melhor estratégia para o negócio, adaptar o negócio a uma nova realidade e aceder a uma rede única de mentores nacionais, parceiros especialistas no setor, potenciais clientes e investidores.

    Lançado em 2017, o Tourism Explorers já envolveu mais de 730 empreendedores, espalhados por 17 cidades, e contribuiu para o desenvolvimento de mais de 290 startups.

    De acordo com o mais recente Relatório de Impacto, 60% das startups que participaram neste programa continuam ativas, 23% recebeu algum tipo de investimento e 13% conseguiu internacionalizar o seu negócio, sendo que a maior concentração recai sobre Espanha e o Brasil.

    Para a concretização deste programa, a Fábrica de Startups e o Turismo de Portugal contam com o apoio da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste e um conjunto de outros parceiros locais.

    Até 7 de Outubro decorre o Período de Candidaturas, ficando o Programa de Ideação previsto para os dias 21, 22 e 23 desse mês. O Programa de Aceleração vai decorrer de 3 a 26 de Novembro e a Grande Final Nacional está aprazada para 3 de dezembro.

  • A mudança acontece!

    A mudança acontece!

    Tu queiras ou não queiras a mudança acontece, não é?
    Se pensares bem ao longo da tua vida a mudança foi algo constante, que independentemente de queres ou não ela aconteceu, não foi?
    Mudaste o teu aspeto físico, sim olhares para fotografias de alguns anos atrás e dás por isso, não dás?
    Ao longo da vida mudaste a forma como pensavas e de agias perante determinadas situações, mudaste os teus conhecimentos as tuas habilidades, não foi?
    Se nós sabemos que a mudança é algo constante e por vezes pouco consciente, podemos agora que estamos conscientes dela, permitir que aconteça de uma forma orientada, em função nos nossos grandes objetivos.
    Vou desafiar-te a escolheres o que queres mudar, pode ser?
    Nos tempos que atravessamos de grande incerteza e de pouca segurança, quer, em termos de saúde, em termos económicos e mesmo profissionais, será que mesmo assim podes fazer escolhas?
    Eu quero pensar que sim!
    Convido-te a começares a fazer uma lista de quais são os teus verdadeiros objetivos, e logo a frente de cada um desses objetivos, escreveres se o atingir dele vai depender verdadeiramente de ti. E à frente coloca o que estás a fazer, ou não fazer para os atingires.
    Este pequeno exercício vai trazer-te clareza às tuas ideias, e assim vais consciencializar que se fizeres ou não fizeres vai haver mudança. Assim vais permitir-te fazer algo que essa mudança seja direcionada aos teus grandes e verdadeiros objetivos, faz sentido para ti?
    Esta é uma ferramenta que utilizamos no processo EneaChip que nos permite ter mudança consciente e direcionada.
    Cada dia mais temos que nos permitir sermos os “construtores” no nosso caminho, o desafio é constrói a tua mudança de forma Simples Poderosa e Significativa!

    Joaquim Sobreiro Duarte Coach Transformacional e Terapeuta -joaquimduarte@yesdpeople.pt

  • Alteração de morada no cartão de cidadão

    Alteração de morada no cartão de cidadão

    Pela dificuldade na revalidação de alguns documentos, nomeadamente do Cartão de Cidadão, o Governo decidiu prolongar, até 30 de outubro, a aceitação de documentos cuja validade tenha expirado a partir de 24 de fevereiro. De salientar que os mesmos documentos são aceites posteriormente caso o seu titular demonstre que já deu início ao procedimento de renovação.
    De facto, devido à elevada procura de agendamentos presenciais para tratamento de questões relativas ao Cartão de Cidadão, tais como alterações, renovações ou novos pedidos, surgiu a necessidade de encontrar novas soluções.
    Numa alteração de morada, deve saber que pode, comodamente, recorrer ao seu Solicitador para o ajudar. Para tal, o profissional, munido de um leitor de cartões, auxiliará o cidadão que tenha em sua posse o seu Cartão de Cidadão e os códigos PIN de autenticação e de morada. Após a respetiva alteração, receberá na nova morada uma carta para confirmar a mesma.
    Caso não tenha na sua posse os referidos códigos de acesso, terá de, inevitavelmente, solicitar marcação prévia presencial num serviço de Registo Civil, marcação que pode ser realizada online ou pelo telefone. Dependendo da data de emissão do seu cartão, deve ter o seguinte em atenção: se o seu Cartão de Cidadão foi pedido antes de 16 de abril de 2018, tem, obrigatoriamente, de fazer um novo cartão para que lhe sejam atribuídos novos códigos; caso o pedido tenha sido efetuado depois dessa data, pode facilmente recuperar os códigos PIN num balcão de atendimento presencial, podendo assim, promover o referido pedido de alteração de morada.
    Caso precise de ajuda, nesta ou noutra questão, não hesite e fale com o seu Solicitador.

  • Intelcia Portugal contrata 500 pessoas em todo o país e investe em Caldas

    Intelcia Portugal contrata 500 pessoas em todo o país e investe em Caldas

    Empresa do Grupo Altice, que dispõe de um call center em Caldas da Rainha, tem, actualmente, 2400 colaboradores a nível nacional e recruta funcionários para projectos em várias línguas. Expectativa de crescimento do volume de negócios no segundo semestre do ano leva a aposta no recrutamento de trabalhadores

    A Intelcia Portugal, uma das empresas do universo do Grupo Altice Portugal, está a proceder à contratação de cerca de cinco centenas de colaboradores até ao final do ano para reforçar as operações em Lisboa, Porto, Castelo Branco, Coimbra e Caldas da Rainha.
    Segundo uma nota de imprensa, a empresa tem actualmente 2400 colaboradores a nível nacional e pretende implementar projectos em português, francês, inglês, italiano, alemão e castelhano, em diversos sectores de actividade.
    Cerca de 10% destas novas contratações são para lugares com responsabilidade na gestão da empresa, nomeadamente para Chefes de Equipa e Coordenadores de Operações.
    De acordo com Carla Marques, country-manager da Intelcia Portugal, “o segundo semestre de 2020 será particularmente aliciante e desafiante para a Intelcia”, que enfrenta “projectos internacionais e nacionais a arrancar e outros em crescimento”.
    Sendo uma empresa recente no mercado, a Intelcia quer “proporcionar oportunidades de carreira muito interessantes” aos colaboradores, frisa aquela responsável.
    Fundada em 2000, a Intelcia é especializada em outsourcing. O grupo oferece aos clientes “um serviço à medida dos padrões internacionais, combinando talentos, tecnologias e especialização, num modo flexível”.
    A Intelcia dispõe de uma oferta global, apostando na gestão da relação com o cliente multicanal e multilingue (serviço comercial e técnico, televendas, fidelização, surveys, etc.), soluções informáticas (desenvolvimento e gestão de aplicações, segurança), BPO (Business Process Outsourcing) e serviços digitais (marketing e publicidade digitais, gestão de conteúdos e envolvimento em redes sociais, chatbot).

  • Peniche dá início a estágios da administração pública

    Peniche dá início a estágios da administração pública

    Aassinatura dos contratos no âmbito do Programa de Estágios Profissionais na Administração Local (PEPAL) teve lugar na passada sexta-feira. A medida tem como objectivo proporcionar o desenvolvimento de uma experiência em contexto de trabalho

    Tiveram início, esta semana, os estágios na Câmara Municipal de Peniche atribuídos no âmbito do Programa de Estágios Profissionais na Administração Local (PEPAL).
    Aquela medida do Estado tem como objectivo proporcionar o desenvolvimento de uma experiência prática em contexto de trabalho a um leque mais abrangente de destinatários, potenciando a empregabilidade dos candidatos.
    Os estágios PEPAL naquela autarquia foram atribuídos nas áreas de Economia, Gestão e Administração Pública e Áreas afins, Gestão de Recursos Humanos, Gestão de Recursos Humanos e Psicologia do Trabalho, Psicologia Social e das Organizações, Gestão de Eventos, Gestão e Organização de eventos e Áreas afins – Sector da Cultura, Arquitetura e Turismo, Animação de Turismo, Animação Sociocultural e Receção e vão decorrer durante um ano.
    Na sequência de alguns procedimentos de recrutamento e seleção de estagiários da 2ª fase da 6.ª edição do PEPAL terem ficado desertos, foi dada oportunidade aos Municípios de ser iniciado novo procedimento de selecção de estagiários, pela mesma entidade promotora, no cumprimento das vagas que lhe tinham sido atribuídas pelo Despacho n.º 8035/2019, de 11 de setembro.
    De resto, na semana passada, a Câmara Municipal da Lourinhã viu serem aprovados três estágios na 2ª fase, em áreas como Informática e Proteção Civil ou Florestal. O prazo para a formalização da candidatura termina na próxima segunda-feira.

  • Turismo Acessível versus Acessibilidades no Turismo

    Turismo Acessível versus Acessibilidades no Turismo

    Nunca foi tão oportuno falar de Turismo Acessível como neste momento de Pandemia Covid-19 que estamos a viver. Aproveita-se o momento para fazer algumas limpezas, arrumações, remodelações, adaptações e, porque não, apostar na criação de acessibilidades necessárias para poder receber todos os potenciais clientes/turistas com todas as boas condições de mobilidade.
    Em boa hora o Turismo de Portugal introduziu a disciplina “Turismo Acessível” no plano curricular do Curso de Gestão de Turismo, pois o tema das Acessibilidades no sector do turismo é de extrema importância!
    Devemos, pois, salientar os dois importantes aspetos deste tema, o social e o empresarial.
    Hoje ainda falamos em criar acessibilidades para que um cliente com limitações motoras, que se transporta em cadeira de rodas, por exemplo, possa chegar sem barreiras físicas à receção do hotel ou à sala de um restaurante e que possa movimentar-se sozinho, como muitos se deslocam em viagem, e poder aceder à mesa, ao WC e ao quarto. Se sim, podemos exatamente dizer que esse edifício, essa unidade não é deficiente, porque pode acolher TODOS independentemente das suas necessidades especiais.
    Apesar de toda a legislação que impôs números e normas, as barreiras físicas e sociais continuam a ser em muitos casos inultrapassáveis, se não vejamos. Os nossos edifícios públicos e privados oferecem rampas precedidas de um patamar com um degrau com 20 cm de espelho, sem patamares de descanso e declives que em muito ultrapassam os 6 para um! Como poderá alguém de cadeira de rodas ultrapassar essa barreira? E a dificuldade tanto é a subir como a descer. Muitas até com ajuda são intransponíveis.
    Quartos que se dizem acessíveis, só porque se colocam uns varões na casa de banho, mas onde a cadeira não pode circular, portas onde não consegue passar, ou a banheira é de tal modo alta que não dá hipótese à transferência de pessoas, da cadeira de rodas para dentro e vice-versa. Mas existem as outras barreiras, as sociais. E essas, são tão ou mais confrangedoras que as físicas, pois discriminam quase preconceituosamente as pessoas com limitações de qualquer ordem.
    Ainda temos um outro aspeto que nos preocupa e deve preocupar toda a sociedade, mas de um modo muito especial as autoridades e os empresários. A empregabilidade.
    Do contacto que tivemos com alguns dos portadores de necessidades especiais, afirmam que ainda existe muita discriminação negativa no tocante ao Emprego. Muitas destas pessoas desenvolvem aptidões muito especiais e com uma acuidade muito superior às ouvintes, aos visuais, e outras não portadoras de necessidades especiais. Mas se falarmos em limitações motoras, mantém muita independência no seu dia a dia, pois hoje já existem uma boa panóplia de acessórios, cadeiras, cadeiras elétricas, andarilhos, bengalas, etc, até os surdos e com algumas limitações intelectuais são excelentes trabalhadores, porque sublimaram outras faculdades compensatórias.
    Apela-se às autoridades para criarem discriminação positiva em relação às empresas que venham a empregar estas pessoas, com ajudas “que se vejam” para se criarem oportunidades reais para estas pessoas.
    De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde) estamos a falar de um universo de potenciais turistas, a nível mundial, de uma população com mais de 60 anos a rondar os oitocentos milhões de pessoas; 15% da população mundial transporta algum tipo de deficiência, equivalendo cerca de mil milhões de pessoas, de referir o efeito de acompanhantes que representa mais 2,2 pessoas.
    Retenhamos mais duas cifras, ainda segundo a OMS, entre 2000 e 2050 duplicará a percentagem de pessoas com mais de 60 anos, passando de 11% para 22%, atingindo-se cerca de dois milhões de pessoas, enquanto isto a população com mais de oitenta anos quadruplicará atingindo uma cifra muito perto dos 400 milhões de pessoas.
    Não podemos deixar de sensibilizar os nossos futuros operadores para este segmento do mercado, mas não podemos esquecer que temos de criar as “melhores” condições de estadia de cada um …é isso que vamos continuar a fazer nas aulas de Turismo Acessível na Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste! Lutar pela Acessibilidade Universal e pela Empregabilidade Universal!!

    Gazeta das Caldas

  • IRS: pagamento a prestações

    IRS: pagamento a prestações

    Numa altura de grande retração económica, gerada especialmente pela pandemia de covid-19, são muitos os portugueses que já realizaram atempadamente a sua Declaração de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) para aferir se têm alguma quantia a pagar ou a receber do Fisco.
    Se sabe que, à partida, em vez de ter direito a receber, tem, por sua vez, o dever de pagar determinada quantia (ainda que não tenha recebido a nota de liquidação de IRS final para pagamento), não desespere. Em vez de realizar o pagamento integral da dívida, pode recorrer a um mecanismo designado por “Plano Prestacional”. Este plano baseia-se na celebração de um acordo de pagamentos mensal, convencionado entre o contribuinte e a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), de forma a fracionar a quantia a pagar, evitando que o seu orçamento familiar fique sobrecarregado ou, num caso mais grave, que se veja em situação de incumprimento.
    Para aceder a este plano deve reter, principalmente, que não pode ter outras dívidas fiscais relacionadas com outros impostos, nomeadamente IVA, IUC ou IMI; a sua dívida de IRS não pode ser inferior a 204,00€; o valor de cada prestação não pode ser inferior a 102,00€ e o número máximo de prestações permitidas é de 36 (exceto no caso de dívidas superiores a 51.000,00€). No caso de dívidas superiores a 5.000,00€ ou inferiores a esse valor, mas com um prazo de pagamento superior a 12 meses, é necessário prestar garantia para garantir o cumprimento do plano acordado.
    É importante ainda sublinhar que ao valor da dívida, em caso de pagamento em prestações, vão ser acrescidos juros de mora e custas processuais, pelo que é aconselhável realizar uma simulação antes de aceitar qualquer plano.
    Assim, para o ajudar a simular o seu pedido de plano de pagamentos a prestações e a cumprir os prazos para a sua realização, sabe que pode contar sempre com o seu Solicitador!

    Artigo publicado ao abrigo da parceria entre a Gazeta das Caldas e a Ordem dos Solicitadores e dos Agentes de Execução

  • Formação e Adaptação como palavras chave

    Formação e Adaptação como palavras chave

    A palavra crise parece estar de volta ao nosso vocabulário – infelizmente, e quando ninguém poderia adivinhar – estamos perante uma fase de grande incerteza.
    Ora, perante cenários de crise, mudança e incerteza, sobrevive quem melhor se adapta. Estas fases, embora tenham implicações graves ao nível económico e social, marcam muitas vezes grandes casos de sucesso e inovação.
    Face à incerteza, gera-se medo, que por sua vez, pode ter uma de três respostas básicas: Luta, Fuga ou Paralisação. Isto é válido para as pessoas, e como tal, é válido para as Organizações!
    Com os devidos ajustes à realidade Organizacional, parece-nos óbvio que a melhor resposta a estas situação passará pela Luta – sendo que aqui é vista como o encarar da situação de modo sério e coerente procurando ativamente a inovação e adaptação às novas condições, preparando diferentes cenários futuros!
    De nada servirá “enterrar a cabeça na areia” e esperar que passe – uma Organização parada é uma Organização condenada à extinção.
    Como tal, importa que os Líderes olhem para as suas Empresas/ Organizações e para as suas Equipas, e identifiquem as oportunidades de melhoria.
    Devem ser delineadas estratégias de ação (não só de reação), as quais terão necessariamente de se suportar nas competências do grupo de trabalhadores de modo a poderem ser concretizadas.
    Tudo isto só é possível com a devida identificação das competências e conhecimentos necessários para o sucesso a curto e médio prazo da Organização.
    Deve ser feito o levantamento de necessidades de desenvolvimento e formação da força de trabalho. Depois de identificadas as variáveis a desenvolver, e o nível de conhecimento de base, devem definir-se estratégias de melhoria ou de correção.
    Essas estratégias podem assim passar por formação, mentoria, coaching, treino de competências, etc.
    Nesta fase não deve imperar o medo de investir ou de gastar dinheiro em formação – claro que será um custo para a Organização – contudo, investir na formação e qualificação dos trabalhadores pode ser o fator decisivo para o sucesso.
    Quer a Organização, quer o trabalhador, têm de efetuar um esforço contínuo para a formação e aprimoramento das competências mais abrangentes do colaborador com vista a obter um elevado padrão de desempenho e um elevado índice de adaptabilidade.
    Trabalhadores mais qualificados e mais bem preparados, irão trazer aumentos de produtividade, criatividade, inovação, melhor capacidade de resolução de problemas, resiliência e adaptação.

  • Alterações ao Regime da Moratória de Rendas- Arrendamento Não Habitacional

    Alterações ao Regime da Moratória de Rendas- Arrendamento Não Habitacional

    Na sequência do Estado de Emergência foi publicada a Lei n.º 4-C/2020, que estabeleceu um regime excecional e transitório para as situações de mora no pagamento das rendas, porém, o mencionado regime, sofreu alterações já na decorrência do Estado de Calamidade, concretamente através da Lei n.º 17/2020, existindo novas adaptações aplicáveis ao regime do arrendamento não habitacional, e que infra abordamos.
    A quem se aplica?
    a) Aos estabelecimentos abertos ao público destinados a atividades de comércio a retalho e de prestação de serviços encerrados ou que tenham as respetivas atividades suspensas ao abrigo do Decreto n.º 2-A/2020, de 20 de março, ou por determinação legislativa ou administrativa, nos termos previstos no Decreto-Lei n.º 10-A/2020, de 13 de março, na sua redação atual, ou ao abrigo da Lei de Bases da Proteção Civil, aprovada pela Lei n.º 27/2006, de 3 de julho, na sua redação atual, da Lei de Bases da Saúde, aprovada pela Lei n.º 95/2019, de 4 de setembro, ou de outras disposições destinadas à execução do estado de emergência, bem como, após a sua cessação, ao abrigo de disposição legal ou medida administrativa aprovada no âmbito da pandemia da doença COVID-19 que determine o encerramento de instalações ou suspensão de atividades, incluindo nos casos em que estes mantenham a prestação de atividades de comércio eletrónico, ou de prestação de serviços à distância ou através de plataforma eletrónica;
    b) Aos estabelecimentos de restauração e similares, encerrados nos termos das disposições anteriores, incluindo nos casos em que estes mantenham atividade para efeitos exclusivos de confeção destinada a consumo fora do estabelecimento ou entrega no domicílio, nos termos previstos no Decreto n.º 2-A/2020, de 20 de março, ou em qualquer outra disposição que o permita.

    Como é feito o pagamento?
    1) O arrendatário que preencha o disposto no ponto anterior pode diferir o pagamento das rendas vencidas nos meses em que vigore o estado de emergência e no primeiro mês subsequente, para os 12 meses posteriores ao término desse período, em prestações mensais não inferiores a um duodécimo do montante total, pagas juntamente com a renda do mês em causa.
    2) Até 1 de setembro de 2020, o arrendatário que preencha o disposto no ponto anterior pode igualmente diferir o pagamento das rendas vencidas, pelos meses em que ao abrigo de disposição legal ou medida administrativa aprovada no âmbito da pandemia da doença COVID-19 seja determinado o encerramento de instalações ou suspensão de atividades ou no primeiro mês subsequente desde que compreendido no referido período.
    3) No caso de arrendatários abrangidos pelo disposto nos números anteriores, o período de regularização da dívida só tem início a 1 de setembro de 2020, ou após o término do mês subsequente àquele em que cessar o impedimento se anterior a esta data.
    4) Do disposto nos pontos anteriores não pode, contudo, resultar um período de regularização da dívida que ultrapasse o mês de junho de 2021.
    5) As rendas vencidas e cujo pagamento foi diferido ao abrigo do presente regime devem ser satisfeitas em prestações mensais não inferiores ao valor resultante do rateio do montante total em dívida pelo número de meses em que esta deva ser regularizada, pagas juntamente com a renda do mês em causa.
    • A falta de pagamento das rendas que se vençam nos meses em que vigore o estado de emergência e no primeiro mês subsequente, bem como, no caso de estabelecimentos e instalações que permaneçam encerrados ao abrigo de disposição legal ou medida administrativa aprovada no âmbito da pandemia da doença COVID-19 que determine o encerramento de instalações ou suspensão de atividades, nos meses em que esta vigorar e no mês subsequente, e até 1 de setembro de 2020, nos termos dos pontos anteriores, não pode ser invocada como fundamento de resolução, denúncia ou outra forma de extinção de contratos, nem como fundamento de obrigação de desocupação de imóveis.
    • A indemnização prevista no n.º 1 do artigo 1041.º do Código Civil, por atraso no pagamento de rendas que se vençam até 1 de setembro de 2020, não é exigível nos casos em que o seu pagamento possa ser diferido conforme o disposto no anterior ponto 2).

  • Turismo e Confiança

    Turismo e Confiança

    O Turismo também é Confiança, e não pode haver Confiança se não existirem regras, normas e ética. Esta também é uma das vertentes que um aluno encontra quando ingressa na Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste. Falar de Lei e Ética é falar de qualificar os nossos alunos não só em termos de conhecimento, mas também e não menos importante em termos de comportamento, com o objetivo de contribuirmos para o seu desenvolvimento formativo, profissional e pessoal.
    A legislação no sector do turismo assume um papel regulador das operações turísticas, regulando desde as relações de trabalho às relações entre operador turístico e cliente, entre outras. Mas não fica só por aqui, existe também um Código Mundial de Ética do Turismo que nos dá a base do papel do Turismo no Mundo e nas relações interpessoais.
    Atualmente, existem as mais variadas ofertas turísticas, com mais qualidade do que nunca, com os recursos humanos mais qualificados de sempre, e nós enquanto escola, orgulhamo-nos de poder contribuir para essa qualificação pessoal e profissional. Tudo isto contribui sem qualquer tipo de dúvida para o crescimento do sector do Turismo, mas sem nunca esquecer o fator confiança.
    E porque é que falamos de confiança? Porque podemos ter o melhor destino turístico do mundo, com mais qualidade do que qualquer outro, mas se não for confiável não irá ter quem o visite, não irá ter turistas. A confiança num destino turístico advém de vários fatores, e acreditamos que um deles está em todos aqueles que atuam no sector, nos seus recursos humanos. Assim, para além de incutir e desenvolver as mais variadas ferramentas formativas e profissionais nos nossos alunos, temos também tentado incutir valores morais e éticos de boas práticas no turismo. Não temos dúvidas que as pessoas são importantes, e que todos aqueles trabalham no sector do turismo, e que fazem de Portugal um destino turístico de excelência, são os primeiros a incutir confiança a quem nos visita, e serão estes a partilhar essa confiança por quem ainda não nos conhece.
    O momento pandémico que vivemos é exemplo disso. O Turismo é um dos sectores mais afetados por esta pandemia, muitos dizem que o ano de 2020 está feito, e que 2021 será o ano de recuperação. Mas isso só acontecerá se nos mantivermos todos ativos, com a diversidade de oferta turística que temos, com a qualidade que nos é característica, e acima de tudo com a qualidade de recursos humanos que temos hoje. A Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste continuará a dar o seu contributo nesse aspeto, adaptando-se de forma a que continuemos a formar novos alunos, e contribuir com novos profissionais de excelência, desenvolvendo o seu sentido crítico, inovador e empreendedor. Por isso acreditamos que, por maior que seja a adversidade do momento, o sector do Turismo irá ultrapassar este momento da melhor maneira, reinventando-se, mas acima de tudo devolvendo a confiança a quem nos visita, para que se sintam seguros e com vontade de nos visitarem novamente e experienciarem um destino único como é o nosso País.
    Para tal, novas regras estão a ser implementadas para que as empresas que cumprem uma série de requisitos de higiene possam apresentar e distinguir-se com o selo “Clean & Safe”, criado pelo Turismo de Portugal. Estas regras vão variar de acordo com o tipo de empresa: estabelecimentos de alojamento turístico, empresas de animação turística ou agências de viagem. Estas regras e este selo criado pelo Turismo de Portugal têm como objetivo devolver ao sector do Turismo nada mais nada menos do que aquilo que estamos a falar: Confiança!
    Porque o nosso País não mudou, um dos países mais seguros do Mundo, a nossa gastronomia, as nossas praias, as nossas serras, as nossas paisagens continuam iguais, com a qualidade, excelência e singularidade de sempre. Mas acima de tudo porque as pessoas e a nossa hospitalidade, com uma forma única de receber, continuam cá. A Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste também continua cá com a mesma missão e confiança de sempre, de portas abertas para vos receber, de forma “Clean & Safe”. Gazeta das Caldas

  • Na era digital… quem tem competências é Rei!

    Na era digital… quem tem competências é Rei!

    Vivemos, hoje, permanentemente conectados. Com meia dúzia de cliques (ou outros tantos toques no ecrã do nosso smartphone), sabemos que tempo vai estar na nossa praia preferida, quais as sugestões do dia do nosso restaurante de eleição, reservamos a viagem e a estadia para as nossas próximas férias, sabemos o que há para fazer no local que escolhemos visitar.
    É na Internet, e pela Internet, que mantemos o contacto com os outros, que sabemos o que acontece no mundo e à nossa volta, que ficamos a saber qual o spot da moda, que descobrimos o caminho mais rápido para chegar ao nosso destino… O smartphone tornou-se uma extensão do nosso braço. Os dados móveis, o wi-fi e a bateria tornaram-se necessidades ‘básicas’.
    Esta mudança de hábitos trouxe consigo um novo consumidor: mais ávido de novidades, mais volátil, que procura na web a validação das suas escolhas e as opiniões que o ajudarão a tomar uma decisão. Um consumidor muito mais desafiante para as marcas.
    A era digital veio derrubar barreiras e esbater fronteiras. E trouxe consigo uma panóplia de plataformas que permitem às empresas e às marcas, com apenas alguns cliques e, sobretudo, pouco investimento, chegar de forma certeira aos seus públicos-alvo e alcançar novos mercados… qualquer que seja a distância.
    Nunca, como agora, foi tão fácil comunicar. Nunca, como agora, foi tão fácil chegar ao outro lado do mundo. Tão fácil e tão rápido!
    A era digital veio introduzir alterações profundas na forma como se fazem os negócios. E no setor do Turismo esta mudança teve um impacto profundo.
    Surgiram novos modelos de negócio. Veja-se o Booking, a maior empresa de alojamento do mundo, sem ter uma única unidade física. O Airbnb ou o HomeAway, onde qualquer pessoa se pode tornar num ‘hoteleiro’.
    O ambiente digital ajudou também à desintermediação no setor do Turismo. Trouxe um mundo de novas possibilidades para as empresas, sobretudo as mais pequenas. Qual luta de David e Golias, os pequenos proprietários conseguem hoje ter um contacto direto com clientes de qualquer parte do mundo, disputando a sua preferência com os gigantes.
    Bem utilizados, os canais digitais são as mais poderosas ferramentas de marketing que as empresas turísticas (e não só) têm ao seu dispor. A presença digital é, por isso mesmo, incontornável na sobrevivência e no sucesso das organizações.
    Só alguém muito distraído poderá, em 2020, questionar se as empresas devem, ou não, apostar nos canais digitais. A questão que se coloca é: como devem as empresas estar presentes no ambiente digital, para que ali desfilem sem mácula? É que não basta fazer uns posts ou publicar umas stories de quando em vez.
    A introdução dos módulos de Marketing Digital Aplicado ao Turismo (no curso de Gestão e Produção de Pastelaria) e de Marketing Turístico e Digital (no curso de Gestão de Turismo) permite aos formandos da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste o contacto com ferramentas, técnicas e canais digitais fundamentais nos dias que correm.
    As competências digitais que estes adquirem ao longo de um semestre ajudam-nos a serem mais competitivos no mercado de trabalho. E para aqueles que pretendem lançar um projeto próprio, estes conhecimentos são ainda mais importantes.
    Conhecer os pressupostos, as boas práticas, as múltiplas possibilidades que os canais digitais permitem às organizações é uma grande mais-valia para o grupo de quase três dezenas de formandos que por estes dias concluem os seus cursos. Competências que, onde for que o destino e o empenho os levem, se traduzirão em valor acrescentado para as empresas que os acolherem.

    Joana Fialho
    Formadora de Marketing Digital Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste

    Gazeta das Caldas

  • Planos de Desenvolvimento Organizacional

    A nossa sociedade evolui sob a influência das mudanças nas condições económicas, sociais e até culturais, assim como sob a influência das tecnologias de informação e da “pressão” inovadora que lhe está associada. Simultaneamente, as pessoas, os profissionais, e as práticas vão mudando e os processos de trabalho tendem necessariamente a acompanhá-los.
    Diariamente os Gestores das Organizações são confrontados com exigências constantes. O fator humano e o fator máquina são uma constante, assim como os desafios a ambos ligados. Atualmente há uma preocupação de constante de equilíbrio entre diversos aspetos, desde o mais simples ao mais elaborado, desde a produção à área administrativa, desde o trabalho individual ao resultado do trabalho em equipa. Há um foco muito marcado na produtividade, e há também um foco cada vez maior na eficiência, na evolução e no bem-estar das pessoas.  Garantir um bom ambiente de trabalho é também garantir que se criam as melhores condições para o resultado da equipa e do todo.  Assim, o desenvolvimento individual dos trabalhadores, quer ao nível de conhecimentos quer ao nível de competências é um elemento essencial. Cada vez mais a competência técnica é ultrapassada pelas competências pessoais, visto que estas são cada vez mais relevantes como fator de sucesso das Organizações. Tudo isto obriga a uma alteração na forma como as Organizações encaram o desenvolvimento dos seus trabalhadores. Atualmente não se pode esperar que um trabalhador seja integrado na Organização apenas com base num determinado conhecimento técnico – quer a Organização, quer o trabalhador têm de efetuar um esforço contínuo para a formação e aprimoramento das competências mais abrangentes do colaborador com vista a obter um elevado padrão de desempenho e um elevado índice de adaptabilidade.  É necessário abandonar o conceito estático da formação e passar a abraçar o conceito mais lato e mais abrangente de desenvolvimento.  A Organização deverá definir planos de desenvolvimento ajustados às funções e cargos que tem, mas também adequados a cada trabalhador – irá assim oferecer ao trabalhador ferramentas que potenciam a sua capacidade de gestão das tarefas e que potenciam elevados padrões de desenvolvimento. Esta forma de encarar o desenvolvimento dos trabalhadores, e consequentemente o desenvolvimento da Organização, obriga a uma análise detalhada das suas necessidades evolutivas, das suas equipas, das suas funções e por fim dos seus trabalhadores. Só depois de identificadas as variáveis a desenvolver, se poderá avaliar o nível de conhecimento de base, e a partir daí, definir estratégias de melhoria ou de correção. Essas estratégias podem assim passar por formação, mentoria, coaching, treino de competências, etc. O sucesso da intervenção será determinado não só pelo empenho dos envolvidos nas ações, mas pela correta definição das necessidades e devida adaptação / personalização das estratégias.

    Dra. Marília Santo
    Project Manager

  • ADR é diferenciador nas organizações

    ADR é diferenciador nas organizações

    O maior ativo das organizações são os seus colaboradores, que, por seu lado, também podem ser o maior passivo, quando a empresa não cuida rigorosamente do seu “ADR”. Há necessidade de ATRAIR os colaboradores que têm as melhores competências, no entanto é fundamental que os seus valores e atitudes se alinhem com os da organização. Termos colaboradores com competências técnicas e que não “transpirem” os valores e a visão da organização, pode ser uma “pedra na engrenagem” e, como tal, fazem parte do problema. Quão importante é, nas organizações, o processo de recrutamento e seleção ser cada vez mais feito atendendo aos Meta Programas e valores das pessoas e do seu alinhamento com a própria empresa? Se tivermos estes fatores em atenção, vamos, com certeza, ter os melhores, os mais alinhados e envolvidos, tendo em conta que as competências técnicas são adquiridas ao longo da sua estadia na empresa. ATRAIR e saber selecionar é fator crítico para o sucesso das organizações. Agora que já atraímos as pessoas mais alinhadas com a nossa organização, cabe-nos não os deixar à deriva, certo? Sabemos qual a importância do Desenvolvimento das pessoas nas organizações. Este desenvolvimento feito através da Formação e, porque não, do Coaching trará efeitos fenomenais, quando alinhados com o desenvolvimento da organização. Ajudar e permitir que as pessoas cresçam dentro da Empresa, aumenta em muito a probabilidade de ver a EMPRESA crescer, e assim estamos a DESENVOLVER. Já falámos da importância da Atração e do Desenvolvimento de pessoas nas organizações. Estes fatores são relevantes para o sucesso, no entanto se não tivermos em atenção a RETENÇÃO dos talentos Admitidos e Desenvolvidos podemos pôr em causa todo o trabalho realizado. Há necessidade de manter motivados e envolvidos na organização os colaboradores mais bem preparados para que não sintam necessidade de procurar oportunidades fora e, desta maneira, os seus objetivos estejam alinhados com os da nossa empresa. Os benefícios possibilitam aos talentos ficarem na organização, mas, tão ou mais importante do que isso, é a Liderança. Os colaboradores que sentem que os seus Líderes os valorizam, os envolvem e permitem o seu desenvolvimento são pessoas mais felizes nas empresas. O ADR permite ter um clima organizacional diferenciador!

  • Abertas inscrições para curso de nadador-salvador nas Caldas

    Estão abertas as inscrições para um curso de nadador-salvador, que terá lugar nas Piscinas Municipais das Caldas da Rainha, entre 14 de Março e 20 de Abril. As inscrições são limitadas e o curso será ministrado em horário pós-laboral. Este curso de formação profissional está aberto a maiores de 18 anos, com robustez física e psíquica e escolaridade obrigatória, salienta a organização, a cargo da Oesterescue (Associação de Nadadores Salvadores), das Caldas da Rainha.

  • AIRO candidata-se a projecto destinado a formação nas PME

    A AIRO – Associação Empresarial da Região Oeste candidatou-se junto da Associação Empresarial de Portugal a um projecto denominado “Formação PME”, que será financiado pelo Fundo Social Europeu e Estado Português. A iniciativa pretende disponibilizar consultores nas áreas da “Economia Digital” e “Gestão da Inovação” a 24 PME, de forma a ajudar a melhorar o seu desempenho nestas áreas essenciais para o seu desenvolvimento. Podem participar micro, pequenas e médias empresas.

  • Orçamento de Estado de 2020

    Orçamento de Estado de 2020

    No passado dia 6 de fevereiro foi aprovado o orçamento de Estado para 2020, estando agora a aguardar a respetiva publicação. Apesar da expectativa ser alta, na realidade o tão esperado Orçamento de Estado, pouco vem adiantar às empresas, tendo um cariz mais social.
    Resumimos abaixo as principais medidas que se destacam, na nossa opinião, como mais relevantes:

    1) Proteção Social
    • Aumento do salário mínimo nacional
    O salário mínimo para os particulares acompanha o aumento da função pública sendo aumentado para €635
    • Aumento das pensões apoio social mais baixas
    As pensões abaixo de 658,22 euros (1,5 IAS – Indexante dos Apoios Sociais) irão beneficiar de um aumento de dez euros, salvo as que tenham sido atualizadas no período entre 2011 e 2015 em que o valor do acréscimo a realizar é de apenas seis euros.
    • Reforço do complemento solidário para idosos
    • Requalificação de estruturas de apoio social

    2) Proteção da Parentalidade
    • Promoção da parentalidade: 20 dias úteis de subsídio parental e extensão da licença para assistência a filhos com doença oncológica
    Relembramos que aquando a alteração ao Código do Trabalho operada em Outubro de 2019, duas foram as matérias cuja entrada em vigor dependia deste instrumento, pelo que agora se consideram para os devidos efeitos:
    – A licença parental obrigatória do pai passa a ser de 20 dias úteis (ao invés dos 15 dias úteis), nas primeiras 6 semanas seguintes ao nascimento, dos quais 5 consecutivos devem ser gozados imediatamente após o parto, seguido de 5 dias úteis facultativos a gozar em simultâneo com a licença inicial por parte da mãe (ao invés dos 10 dias úteis até aqui previstos);
    – Os subsídios da Segurança Social inerentes à parentalidade foram igualmente revistos havendo aumentos de comparticipação por parte desta entidade.
    • Creches: alargamento da rede e dos horários
    • Aumento do abono de família: para crianças entre 4-6 anos
    • Maior dedução à coleta IRS a partir do 2º filho

    3) Políticas de Inserção no mercado de trabalho
    • IRS Jovem: 18-26 anos após conclusão de ensino secundário ou superior
    Isenção de 30%, 20% e 10% nos 3 primeiros anos (trabalho dependente)

    4) Outros relevantes
    • Aquisição de passes sociais
    Os gastos suportados com a aquisição de passes sociais em benefício do pessoal ou dos reformados da empresa e respetivos familiares, passam a ser considerados em 130% para efeitos de IRC
    • Viaturas
    Os encargos com viaturas ligeiras de passageiros, ligeiras de mercadorias, motos e motociclos, com custo de aquisição até € 27.500 (atualmente € 25.000) passam a estar sujeitos à taxa de 10%,
    • Direito à dedução
    As despesas respeitantes a eletricidade utilizada em viaturas elétricas ou híbridas plug-in passam a ser dedutíveis em sede de IVA.
    • Créditos incobráveis e de cobrança duvidosa
    Os créditos que estejam em mora há mais de 12 meses (em vez de 24 meses), desde a data do respetivo vencimento, caso existam provas objetivas de imparidade e de terem sido efetuadas diligências para o seu recebimento, passam a considerar-se incobráveis ou de cobrança duvidosa.
    • IUC
    Verifica-se um aumento generalizado em cerca de 0,3% no valor do IUC.

    De notar que apesar de ter entrado em vigor a 1 de janeiro a Contribuição Adicional por Rotatividade Excessiva, não vem prevista no orçamento de Estado qualquer indicador sectorial, cujo prazo para aferição é o 1º trimestre. Assim, ficamos ainda a aguardar esta publicação.

    Rita Baptista,
    Partner/Advogada na Lacerda Dias & Associados –

    Sociedade de Advogados, R.L

  • Liderança & Empatia

    Liderança & Empatia

    A temática da liderança tem sido objeto de diversos estudos ao longo dos anos, muito pelo facto de, a dada altura, se ter percebido que a forma como lideramos tem influência direta no desempenho, envolvimento e motivação das equipas. Especialistas no estudo da temática da liderança encararam-na, durante muito tempo, como um traço de personalidade, exclusivamente dependente das características pessoais e inatas do sujeito. Deste modo, liderar seria uma competência/habilidade que ou se tinha ou não se tinha.
    Hoje entendemos pelo termo uma competência que depende grandemente da forma como o indivíduo se relaciona com a sociedade e da aprendizagem que faz do meio que o rodeia, sendo por isso possível trabalhar, desenvolver e aperfeiçoar capacidades de liderança. No entanto, quando abordamos esta questão em contexto de formação, a dificuldade de nos vermos enquanto líderes e de encaramos a liderança como algo inatingível para o comum dos mortais, dá azo a discussões enriquecedoras. Muitos alunos argumentam que esta competência dificilmente pode ser trabalhada e, paralelamente, associam-na apenas à chefia ou a figuras históricas, tais como Gandhi, Nelson Mandela, William Wallace, que a elevam a um patamar onde poucos ousam chegar.
    O trabalho desenvolvido na Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste, nomeadamente no módulo “Liderança, Gestão e Motivação de Equipas”, vai além de lecionar os conteúdos temáticos, passando por desmitificar a ideia de que apenas são líderes aqueles que chefiam de um modo formal, ou que inspiraram multidões e mudaram o mundo. Todos nós, em algum momento das nossas vidas, podemos deparar-nos com circunstâncias em que as atitudes e os comportamentos vão exercer influência na vida dos outros, fazendo com que sejamos fonte de inspiração/motivação, muitas vezes sem termos a noção de que tal aconteceu. Importa por isso, no nosso dia-a-dia, enquanto pessoas e profissionais, fazer a diferença, aperfeiçoando capacidades de comunicação, utilizando estratégias que permitam compreender e “escutar de forma ativa” as pessoas com quem nos cruzamos. Esta atitude permanente de empatia para com o outro dá-nos o extraordinário poder de perceber melhor as pessoas e as suas ações, podendo agir em conformidade e fazendo-as sentir-se compreendidas, relevantes, importantes. É isto que tentamos transmitir aos alunos, na esperança de que assim possam tornar-se melhores pessoas, mais competentes e eficazes quando chegar a hora de liderar.
    Remetendo para o mercado de trabalho, este está, em grande parte, organizado de uma forma que implica cooperação e a realização de uma sucessão de ações concertadas, tendo em vista a persecução de um determinado objetivo. Assim, não é nenhuma surpresa que uma das competências transversais mais valorizadas pelos recrutadores seja a capacidade de trabalhar em equipa. Neste contexto, será também natural que exista a necessidade de compreender essas equipas, gerir expectativas, encontrar pontos de convergência e uma linguagem comum, que facilite o funcionamento das mesmas como um todo. Em suma, mais do que precisar de pessoas para gerir equipas, as empresas precisam de líderes capazes de utilizar as emoções nos sentidos de inspirar e de motivar, fazendo que a equipa se sinta envolvida e comprometida com os objetivos a atingir.
    Os estilos de liderança mais “tradicionais” — autoritário, democrático e liberal — tornaram-se obsoletos, sendo que uma teoria como a de “Liderança Situacional”, de Paul Hersey e Kenneth Blanchard, está muito mais ajustada à realidade actual. Neste estilo de liderança o comportamento do líder tem em consideração o nível de maturidade da equipa, adotando-se comportamentos ideais perante cada situação. Esta capacidade de ajustar o comportamento à equipa requer líderes empáticos, flexíveis, emocionalmente inteligentes, capazes de liderar e de motivar todo o tipo de pessoas perante as mais diversas e difíceis situações.
    Para concluir, formar pessoas na área comportamental é um desafio constante, que na Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste procuramos desenvolver de forma ativa, para o qual concorre a forte convicção de que formar pessoas atentas às diferenças individuais, adotando atitudes de compreensão e de empatia para com o outro, representa um passo importante no longo caminho de uma sociedade mais equilibrada. Formar melhores líderes repercute-se na formação de melhores colegas de trabalho e de melhores profissionais, mas também na formação de melhores cidadãos.
    Ana Margarida Alexandre
    Formadora de Liderança, Gestão e Motivação de Equipas

    Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste

    Gazeta das Caldas

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