Category: Desporto

  • Pimpões em destaque com três pódios

    Pimpões em destaque com três pódios

    Clube caldense teve seis jovens no encontro distrital de Cadetes

    A Sociedade de Instrução e Recreio (SIR) “Os Pimpões” participou, no mês de abril, no Campeonato Nacional de Fundo de Masters, que decorreu a 12 de abril, novamente na Piscina Olímpica de Coimbra, com a presença de cerca de 250 inscritos. O clube obteve três lugares de pódio na competição nacional, à qual levou quatro atletas, todos a competir nos 1500 metros Livres.

    Elisabete Rosa (Masters G) e André Rocha (Masters E) classificaram-se na segunda posição dos respetivos escalões, com os tempos de 25m13s02 e 23m20s91. Tiago Ribeiro (Masters E) alcançou o terceiro lugar, logo a seguir a André Rocha, terminando em 25m47s85, e Francisco Ferraz (Masters G) ficou na sexta posição do seu escalão, com a marca de 27m39s79.

    Jovens no Encontro Distrital
    A 6 de abril, realizou-se o encontro distrital de natação no Complexo de Piscinas Municipais de Leiria. Dos 24 nadadores convocados pela Associação de Natação Distrital de Leiria, seis pertencem à SIR “Os Pimpões”, o que corresponde a 25% da seleção. Os atletas chamados à equipa foram Constança Carneiro, Inês Marciano, Matilde Pereira, Matheus Santos, Afonso Brito e Martim Silva.

    A convocatória para este encontro baseou-se nos resultados do 2.º Torregri, prova disputada a 28 e 29 de março, nas Piscinas Municipais de Pombal. A competição de qualificação envolveu representantes de 13 clubes do distrito de Leiria.

    Os jovens nadadores presentes no encontro distrital
  • Caldas RC é vice-campeão nacional W30M40

    Caldas RC é vice-campeão nacional W30M40

    Pelicanos foram finalistas e só perderam para o Técnico

    O Caldas RC sagrou-se vice-campeão nacional do Campeonato Nacional Masters W30M40 de Touch Rugby, depois de disputar a final contra o Técnico Touch, que revalidou o título da modalidade ao vencer os pelicanos por 3-1. O evento decorreu no sábado, no relvado da Escola Agrária, na cidade de Coimbra, sob a organização conjunta da Associação Touch Rugby Portugal e da Agrária de Coimbra.

    A equipa das Caldas da Rainha atingiu o jogo decisivo após concluir a fase de apuramento no primeiro lugar e eliminar a Associação Académica de Coimbra (AAC) na meia-final. O confronto terminou empatado no tempo regulamentar de 20 minutos, tendo o Caldas RC Touch vencido por 3-2 através do critério de desempate “drop-off”. Os caldenses apenas foram travados na final, pela equipa detentora do título.

    A competição foi estruturada no formato “semi-round robin”, modelo no qual as sete formações presentes disputaram quatro partidas de 20 minutos. Na fase inicial, o Caldas RC Touch somou quatro vitórias. O coletivo derrotou a Agrária de Coimbra (5-0), o Braga Touch (3-1), o Técnico Touch (4-3) e o SL Benfica Touch (3-1).

    A prova da variante Touch Rugby incluiu o Caldas RC Touch, a Associação Académica de Coimbra, a Agrária de Coimbra, o Braga Touch, o SL Benfica Touch, o Técnico Touch e o Touch S. Miguel. O acesso da equipa do Caldas RC Touch a esta fase final resultou da conquista do primeiro lugar no Torneio Regional Norte/Centro, realizado a 10 de janeiro, na localidade da Moita, em Anadia.

    A obtenção do estatuto de vice-campeão nacional representa uma subida na tabela classificativa relativamente ao terceiro lugar alcançado na época transata.
    O plantel do Caldas RC Touch, sob a coordenação técnica do treinador Paulo Santos e do diretor de equipa Paulo Cunha, foi composto por Andrew Peters, Francisco Calado, Frederico Goslino, Joaquim Santos, Luís Lalanda, Matilde Nalha, Miguel Correia, Miguel Simões, Paulo Cunha, Paulo Santos, Pedro Monteiro, Rafaela Ferreira e Vítor Pereira.

    Seniores perdem no Porto
    A uma jornada do fim da 1.ª Divisão Nacional, o Caldas RC tem já a classificação final da sua equipa principal garantida, no quinto lugar, o que representa uma melhoria face ao oitavo posto conseguido na época passada.

    Na penúltima jornada do campeonato, os pelicanos deslocaram-se ao terreno do Sport Clube do Porto e, num jogo equilibrado, acabaram por perder por 33-21.

    Os caldenses até saíram na frente, depois de se adiantarem com um ensaio de Tomás Cambournac, transformado por Rodrigo Cavaco Silva. Mas os portuenses respondeu com três ensaios, saindo para o intervalo a vencer por 25-7. Na segunda parte, os caldenses aproximaram-se com ensaios de Tomás Cambournac e Rafael Cavaco Silva, mas a formação do Porto garantiu o triunfo com mais um ensaio.

    Os pelicanos encerram a prova este sábado em casa, contra o Direito.

  • Andebol do Caldas já conta com cerca de 40 jovens atletas

    Andebol do Caldas já conta com cerca de 40 jovens atletas

    Projeto aposta na captação nas escolas e já soma quatro escalões

    Ao fim de uma época e meia de atividade, o projeto de andebol do Caldas SC apresenta um crescimento sustentado, com o foco na formação e na captação de jovens atletas. O clube já conta com cerca de 40 atletas dos escalões de Sub-12 e Sub-14 e uma das equipas já atingiu esta época a fase final do campeonato distrital.

    No passado domingo, a secção organizou o Andebol School Fest, uma atividade destinada a “dar a conhecer o andebol nas escolas”, explica José Matos, responsável pelo projeto, sublinhando a ausência da modalidade no primeiro ciclo nas escolas do concelho. A iniciativa já demonstrou resultados práticos: “o ano passado conseguimos captar seis, sete miúdos só do evento”, realça, acrescentando que, ainda este ano, haverá mais uma oportunidade para levar a modalidade às escolas.

    O andebol no Caldas começou a dar os primeiros passos na época passada, partindo do zero. Na época de estreia, o clube terminou com 22 atletas, distribuídos por duas equipas de Sub-12, masculina e feminina. Nesta segunda temporada, os números praticamente duplicaram. São agora cerca de 40 jovens jogadores em equipas de Sub-14 e numa equipa mista de Sub-12. José Matos destaca a taxa de retenção elevada. Até agora, registou-se apenas uma desistência, “uma menina cuja mãe não tinha disponibilidade de horário para a trazer aos treinos”, conta.

    José Matos acredita que a evolução do número de atletas é a ideal nesta fase do projeto, com um crescimento controlado. “Não interessa termos 60 miúdos e, depois, não termos treinadores para trabalhar com eles”, afirma, apontando a escassez de técnicos como um dos principais constrangimentos. Atualmente, há três técnicos, incluindo o próprio José Matos, que espera conseguir, futuramente, atrair estudantes da Escola Superior de Desporto de Rio Maior para estágios. “Se subirmos 20 atletas por ano, daqui a cinco anos poderemos ter os escalões todos”, nota.

    Mais importante que a evolução no número de atletas, tem sido o crescimento dos próprios atletas. Em termos competitivos, os resultados são encarados como secundários nesta fase inicial, mas já existem indicadores positivos. A equipa de Sub-14 garantiu um lugar entre as quatro melhores do distrito na primeira fase da competição e está atualmente a disputar a fase final com as equipas de topo do distrito, o Cister de Alcobaça, o Dom Fuas da Nazaré e a Juve Lis, de Leiria. “Foi um grande feito para nós, embora nesta fase seja muito difícil”, destaca o responsável.

    Paralelamente, o clube prepara o arranque de um grupo de veteranos, envolvendo antigos praticantes da modalidade na região. A iniciativa, com início previsto para maio, pretende dinamizar o projeto e reforçar o vínculo comunitário ao andebol.

    O apoio institucional tem sido outro fator determinante. José Matos destaca que o clube tem assegurado as condições logísticas e há também apoio das juntas de freguesia nos transportes para os jogos.

    Com bases ainda recentes, o andebol do Caldas SC vai, assim, consolidando o seu espaço, num percurso que privilegia a sustentabilidade. Os treinos da secção realizam-se no pavilhão do Colégio Rainha D. Leonor, às segundas, quartas e quintas-feiras a partir das 19 horas.

  • Rodrigo Amaro reeleito no Caldas SC com 95,3% dos votos

    Rodrigo Amaro reeleito no Caldas SC com 95,3% dos votos

    Fernanda Almeida e Filipe Mateus lideram Assembleia Geral e Conselho Fiscal

    Reconduzido na presidência do Caldas Sport Clube, Rodrigo Amaro apresentou um balanço globalmente positivo dos últimos dois anos e traçou metas ambiciosas, mas sustentadas, para o novo mandato, sublinhando a ideia de continuidade no trabalho desenvolvido.

    Numa pouco usual assembleia marcada para a tarde de sábado, os sócios responderam à chamada, mesmo sem haver mais do que uma lista às eleições, nem temas polémicos para discutir. No total, 136 sócios compareceram no auditório dos Paços do Concelho e o presidente, com equipa renovada, foi reconduzido com 95,3% dos votos, 122 dos 128 apurados. Rodrigo Amaro é acompanhado na direção pelo adjunto João Horta e pelos ‘vices’ Rita Moiteiro, Pedro Creio, André Santos, Bruno Rodrigues, Paulo Aires, João Ova Lopes, Henrique Mateus, António Sancheira e António Tavares.

    A Assembleia geral passa a ser presidida por Fernanda Almeida, que depois de ter sido a primeira mulher a presidir a direção, será agora a primeira a liderar a assembleia. “O coração fala sempre mais alto. Estou longe há 15 anos, mas acompanho sempre o Caldas. É o clube do coração, é muito amor e dedicação”, afirmou Fernanda Almeida à Gazeta das Caldas, sublinhando que, apesar de residir atualmente no Algarve e de ter uma vida profissional exigente, sentiu que “tinha que estar disponível” para ajudar o clube.

    A dirigente saudou a elevada participação de sócios na assembleia eleitoral, sinal claro da vitalidade do clube e da confiança no trabalho desenvolvido. “Os sócios estão com o clube. Isso enche-me de orgulho e mostra que o Rodrigo fez um trabalho espetacular e vai continuar a fazer com esta equipa jovem”, referiu. A nova presidente da Mesa da Assembleia Geral vê precisamente na juventude dos dirigentes um dos principais trunfos para o futuro. “É vitalidade e a garantia de que o clube nunca vai morrer”, salientou, valorizando o “orgulho de ser caldense e do Caldas” que identifica nas novas gerações.

    Confiante no trabalho a desenvolver, Fernanda Almeida admite que existem ideias para o futuro. “Queremos fazer um bom trabalho. Se nos deixarem, porque sozinhos não fazemos nada. Temos ideias e talvez daqui a três anos possamos falar do que foi feito”, concluiu.

    Na AG, Fernanda Almeida é acompanhada por Miguel Lança, Fernando Clérigo e João Sancheira.

    No Conselho Fiscal, Filipe Mateus assume a presidência, acompanhado por Paulo Espírito Santo, Sónia Casimiro e Eduardo Matos.

    Balanço e ambições
    Num balanço que fez dos dois anos de mandato, Rodrigo Amaro destacou o rigor da gestão como uma das principais conquistas. O clube registou um resultado positivo de 47 mil euros no primeiro exercício e, no atual, apresenta já um saldo positivo de 29 mil euros no final do primeiro semestre. “Aumentámos a receita e controlámos a despesa”, sintetizou, mostrando-se confiante quanto ao fecho da época. Também ao nível do merchandising e da valorização da marca Caldas houve um crescimento significativo, com receitas a “dispararem”.

    Outro dos eixos do mandato passou pela dinamização da atividade desportiva. O clube criou novas modalidades, como o andebol de formação, reativou o ténis de mesa em vertente competitiva e recreativa e integrou ainda o bilhar. O presidente anunciou ainda que foi iniciado o processo de titularidade do Campo da Mata, além de melhorias no campo Vasco de Oliveira (Quinta da Boneca), que além de ter voltado a ter o bar em funcionamento, está a ser preparado para receber uma cobertura na bancada. Rodrigo Amaro destacou ainda o reatar do processo de mudança da sede para as antigas Colmeias (junto aos Silos) e a aquisição do miniautocarro que pertencia à União de Freguesias de Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório, que foi entretanto reparado e depois de ser personalizado começará a transportar as equipas do clube.

    De uma extensa lista de pontos do programa apresentado há dois anos que já foram cumpridos, a implementação da venda online de bilhetes e o reforço da presença em eventos locais, a par do regresso das galas e do jantar de aniversário foram alguns dos destaques, assim como o crescimento do número de associados (mais 500 em relação ao início do mandato)
    Rodrigo Amaro fez ainda questão de agradecer o contributo de dirigentes, colaboradores, voluntários, atletas e parceiros que permitiram desenvolver o seu programa, destacando o “amor ao Caldas” como elemento agregador. Sublinhou também a importância da ligação às empresas da região, considerando existir “um potencial enorme” de crescimento através dessa proximidade.

    Para o novo mandato, o líder caldense defende a continuidade da estratégia, sem alterações profundas, mas com objetivos claros. No plano desportivo, a prioridade passa por consolidar a equipa sénior na Liga 3, com a ambição de alcançar os quatro primeiros lugares, como passo intermédio para, a médio prazo, o clube poder almejar os campeonatos profissionais. “Em quatro ou cinco anos devemos ter bases para ambicionar essa chegada”, afirmou.

    Até 2030, o clube pretende duplicar o número de sócios, passando dos atuais 2500 para 5000, e ultrapassar os 500 atletas. Está também prevista a criação do futebol feminino, futsal e futebol de praia, numa lógica de crescimento sustentado, privilegiando a formação antes da vertente sénior.

    A nível financeiro, o orçamento atual, próximo de um milhão de euros, poderá atingir os dois milhões num horizonte de três a quatro anos, através da diversificação de receitas e da progressiva profissionalização da gestão.

    Rodrigo Amaro quer ainda reforçar a componente digital e transformar os jogos numa “experiência de marca”, ao mesmo tempo que defende um papel ativo do clube na reflexão sobre o futuro do desporto no concelho, promovendo iniciativas como conferências ou congressos.

    A tomada de posse será este sábado pelas 10h30 no Campo da Mata.

  • Caldas já tem as Chaves na mão, só falta trancar a porta

    Caldas já tem as Chaves na mão, só falta trancar a porta

    Mais uma vitória com reviravolta épica nos descontos deixa manutenção a um pontinho

    Está quase! Depois de uma segunda volta que deixou os adeptos ansiosos quanto ao que poderia ser a segunda fase do campeonato, a três jornadas do fim da Liga 3 o Caldas só precisa de mais um pontinho para fechar em definitivo as contas da manutenção. Só um hecatombe de dimensões bíblicas pode agora atirar o Caldas para o Campeonato de Portugal e os pelicanos podem apontar as baterias à liderança da Série. E quem tinha as chaves para resolver a questão era o camisola 9.

    Foi mais um jogo memorável para os pelicanos, que são já os reis da vitória por 2-1 com reviravolta no marcador nesta ediçãoda Liga 3. E se a receita tem resultado no Campo da Mata, porque não levá-la para fora de casa também!?

    O jogo na Amora teve uma primeira parte mais tática. O Amora, mesmo a precisar de ganhar para manter as esperanças na manutenção, arriscou pouco. O Caldas, a favor do vento, teve mais domínio, mas sem grandes oportunidades e o lance mais perigoso que teve foi anulado por fora-de-jogo.
    Como tem sido habitual, sublinhe-se, João Aguiar não teve medo de mexer na equipa. Gonçalo Chaves entrou para o lugar de João Vieira e trouxe agressividade ao ataque do Caldas. Os pelicanos pareciam por cima do jogo, mas voltaram a ser surpreendidos. Dino Semedo, lançado por Fábio Pala na área, teve direito a recarga após um primeiro remate e, à segunda, não falhou.

    A perder, o Caldas ficava a curtos 3 pontos da linha de água, o que colocava pressão nos pelicanos. No entanto, a reação voltou a ser boa. Dez minutos depois de sofrer, o Caldas empatou, num lance que começou com uma recuperação de bola de Pipo, Clemente encontrou na área Gonçalo Chaves, o avançado dominou no peito, em progressão, e fez golo.

    O nervoso miudinho foi crescendo no Amora e jogo partiu. Na parte final ambas somaram oportunidades para chegar ao triunfo, mas foi o Caldas, e Gonçalo Chaves, que prevaleceram (ver momento do jogo), com o avançado a dar a vitória com um bis a abrir os descontos.

    Agora, as contas não podiam ser mais fáceis de fazer. O Caldas já só desce se perder todos os três jogos que faltam (Atlético, Sp. Covilhã e 1.º Dezembro) e, ao mesmo tempo, o 1.º Dezembro vencer os seus (Amora, Atlético e Caldas). Já uma vitória na Tapadinha, este sábado, coloca os pelicanos no primeiro lugar da Série, o que seria um prémio mais do que justo pela segunda fase que a equipa está a fazer, e pela primeira volta da primeira fase.

  • Caldas vira na Amora nos descontos e fica a um ponto da manutenção

    Caldas vira na Amora nos descontos e fica a um ponto da manutenção

    Bis de Gonçalo Chaves garante triunfo (1-2) com mais uma reviravolta e deixa pelicanos à beira de assegurar a permanência na Liga 3

    O Caldas deu um passo decisivo rumo à manutenção ao vencer no terreno do Amora por 2-1, ficando agora a apenas um ponto de garantir matematicamente a permanência na Liga 3, mas com o primeiro lugar da Série 2 à vista. A equipa orientada por João Aguiar voltou a demonstrar capacidade de reação, operando a reviravolta na segunda parte, com Gonçalo Chaves em destaque.

    Num encontro equilibrado e com poucas ocasiões na primeira parte, foi o Caldas quem teve mais bola e maior presença em zonas ofensivas, ainda que sem conseguir desmontar a organização defensiva do Amora. As melhores aproximações pertenceram aos pelicanos, com João Tarzan e Filipe Oliveira a tentarem o remate, mas sem sucesso. Do outro lado, a equipa da casa raramente conseguiu criar perigo junto da baliza de Wilson Soares.

    O nulo ao intervalo espelhava bem o equilíbrio e a falta de oportunidades claras, num jogo muito tático.

    Na segunda parte, o Caldas tentou assumir mais o jogo, mas foi o Amora a adiantar-se no marcador. Aos 60 minutos, Dino Semedo aproveitou uma jogada de insistência pela direita e, após um primeiro remate intercetado, fez o 1-0 na recarga.

    A resposta dos pelicanos não tardou. Aos 70 minutos, numa recuperação de bola de Pipo, Clemente assistiu Gonçalo Chaves, que dominou já na área, passou o adversário direto e atirou para o empate.

    O jogo abriu na reta final, com ambas as equipas à procura da vitória. O Amora esteve perto de voltar a marcar, com Aboubakar a acertar na barra já em tempo de compensação, mas foi o Caldas quem voltou a ser eficaz. Aos 90+2 minutos, Dani Fernandes cruzou da direita e Gonçalo Chaves, de cabeça, surpreendeu o guarda-redes adversário, consumando a reviravolta e garantindo três pontos preciosos.

    Com este triunfo, o Caldas é segundo da série com 18 pontos, a dois do primeiro, que é o Atlético e com 8 de vantagem para o 1° Dezembro, a três jornadas do fim da prova.

  • Caldas vira na Amora nos descontos e fica a um ponto da manutenção

    Caldas vira na Amora nos descontos e fica a um ponto da manutenção

    Bis de Gonçalo Chaves garante triunfo (1-2) com mais uma reviravolta e deixa pelicanos à beira de assegurar a permanência na Liga 3

    O Caldas deu um passo decisivo rumo à manutenção ao vencer no terreno do Amora por 2-1, ficando agora a apenas um ponto de garantir matematicamente a permanência na Liga 3, mas com o primeiro lugar da Série 2 à vista. A equipa orientada por João Aguiar voltou a demonstrar capacidade de reação, operando a reviravolta na segunda parte, com Gonçalo Chaves em destaque.

    Num encontro equilibrado e com poucas ocasiões na primeira parte, foi o Caldas quem teve mais bola e maior presença em zonas ofensivas, ainda que sem conseguir desmontar a organização defensiva do Amora. As melhores aproximações pertenceram aos pelicanos, com João Tarzan e Filipe Oliveira a tentarem o remate, mas sem sucesso. Do outro lado, a equipa da casa raramente conseguiu criar perigo junto da baliza de Wilson Soares.

    O nulo ao intervalo espelhava bem o equilíbrio e a falta de oportunidades claras, num jogo muito tático.

    Na segunda parte, o Caldas tentou assumir mais o jogo, mas foi o Amora a adiantar-se no marcador. Aos 60 minutos, Dino Semedo aproveitou uma jogada de insistência pela direita e, após um primeiro remate intercetado, fez o 1-0 na recarga.

    A resposta dos pelicanos não tardou. Aos 70 minutos, numa recuperação de bola de Pipo, Clemente assistiu Gonçalo Chaves, que dominou já na área, passou o adversário direto e atirou para o empate.

    O jogo abriu na reta final, com ambas as equipas à procura da vitória. O Amora esteve perto de voltar a marcar, com Aboubakar a acertar na barra já em tempo de compensação, mas foi o Caldas quem voltou a ser eficaz. Aos 90+2 minutos, Dani Fernandes cruzou da direita e Gonçalo Chaves, de cabeça, surpreendeu o guarda-redes adversário, consumando a reviravolta e garantindo três pontos preciosos.

    Com este triunfo, o Caldas é segundo da série com 18 pontos, a dois do primeiro, que é o Atlético e com 8 de vantagem para o 1° Dezembro, a três jornadas do fim da prova.

  • Rodrigo Amaro eleito para segundo mandato no Caldas com 95,3% dos votos

    Rodrigo Amaro eleito para segundo mandato no Caldas com 95,3% dos votos

    Rodrigo Amaro, presidente em exercício do Caldas SC, foi este sábado eleito para um segundo mandato à frente dos destinos do clube, e viu a sua recondução validada por 95,3% dos sócios votantes na assembleia eleitoral.

    Numa assembleia geral que teve 136 sócios inscritos, dos quais 128 exerceram o direito de voto, a direção recebeu 122 votos válidos, quatro brancos e dois nulos, sendo o órgão com maior percentagem de votação.

    Fernanda Almeida, que exerceu por duas ocasiões a presidência da direção do Caldas, tendo sido, inclusivamente, a primeira mulher no cargo, é a nova presidente da Mesa da Assembleia Geral, eleita com 112 votos, 14 brancos e dois nulos, enquanto o Conselho Fiscal passa a ser liderado por Filipe Mateus, que também regressa aos órgãos sociais do clube, eleito com 115 votos, 11 brancos e dois nulos.

    A tomada de posse será na sexta-feira, 17 de abril, ao final da tarde no Campo da Mata.

    Antes da eleição, Rodrigo Amaro apresentou um balanço globalmente positivo dos últimos dois anos e traçou metas ambiciosas, mas sustentadas, para o novo mandato, sublinhando a ideia de continuidade no trabalho desenvolvido.

  • Inscrições abertas para a 2.ª edição da Meia Maratona Rainha D. Leonor

    Inscrições abertas para a 2.ª edição da Meia Maratona Rainha D. Leonor

    Evento desportivo realiza-se a 14 de junho com novos percursos e prémios monetários para a prova principal

    As inscrições para a segunda edição da Meia Maratona Rainha Dona Leonor, agendada para 14 de junho, nas Caldas da Rainha, já se encontram abertas. O evento, promovido pelo Município das Caldas da Rainha e com organização técnica da HMS Sports, inclui provas de 21,1 km, 10 km, 5 km e uma Corrida das Crianças.

    A edição deste ano apresenta novos percursos e introduz prémios monetários para os três primeiros classificados masculinos e femininos da meia maratona, fixados em 500 euros, 250 euros e 150 euros, respetivamente. A Câmara Municipal das Caldas da Rainha atribuirá também um voucher de 200 euros em material desportivo à escola e à associação do concelho com o maior número de inscritos no total das provas.

    O programa com ponto central no Complexo Desportivo Municipal inicia-se às 09h00 com a Corrida das Crianças, de participação gratuita e destinada a jovens nascidos entre 2013 e 2021. Às 10h00, arrancam a meia maratona, exclusiva para maiores de 20 anos, a prova de 10 km, para maiores de 18 anos, e a caminhada de 5 km, sem limite de idade.

    As inscrições decorrem no site oficial do evento com valores reduzidos até 20 de abril: 15 euros para a prova principal, 12 euros para os 10 km e 8 euros para os 5 km. A entrega dos kits de atleta, que incluem uma t-shirt oficial e uma medalha para os finalistas, será feita nos dias 12, 13 e 14 de junho. Os inscritos nas distâncias de 21,1 km e 10 km recebem ainda um par de meias.

  • MVD voltou a lembrar Tomás Sacramento

    MVD voltou a lembrar Tomás Sacramento

    Homenagem ao antigo atleta reuniu perto de 300 jovens atletas de todo o país

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  • Pimpões conquistam um título e mais sete pódios nos escalões de juniores e juvenis

    Pimpões conquistam um título e mais sete pódios nos escalões de juniores e juvenis

    Clube caldense arrecadou ouro, prata e bronze na competição de Juniores, com Mikhael Onutskyy e Santigo Parreira em destaque, enquanto Guilherme Rebelo foi ao pódio no Nacional de Juvenis

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  • Diogo Daniel está no terceiro lugar do ranking europeu de para badminton

    Diogo Daniel está no terceiro lugar do ranking europeu de para badminton

    Caldense que concilia a prática desportiva com a atividade profissional no design gráfico está a lutar pelo apuramento para os Jogos de Los Angeles 2028

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  • Escola de ciclismo dos Pimpões vence por equipas

    Escola de ciclismo dos Pimpões vence por equipas

    Equipa caldense somou vários pódios nos diversos escalões

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  • Rodrigo Amaro recandidata-se para consolidar o crescimento do Caldas SC

    Rodrigo Amaro recandidata-se para consolidar o crescimento do Caldas SC

    Presidente do Caldas SC apresenta-se a votos com lista única, defendendo a continuidade do trabalho iniciado em 2024, com foco no equilíbrio financeiro, valorização da formação e melhoria das infraestruturas do clube

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  • Nazaré Euro Winners Cup em futebol de praia pelo décimo ano consecutivo

    Nazaré Euro Winners Cup em futebol de praia pelo décimo ano consecutivo

    A competição europeia de clubes decorre entre 5 e 14 de junho no Estádio do Viveiro, reunindo equipas masculinas e femininas

    A Nazaré vai receber a Euro Winners Cup de futebol de praia pelo décimo ano consecutivo. A competição internacional, que reúne equipas masculinas e femininas europeias, decorre entre os dias 5 e 14 de junho no Estádio do Viveiro Jordan Santos.

    A organização e realização do evento desportivo resultam de um acordo tripartido entre o Município da Nazaré, a empresa municipal Nazaré Qualifica e a entidade internacional Pro Beach Soccer, responsável pela gestão da prova.

    O torneio junta os clubes europeus com melhor classificação na modalidade.

    Apara a autarquia nazarena, a competição funciona como um fator de dinamização económica e turística para a região, contribuindo para a projeção internacional do município.

  • MVD iniciou competição na 1.ª Divisão

    MVD iniciou competição na 1.ª Divisão

    Caldenses iniciaram a prova com duas derrotas contra a CHE Lagoense e o Famalicense

    Arrancou no passado fim de semana a Liga de Clubes de Badminton, com o MVD a integrar a 1.ª Divisão Nacional. Na primeira ronda, uma jornada dupla que decorreu no Colégio da Imaculada Conceição, em Cernache, o MVD registou duas derrotas que atiram, por agora, a equipa para o último lugar da classificação.

    O clube caldense iniciou a prova contra o campeão nacional, a CHE Lagoense, que tem vários atletas da região nas suas fileiras. Os encontros desta prova realizam-se com cinco partidas: duas de singulares e três de pares (homens, senhoras e mistos). No primeiro encontro, Lucas Rodrigues e Beatriz Sacramento jogaram contra Diogo e Érica Glória. Os irmãos penichenses da CHEL venceram em dois sets, cedendo apenas oito pontos. Os restantes encontros foram mais equilibrados, mas sempre com resultado de 2-0 para a equipa algarvia. Francisco Félix alinhou no encontro de singulares homens, enquanto Isabel Nunes defrontou a caldense Madalena Fortunato. Francisco Daniel e Joana Vargas fizeram duplas com Lucas Rodrigues e Isabel Nunes.

    Na segunda jornada, o MVD jogou com o Famalicense, cedendo por 4-1. O ponto foi obtido por Francisco Félix no encontro de singulares, com uma vitória em três sets contra Tiago Araújo, com os parciais de 21-19, 19-21 e 10-21. Em relação ao primeiro encontro, Catarina Marques alinhou nas partidas de pares mistos e senhoras.

    A competição prossegue a 26 de abril em Lagoa, no Algarve, com o MVD a medir forças com o Prazeres e a Académica.

    No fim de semana anterior, o MVD conquistou sete medalhas na 2ª Jornada Nacional Não Sénior de Badminton, nos escalões de Sub-11, Sub-15 e Sub-19.

    No escalão de Sub-11, Vicente Frade alcançou o segundo lugar na vertente de Singulares Homens (SH). O mesmo atleta obteve ainda a terceira posição na categoria de Pares, em equipa com Oriana Santos (IBC). Em Sub-15, a dupla formada por Pedro Nunes e Rúben Nunes (DCB) garantiu o terceiro lugar em Pares Homens – Quadro Principal (PH-QP).

    No escalão de Sub-19, Gabriel Tomás e Jaime Gonçalves terminaram no terceiro posto em Pares Homens – Quadro Principal (PH-QP). Em Pares Homens – Quadro Secundário (PH-QS), Ruben Marques e Henrique Leal alcançaram o segundo lugar. A comitiva do MVD, orientada pelo treinador Francisco Félix, incluiu ainda a participação de Maria Ventura e Margarida Guerra.

  • Ciclismo: David Santos apurado para o Mundial de Gravel

    Ciclismo: David Santos apurado para o Mundial de Gravel

    O obidense David Santos terminou no top 10 da 114 Gravel Race, uma corrida que liga as raias alentejana e estremenha, com início em Elvas e final em Badajoz, a contar para a UCI Gravel World Series. A competir na categoria 40-44, entre 45 ciclistas, David Santos, que representa o Clube Bike Team Tavira, chegou em 10.º lugar com o tempo de 4h40m40s, a 27 minutos do vencedor, resultado que lhe abre as portas para participar no Europeu e no Mundial da categoria.

  • Francisco Trovão ficou à porta do top 10

    Francisco Trovão ficou à porta do top 10

    O Caldas EcoSprint E. Leclerc rumou no passado fim de semana a norte para participar no Grande Prémio dos Campeões – Troféu Rui Costa, no escalão de Cadetes, tendo o seu melhor classificado, Francisco Trovão, ficado à beira do top 10. O jovem ciclista terminou todas as etapas bem classificado.
    Na primeira etapa, Miguel Oliveira e Francisco Trovão chegaram no grupo de 20 ciclistas que discutiu a vitória ao sprint na tirada de 69 km entre a Póvoa de Varzim e Balazar. Os ciclistas ficaram em 14.º e 15.º. Pedro Ruben, Afonso Rodrigues, Rodrigo Noronha e Vasco Ferreira também completaram a etapa.
    A segunda etapa foi um contrarrelógio de 12 km. Francisco Trovão foi 11.º, gastando mais 1m15s que o vencedor. Miguel Oliveira foi 44.º e Afonso Rodrigues 62.º.
    Na derradeira etapa, foi 15.º classificado numa etapa em que os primeiros classificados chegaram fracionados. O resultado permitiu-lhe manter o 11.º lugar da geral, a 1m21s do vencedor, Bruno Nogueira, do Cantanhede. Foi ainda 5.º na classificação das metas volantes. Miguel Oliveira terminou em 25.º da classificação geral e oitavo no prémio da juventude, depois de ter sido 32.º na etapa. Os restantes ciclistas da equipa não terminaram.

  • Morgado 14.º na Bélgica, Almeida discreto na Volta à Catalunha

    Morgado 14.º na Bélgica, Almeida discreto na Volta à Catalunha

    João Almeida foi 38.º e confessou estar num momento delicado

    O duo caldense da UAE Emirates XRG esteve em ação na última semana, com sensações diferentes. Enquanto António Morgado esteve em bom plano na clássica E3 Saxo, João Almeida esteve em dificuldades na Volta à Catalunha, deixando inclusivamente uma mensagem de que não está a atravessar um bom momento em termos físicos.

    Começando por António Morgado, o “Bigode Voador” foi 14.º na E3 Saxo, 208 km com início e final em Harelbeke, na Bélgica, que teve como vencedor pelo terceiro ano consecutivo o neerlandês Mathieu van der Poel. António Morgado chegou a atacar na dureza do empedrado belga e acabou por chegar no segundo grupo perseguidor, a 24 segundos do vencedor.
    António Morgado está numa série de clássicas de um dia. Na quarta-feira, já depois do fecho desta edição, competiu na Dwars door Vlaanderen, voltando à estrada em terreno belga no domingo, 5 de abril, na Volta a Flandres. Essa será a última competição prevista antes da estreia em grandes voltas, no Giro, a 8 de maio.

    No Giro, António Morgado fará equipa com João Almeida, apontado à liderança da UAE na prova transalpina. No seu último teste antes do regresso a Itália, as sensações não foram as melhores para João Almeida.

    No domingo, último dia da Volta à Catalunha, o ciclista de A-dos-Francos mostrou preocupação quanto ao atual momento de forma. “Não me estou a sentir muito bem na bicicleta”, disse à Eurosport antes da última etapa. “Preciso de descansar um pouco e talvez perceber o que não está bem comigo, e continuar a trabalhar duro para o próximo objetivo”, continuou. O caldense sofreu uma queda na sexta-feira, mas adiantou que não foi esse o problema. “Já me sentia mal antes da prova”, adiantou, acrescentando que é tempo de analisar com a equipa médica o que se passa. Recorde-se que João Almeida falhou no início do mês o Paris-Nice, devido a sintomas gripais.
    Almeida foi 38.º na prova conquistada por Jonas Vingegaard, tendo como melhor resultado o 16.º lugar na quinta etapa.

  • Filipe Rebelo domina regionais +35 com três títulos

    Filipe Rebelo domina regionais +35 com três títulos

    Caldense venceu em singulares, pares mistos e pares homens, com Pedro Ribeiro

    O Clube de Ténis de Caldas da Rainha voltou a somar resultados de destaque no último fim de semana, com vários títulos e presenças em finais em diferentes competições, com especial incidência no Campeonato Regional de Veteranos, disputado em Santarém.

    Em evidência esteve Filipe Rebelo, que protagonizou uma prestação de elevado nível no escalão +35. O atleta conquistou três títulos, ao sagrar-se campeão regional em singulares masculinos, pares masculinos e pares mistos, confirmando o seu domínio na competição.

    Nos pares masculinos, Filipe Rebelo fez dupla com Pedro Ribeiro, que também se sagrou campeão regional. Já na vertente de pares mistos, Pedro Maia alcançou o estatuto de vice-campeão, contribuindo igualmente para o bom desempenho coletivo do clube caldense.

    Além da competição em Santarém, o fim de semana ficou ainda marcado por mais um conjunto de resultados positivos pelos atletas do clube, a começar pela vitória de Alexander Seligman no torneio MegaSpin, realizado em Pombal. Vasco Rebelo foi vice-campeão de pares masculinos Sub-12, nível C, no torneio realizado no Entroncamento. Já Salvador Rato alcançou o vice-campeonato em singulares e conquistou o título em pares no torneio Sub-16 de nível C, igualmente disputado no Entroncamento.
    Por fim, no Campeonato Interclubes de veteranos femininos +45 anos, as atletas Esther Sybesma e Eva Johansson estiveram em ação, com o encontro a terminar com a vitória da equipa adversária por 2-1 frente ao conjunto das Caldas da Rainha.

    No plano internacional, destaque para Tiago Ritto, que se encontra nas Honduras, onde irá disputar dois torneios internacionais do circuito ITF Júnior.

  • Atletas das Caldas e Peniche obtêm títulos

    Atletas das Caldas e Peniche obtêm títulos

    Atletas garantiram duas medalhas de ouro e quatro de prata

    O Parque da Devesa, em Vila Nova de Famalicão, recebeu no dia 22 de março o Campeonato Nacional de Duatlo Cross. A competição, disputada em terra batida com bicicleta de todo-o-terreno, integrou cinco quilómetros de corrida, 18 quilómetros de ciclismo e 2,1 quilómetros de corrida final. O evento registou um elevado número de participantes na disputa pelos títulos nacionais da modalidade e alguns vieram para a região.

    O caldense Diogo Carvalhinho sagrou-se vice-campeão nacional no escalão AG 20-24. O atleta completou o percurso em 1h01m59, assegurando o segundo lugar no grupo de idades e a terceira posição na classificação geral, a 38 segundos do vencedor François Vie. Este resultado junta-se ao segundo lugar no escalão e na geral no Duatlo Cross de Abrantes, e ao segundo lugar no escalão e sexto na geral no Duatlo de Estrada de Grândola. O também caldense Luís Carvalhinho obteve o título de vice-campeão nacional, ao terminar na segunda posição do escalão AG 55-59, com o registo de 1h21m12.

    A equipa Quitério TriPeniche também esteve presente e arrecadou dois títulos nacionais. Pedro Carreira venceu no escalão masculino de 45-49 anos, e Paula Pita alcançou o primeiro lugar no escalão feminino de 50-54 anos. O clube garantiu ainda duas medalhas de prata, conquistadas por António Ervideira (60-64 anos) e pelo caldense António Moura (65-69 anos). A comitiva integrou também António Vitorino, Rui Pereira e José Peixoto. Com estes resultados, o clube regista três títulos nacionais na temporada iniciada em janeiro.

    Triatlo Cidade de Peniche com protocolo por mais três anos
    O Município de Peniche e a Federação de Triatlo de Portugal acordaram a realização da 41.ª edição do Triatlo Cidade de Peniche para o dia 6 de junho. O protocolo determina que, nos próximos três anos, o evento ocorrerá sempre no primeiro sábado de junho, assegurando o seu lugar no calendário oficial. O programa do dia incluirá três momentos competitivos direcionados a diferentes faixas etárias e níveis de experiência na modalidade desportiva. Na manhã do evento, realizar-se-á uma etapa do Campeonato Nacional Jovem (Aquatlo). À tarde, será disputada a etapa do Nacional de Clubes e uma Prova Aberta para participantes não federados.

  • Pimpões Triatlo alcança quarto lugar regional nas Caldas

    Pimpões Triatlo alcança quarto lugar regional nas Caldas

    VII Triatlo Jovem reuniu 260 atletas; Marco Gomez destacou-se no Triatlo de Quarteira com um terceiro lugar no escalão 20-24

    Caldas da Rainha acolheu, no passado dia 21 de março, o VII Triatlo Jovem, uma prova pontuável para o Campeonato Regional Litoral e Interior Centro, uma organização dos Pimpões com a Federação Portuguesa de Triatlo e o apoio do Município das Caldas da Rainha. O evento contou com a participação de cerca de 260 atletas, com idades compreendidas entre os 7 e os 17 anos.

    Na classificação coletiva do Campeonato Regional Litoral e Interior Centro, a equipa dos Pimpões Triatlo terminou no quarto lugar da tabela geral. A representação do clube anfitrião fez-se com dezenas de jovens atletas. Na categoria de Benjamins, Emília Gonçalves assegurou a terceira posição, seguida de Joana Carlos (6.ª), Alice Frutuoso (9.ª), Cecília Pacheco (13.ª) e Salvador Manuel (32.º). No escalão de Infantis, Dianna Guilherme cruzou a meta no oitavo lugar. A equipa contou ainda com Lourenço Silva (11.º), Lara Pacheco (14.ª), Helena Vendramini (15.ª), Leala Sousa (19.ª), Petr Bobrovskii (21.º), André Martinho (26.º) e Francisco Ribeiro (30.º).

    Entre os Iniciados, o destaque recaiu sobre Tomás Coito, que obteve o quinto lugar. A prestação foi acompanhada pelas de Camila Coutinho (8.ª), Javier Gomez (9.º), Sofia Santos (13.ª), Xavier Santos (13.º), Alice Alfaiate (21.ª) e Pedro Ramalho (22.º). Nos Juvenis, Baltasar Gonçalves terminou na quarta posição, enquanto Julia Galvão e Eduardo Figueiredo fecharam a participação no 12.º e 16.º lugares. O escalão de Cadetes registou mais um pódio para a equipa da casa, com o segundo lugar de Tiago Correia, acompanhado por Carol Galvão (4.ª), João Lima (6.º), Gabriel Varela (7.ª) e Matheus Pires (14.º).

    Marco Gomez no pódio
    Já este fim de semana, no Triatlo de Quarteira, o atleta Marco Gomez, em representação dos Pimpões, assegurou o quarto lugar na classificação geral, o que lhe garantiu a terceira posição no escalão etário de 20 a 24 anos. “Posso dizer que foi um dia (quase) perfeito, em que tudo correu exatamente como eu tinha idealizado. Uma natação com margem para afinar, um segmento de ciclismo de colaboração, transições imaculadas e uma corrida a pé que foi um autêntico espetáculo”, comentou o atleta na sua página pessoal.

    O corredor detalhou ainda o desfecho da competição e o apoio recebido no Algarve. “Faltou-me apenas aquela pontinha de gás no sprint final, onde o David acabou por levar a melhor. Saio daqui de coração cheio com a prova, com o resultado e com o apoio incondicional das pessoas que me são mais próximas”, concluiu Marco Gomez.

    Marco Gomez ao centro, no segmento de corrida (foto: D.R.)

  • Badminton Diogo Daniel faz pódio no Spanish International

    Badminton Diogo Daniel faz pódio no Spanish International

    O caldense Diogo Daniel conquistou no fim de semana passado mais uma medalha num torneio internacional de para badminton, com o terceiro lugar na categoria SL4 do Spanish International 2026. O atleta do MVD passou direto para os quartos-de-final, onde encontrou o sueco Rickard Nilsson, que venceu por 2-1. Nas ‘meias’ perdeu por duplo 21-17 com o indiano Kadam, vencedor do torneio. Diogo Daniel continua em Espanha durante esta semana para jogar o Spanish International – Level 1.

  • Caldas RC perde com o Lousã, mas Sub-16 vencem triangular

    Caldas RC perde com o Lousã, mas Sub-16 vencem triangular

    Equipa de formação caldense soma dois triunfos e coloca seis atletas nas seleções

    O RC Lousã venceu o Caldas RC por 56-7, em partida da 8.ª jornada da fase final do Campeonato Nacional 1. Os visitantes confirmaram o estatuto de candidatos ao título, garantindo o ponto de bónus ofensivo através de oito ensaios. Os únicos pontos da formação da casa surgiram aos 23 minutos, num ensaio de Diogo Silva convertido por Rodrigo Cavaco Silva.

    Ao intervalo, o resultado fixava-se em 22-7 a favor dos beirões. Na segunda parte, a quebra física da equipa caldense permitiu ao Lousã dilatar a vantagem, com três ensaios nos dez minutos finais. Bruno Balatti destacou-se nos pontapés aos postes para os visitantes. O árbitro Bruno Rodrigues dirigiu o embate sem recorrer a sanções disciplinares. Rafael Cavaco Silva, do Caldas RC, foi nomeado o jogador mais valioso (MVP) da partida.

    No escalão de formação, a equipa de sub-16 do Caldas RC/Academia Ubuntu somou duas vitórias na 1.ª jornada do Torneio Nacional de Desenvolvimento (Taça Silver), disputada no mesmo dia. A equipa anfitriã derrotou o CDUP/ER Trofa por 52-0 e o RC Lousã por 24-0. No outro jogo do torneio triangular, o Lousã venceu o CDUP/ER Trofa por 12-5. Estes jogos contaram com a utilização de três atletas do escalão sub-14 por parte do Caldas.

    O desempenho das camadas jovens caldenses resultou na chamada de seis jogadores aos Estágios Nacionais da Páscoa, no Centro de Alto Rendimento do Jamor. Bernardo Carvalho e Rodrigo Bastos foram convocados para a seleção nacional de sub-16, enquanto Francisco Madaleno, Giorgi Jikia, Gustave Meeus e Saba Jikia integrarão os trabalhos da equipa nacional de sub-15.

  • Caldas recebeu 20 equipas e mais de 200 atletas

    Caldas recebeu 20 equipas e mais de 200 atletas

    Oitava etapa do circuito nacional, que termina em junho, disputou-se na Quinta da Boneca

    Mais de 200 atletas participaram na 8ª etapa do Circuito Nacional de Walking Football Portugal, que decorreu na manhã da passada sexta-feira, dia 20 de março, no Campo da Quinta da Boneca, nas Caldas, numa festa do futebol.

    O mais importante neste evento, que reúne antigos jogadores de futebol e quem nunca tinha feito um passe ou um remate, é o convívio e a prática da atividade física.
    Luís Jacó, presidente da Walking Football Portugal, explicou à Gazeta das Caldas que a média de idades a nível nacional está nos 69 anos e frisou que cerca de 80% dos atletas não fazia desporto antes do walking football. “Temos cerca de 100 equipas inscritas, o que dá à volta de 1200 atletas, tem vindo a crescer de uma forma gradual” desde que começaram a trabalhar em 2018. Perto de um terço são senhoras. “Para nós, acima de tudo, é uma festa e tentamos puxar por aí, o desporto pela saúde, nem apontamos os resultados dos jogos, não há qualquer classificação”, procurando “retirar qualquer carga competitiva”.

    A USRDL participou com 18 jogadores, mas o grupo é maior, estava afetado por várias lesões.

    Fernando Brás, que é treinador, jogador e dirigente da equipa, realça que “interessa é pôr muita gente a fazer desporto, a praticar a modalidade e a socializar e respirar ar puro”. Com 74 anos, salienta a importância do walking. “Faço desporto de uma maneira organizada, mexo-me, faço aprendizagens novas sempre, conheço malta porreira”, analisa este sportinguista ferrenho, que jogou dois anos na Fundação Benfica e participou num torneio em Newcastle. “Tive prazer em vestir a camisola da Fundação Benfica, é malta porreira, um grupo espetacular e deu-me muito gozo jogar com eles”. Destaca ainda as condições, em termos de infraestruturas, desta etapa, mas considera que devia haver dois escalões, um até aos 65 anos e outro para mais de 65.

    Virgílio Leal, tesoureiro da USRDL, realça a importância desta modalidade, que quase todas as universidades seniores têm e que tem tido uma grande projeção, ou não fosse o futebol o desporto-rei. Também ele frisa a importância de proporcionar a prática desportiva e o convívio destes encontros.
    Já Mário Carvalho, de 78 anos, veio da Guarda, onde toda a vida jogou e treinou futebol, fazendo depois a transição para o walking. “O torneio aqui nas Caldas estava bem organizado”, analisou, antes de recordar que em 1973 foi para Angola 26 meses como militar, jogando no FC Moxico, com estrelas como Chico Gordo, Seninho e Varela, e conquistando o único título do Girabola da história do clube.

    O circuito de 2025/26 conta com 17 etapas e começou no Seixal. A próxima será disputada em Cacia e depois seguem-se provas em Albergaria-a-Velha, Tábua, Loures, Santo André, Oliveira do Bairro, Guarda e Bragança, antes de terminar em Almeirim, a 9 de junho. Este ano estão também previstos três torneios de verão, um deles na Nazaré, aproveitando as estruturas existentes.

    Iniciativa trouxe participantes de todo o país ao campo da Quinta da Boneca

  • João Almeida na estrada até domingo

    João Almeida na estrada até domingo

    Ao fim de duas etapas o caldense estava a 10 segundos do líder

    O ciclista caldense João Almeida está atualmente e até domingo a participar na 105ª edição da Volta à Catalunha.

    A prova arrancou na segunda-feira, num percurso maioritariamente plano, com mais de 170 quilómetros a começar e terminar em Sant Feliu de Guíxols, mas com uma subida de primeira categoria. João Almeida ficou em 23º, a 10 segundos do líder, o francês da Ineos, Godon, e a 6 do segundo, o belga Remco Evenepoel (da Redbull Bora).

    O segundo dia foi novamente plano, com perto de 170 quilómetros novamente, agora entre Figueres e Banyoles. Num final ao sprint, conquistado pelo dinamarquês Magnus Cort Nielsen, da Uno-X, João Almeida guardou-se, mas viu o seu colega de equipa na UAE Emirates XRG Sprint, Ivo Oliveira, fazer oitavo lugar.

    O caldense está assim a 10 segundos do líder, mas falta correr praticamente tudo na prova. Para quarta-feira estava prevista nova etapa com chegada ao sprint, mas a partir de hoje, quinta-feira, com a quarta etapa, as dificuldades já não param até ao final, no domingo, em Barcelona.

    Para esta quarta etapa está prevista uma chegada em alto, a Vallter, que promete emoções e ataques à classificação geral, bem como na sexta-feira, com três passagens em montanhas de primeira categoria e uma de segunda, antes da chegada ao Coll de Pal. O sábado é novamente de montanhas, de Berga a Queralt, antes de uma derradeira etapa na qual também se antevê grande espetáculo, com o pelotão a enfrentar sete passagens ao Alt del Castell de Montjuic, numa etapa com mais de 95 quilómetros.

    João Almeida tem uma história interessante na Catalunha, com dois terceiros lugares conquistados em 2023 e 2022 (sendo o segundo melhor jovem, prémio que tinha vencido no ano anterior com um sétimo na geral). Na última participação do ciclista de A-dos-Francos, em 2024, registou um nono lugar. Ao nível de etapas tem uma vitória na etapa 4 de 2022, com chegada a Boí Taüll, dois terceiros lugares, um num contrarrelógio em 2021 e um na etapa cinco de 2023, com chegada a Lo Port, além de vários top10.

    Este ano João Almeida já tem um segundo lugar na Volta à Comunidade Valenciana e um terceiro na Volta ao Algarve.

  • CT Caldas apura cinco equipas  para os nacionais

    CT Caldas apura cinco equipas para os nacionais

    O Clube de Ténis de Caldas da Rainha conquistou três títulos de campeão e dois de vice-campeão nos Campeonatos Regionais de Equipas dos Escalões Juvenis, concluídos a 22 de março. Com estes resultados, cinco equipas do clube garantiram o apuramento para os respetivos campeonatos nacionais que decorrem no verão.

    O CT Caldas participou em seis dos sete campeonatos regionais disponíveis. As equipas de Sub-14 Masculinos, Sub-16 Femininos e Sub-18 Femininos alcançaram o primeiro lugar. Os escalões de Sub-12 Mistos e Sub-18 Masculinos terminaram na segunda posição. O conjunto de Sub-14 Masculinos assegurou o título após um triunfo por 3-2 frente ao CETL, alinhando com Duarte Cristiano Silva, Manuel Henninger, Matthis Defour, Miguel Araújo, Alexander Seligman e Manuel Tonelo, orientados pelo treinador Tomás Sedas.

    Além das provas coletivas, os atletas do CTCR registaram resultados em torneios individuais. No Torneio de Nível A de Sub-16, realizado nas Caldas da Rainha, Matilde Figueiredo sagrou-se campeã, vencendo a colega de equipa Maria Milhões Maia na final. Na etapa MiniSpin em Pombal, Charlotte Seligman foi a vencedora e Lourenço Inácio terminou no terceiro lugar. Na

    Marinha Grande, no Torneio de Nível C de Sub-12, Francisco Nogueira e Vasco Rebelo chegaram à final.

    Na competição de Interclubes de Seniores Masculinos da 3.ª Divisão, a formação composta por Duarte Sousa, Filipe Rebelo, Rodrigo Silva, António Sérgio Váriz e Diogo Saraiva registou uma derrota por 2-3 diante do CETL. Nos escalões de veteranos (+55 anos), no Torneio de Nível C em Tomar, José Correia venceu a prova, tendo Rui Fanha como finalista vencido.

    Matilde Figueiredo e Maria Milhões Maia foram finalistas nas Caldas

  • Rampa da Foz do Arelho junta adrenalina e paixão pelo automobilismo

    Rampa da Foz do Arelho junta adrenalina e paixão pelo automobilismo

    Entre objetivos competitivos e o puro prazer de conduzir, pilotos destacam exigência do traçado e o ambiente único da prova

    No passado domingo, os bólide do 14º Series by NDML – Regularidade Sport Plus voltaram a acelerar pelas ruas da Foz do Arelho para mais uma edição da já tradicional Rampa. O evento levou milhares de entusiastas à Foz do Arelho, que além do roncar dos motores e das manobras dos pilotos puderam desfrutar de um belo dia de sol.

    O caldense Luís Silva, do Kaldinhas Racing Team, regressou à prova após um ano de ausência da competição com vista à introdução de melhorias no seu Volkswagen Golf Mk IV da classe Desportivos. “Esta prova vai ser a primeira depois destas alterações. Ainda nos estamos aqui a adaptar um bocadinho ao carro”, explicou o piloto, destacando o simbolismo de competir “na nossa prova aqui da terra”.

    Apesar da curta extensão do percurso, Luís Silva sublinha o carácter especial da rampa, tanto pela envolvente como pela crescente notoriedade. “Já começa a ser uma prova mítica. A malta gosta de vir”, afirmou, referindo ainda a paisagem sobre a praia como um dos atrativos. Em pista, contudo, os desafios são outros: “Temos alguns lancis e, principalmente quando a estrada está molhada, temos de ter um bocadinho mais de cuidado. É uma prova que exige bastante atenção”.

    Habitual participante no campeonato do NDML, o piloto aponta à melhoria de resultados como principal meta. “O nosso objetivo é sempre conseguir ganhar a nossa categoria e, no final do campeonato, sermos campeões”, assumiu.

    Também presente esteve Armando Silva, de Alcobaça, que cumpriu a sua segunda participação na prova, depois da estreia em 2024. O regresso explica-se pela emoção que o traçado proporciona. “É o público, é a adrenalina que as curvas dão até terminar. É o gostar mesmo da competição automóvel”, afirmou.

    Ao volante de um Fiat 126 Proto, inserido na classe dos protótipos, o piloto destaca a exigência do veículo – que pelo seu reduzido tamanho é um dos que mais entusiasma o público – e da própria pista. “É um carro que exige muita concentração, porque a mais pequenina coisa ele vai embora e nada se consegue corrigir após o despiste. A velocidade é muita e temos de estar no máximo de concentração”, destaca.

    Sem ambições competitivas, Armando Silva assume uma postura mais descontraída. “Corro para me divertir. O objetivo é terminar com o carrinho direito”, referiu, acrescentando que a regularidade não é a sua prioridade.

    Também de Alcobaça veio Sérgio Júlio, do RAC Rally Aventura Clube, em estreia com um furgão Citroën C15 E. O grupo, que organiza a Rampa da Cela, decidiu este ano marcar presença na Foz, sobretudo pelo convívio. “O objetivo é participar e divertir. É só isso”, resumiu o piloto, que descreve o percurso como “curto e fechado”, exigindo cuidados redobrados devido aos lancis e à reduzida margem de correção. Ainda assim, garante que a diversão está assegurada: “Nós divertimo-nos dentro do carro!”

    Quanto aos resultados, na categoria dos Clássicos, a dupla Telmo Garcia e Maria Pereira, ao volante de um Peugeot 309, sagrou-se vencedora, acumulando 80,60 pontos nas três passagens, registando a melhor passagem da categoria com 1m27s na segunda e terceira tentativas. No pódio desta categoria ficaram ainda Carlos Valentim e Luís Ribeiro, com o seu Ford Escort MK2, com 82,40 pontos, seguidos por Rúben Fialho e Daniel Sousa, que garantiram o terceiro lugar com 84,70 pontos, ao comando de um BMW E30.

    Nos Desportivos, o mais forte foi o Porsche 911 GT3 de Pedro Duarte e Paula Balacó, que alcançaram 76,50 pontos com três passagens em 1m25s. O segundo lugar foi para Jorge Araújo e Rafaela Araújo, com o seu Peugeot 106, com 78,70 pontos, enquanto Igor Alexandre e Inês Nunes, num Toyota MR2, fecharam o pódio na terceira posição, com 79,00 pontos.

    Na categoria mais rápida da prova, os Protótipos, Pedro Gomes destacou-se ao alcançar o primeiro lugar com 73,40 pontos, pilotando um Proto RPM Power. O piloto registou a melhor passagem da prova e da categoria, com um tempo de 1m19s na segunda e terceira tentativas. Sérgio Mateus, com o seu Semog Troféu, ficou em segundo lugar, com 74,50 pontos, e Tiago Felix, num Semog Revolution SR, garantiu o terceiro lugar, com os mesmos pontos.

  • Golo made in Marinha dá vantagem sobre o Lusitano

    Golo made in Marinha dá vantagem sobre o Lusitano

    Empate a um golo serviu o Caldas, que garantiu vantagem no confronto direto sobre os alentejanos

    A corda do relógio para esta edição da Liga 3 começa a esgotar-se e o Caldas continua numa posição segura. A vitória poderia ter deixado a manutenção praticamente garantida, mas o empate também não foi mau, deixa o Caldas em segundo lugar com quatro jornadas por disputar e vantagem no confronto direto com o Lusitano.

    João Aguiar tem sido criativo a montar o xadrez alvinegro de partida para partida e reservou mais algumas surpresas para a abertura da segunda volta desta segunda fase. A maior surpresa desta vez esteve na baliza. Duarte Almeida já tinha sido o keeper caldense nos jogos da Taça de Portugal, o técnico decidiu premiá-lo pelo bom trabalho e dar-lhe a estreia na Liga 3. Mais para a frente, Gonçalo Barreiras jogou mais encostado à direita, após ter surgido na primeira volta na posição 9 que agora é de João Vieira, enquanto no meio a surpresa foi a saída de Filipe Oliveira, que ficou no banco e foi opção apenas para a segunda parte.

    O Caldas até entrou bem. Como tem sido apanágio da equipa de João Aguiar, a fazer da pressão ofensiva um dos seus principais argumentos. Mas do domínio não chegou grande perigo.

    Já no sentido inverso, na primeira descida a sério, o Lusitano marcou. De bola parada, um livre lateral no qual Cassiano se elevou melhor e bateu Duarte Almeida sem apelo.

    Foi assim o jogo do Lusitano, a procurar explorar espaço nas costas da defesa caldense, que ainda sentiu mais alguns calafrios na primeira parte, todos resolvidos pelo jovem guardião.
    Ainda assim, ao golo o Caldas reagiu bem e o futebol de ataque surtiu efeito ao minuto 17. Ala esquerda sempre muito ativa, desta vez com Zé Gata e David Lopes. Foi do lateral que na época passada chegou à Mata vindo do Marinhense o cruzamento para João Vieira, que fez o mesmo percurso já neste inverno, rodopiar sobre o central Cassiano e ajustar as próprias contas com o central e as do Caldas com o Lusitano. Novidade o Caldas sofrer primeiro, não era, mas foi ter conseguido recuperar da mesma ainda na primeira parte.

    Na segunda parte, João Aguiar aproximou o 4-2-3-1 de um 4-3-3 mais puro para equilibrar as forças com o meio-campo do Lusitano. Na fase inicial, mesmo assim, ainda foi dos eborenses a melhor ocasião para voltar à vantagem, numa perdida de Dida.

    Depois cresceu o Caldas, como tem sido hábito nas segundas partes, mas desta o esforço final não teve recompensa.

    A quatro jornadas do fim, o Caldas está seguro, mas tem três dos jogos fora, pelo que nada está ainda resolvido.

  • Liga 3: Caldas e Lusitano empatam num jogo muito físico

    Liga 3: Caldas e Lusitano empatam num jogo muito físico

    Cassiano adiantou os eborenses ao minuto 8, mas João Vieira empatou o jogo nove minutos depois e as equipas seguem lado a lado na tabela

    O Caldas e o Lusitano empataram a um golo no Campo da Mata e continuam a partilhar o segundo posto da classificação com 15 pontos, embora o Caldas tenha garantido, mantendo uma vantagem de cinco pontos em relação à zona de despromoção quando faltam disputar quatro jornadas para o final da competição.

    Os dois golos da partida foram marcados nos primeiros 20 minutos. A formação visitante inaugurou o marcador aos oito minutos, quando o defesa-central Cassiano Borges correspondeu a um livre lateral e cabeceou na pequena área para bater Duarte Almeida, em estreia na Liga 3.

    O Caldas reagiu e restabeleceu a igualdade aos 17 minutos. Numa jogada de insistência pelo flanco esquerdo, David Lopes cruzou e João Vieira ganhou o duelo direto a Cassiano, rematando para o fundo da baliza.

    Até ao final do primeiro tempo, com o Lusitano a crescer no capítulo ofensivo, o guarda-redes do Caldas, Duarte Almeida, evitou o golo do Lusitano em três ocasiões distintas aos 32, 38 e 45 minutos, a um remate de Tipote, ao intercetar um centro perigoso de Tiago Baptista e depois a negar o golo ao médio do Lusitano.

    Para a segunda parte, o treinador do Caldas, João Aguiar, fez entrar Filipe Oliveira para o lugar de Gonçalo Barreiras, alterando a estrutura tática para um 4-3-3 com o objetivo de preencher o meio-campo. Mesmo assim, o Lusitano ainda entrou melhor e teve nova grande oportunidade quando Tiago Baptista ofereceu o golo a Dida, mas este não chegou para a emenda.

    O técnico do Caldas voltou, então, a mexer e o jogo foi-se pautando pelo encaixe tático entre as equipas, resultando num jogo disputado e com escasso espaço para ataques organizados.

    O Caldas esteve perto do golo no tempo de compensação, num lance bem trabalhado por João Tarzan a servir Filipe Oliveira para um remate intercetado por um defesa. Do lance resultou um livre direto em posição muito perigosa, mas Pipo disparou desenquadrado com a baliza.

    FICHA DE JOGO
    CALDAS SC 1-1 LUSITANO
    Campo da Mata

    Árbitro: Humberto Teixeira
    Árbitros assistentes: Tiago Loureiro e Luís Meira

    CALDAS SC: Duarte Almeida; Zé Ricardo, Duarte Maneta, Rui Carreira e David Lopes (Rui Silva, 62′); Matheus Palmério (Dani Fernandes, 64′), Pipo e Zé Gata (Luís Farinha, 64′); João Rodrigues (cap.), João Vieira (Gonçalo Chaves, 75′) e Gonçalo Barreiras (Filipe Oliveira, 46′).
    Suplentes não utilizados: Wilson Soares, Nuno Januário, Guilherme Lopes e Tiago Catarino.
    Treinador: João Aguiar

    LUSITANO GC: Duarte Martins; Eurichano Carvalho, Cassiano Borges (cap.), Rodrigo Monteiro e João Pinto; Tiago Batista (Fran Pereira, 62′), Martim Águas (Marcos Soares, 75′) e Botche Cande; Leandro Tipote (Mauro Andrade, 75′), Dida (Lucão, 82′) e Sele Davou (Isnaba Graça, 82′.
    Suplentes não utilizados: Marcelo Valverde, Tiago Palancha, Zidane Lima e Miguel Lourenço.
    Treinador: Pedro Russiano
    Disciplina: cartão amarelo para Matheus Palmério (8′), João Pinto (68′), Isnaba Graça (91′)
    Golos: 0-1 por Cassiano Borges (8′), 1-1 por João Vieira (17′)

    João Aguiar: “Nenhuma equipa quis arriscar em demasia”

    O treinador do Caldas, João Aguiar, considerou justo o empate frente ao Lusitano, num jogo que classificou como equilibrado e marcado pelo receio das equipas em arriscar.

    Na análise ao encontro, o técnico reconheceu uma entrada mais forte dos visitantes. “O Lusitano começou melhor, percebeu bem aquilo que tínhamos feito no jogo anterior e tentou fechar-nos os espaços. No início não tivemos capacidade para encontrar alternativas”, explicou.

    O golo sofrido surgiu numa bola parada, situação que o treinador assumiu que tinha sido preparada. “Não nos ajustámos bem”, referiu, destacando, ainda assim, a reação da equipa. “Demos uma grande resposta na primeira parte, criámos ocasiões e conseguimos chegar ao empate.”

    Na segunda metade, o jogo ficou mais fechado. “Foi muito equilibrado, com as equipas a fecharem bem os espaços e com mais medo de perder do que vontade de ganhar. Nenhuma quis arriscar em demasia”, apontou, lembrando também a necessidade de controlar as transições adversárias.

    O técnico valorizou o ponto conquistado, que permite ao Caldas aumentar ligeiramente a vantagem para a linha de água. “É mais um ponto para a nossa caminhada. Estávamos com quatro pontos de avanço e agora temos cinco, com menos jornadas por disputar”, destacou.

    Com menos um jogo pela frente e cinco pontos de vantagem para a linha de água, o treinador mostrou-se confiante quanto à permanência, embora admita que a luta pode prolongar-se. “Queremos resolver o mais cedo possível. Se pudermos fechar já no próximo jogo, melhor. Se não, será mais à frente. Pelo trabalho destes jogadores, tenho a certeza de que vamos conseguir”, afirmou.

    Nota ainda para a estreia de mais um jovem da formação na Liga 3, o guardião Duarte Almeida, que já tinha alinhado, mas nos jogos da Taça de Portugal. “É um jogador que fez toda a formação no Caldas e que trabalha sempre no máximo. Sentimos que estava pronto e fez um jogo muito competente”, concluiu, deixando também elogios a Wilson Soares pela postura demonstrada.

    Pedro Russiano: “Tivemos uma mão cheia de oportunidades, sabe a pouco”

    O treinador do Lusitano, Pedro Russiano, considerou que o empate frente ao Caldas deixa um sabor amargo, sublinhando a quantidade de ocasiões criadas pela sua equipa ao longo do encontro.

    “Sabe a pouco, se olharmos para aquilo que foram as oportunidades que não concretizámos. Tivemos uma mão cheia de oportunidades, o que neste campo e perante este adversário é sempre muito difícil”, afirmou no final da partida.

    O técnico destacou ainda a forma como a equipa conseguiu anular parte do jogo do Caldas, nomeadamente a sua circulação de bola. “Muito do tempo, foi uma posse consentida do Caldas. Sabíamos da qualidade que têm entre linhas e tivemos de nos adaptar, procurando explorar aquilo que não são tão fortes, que são as transições defensivas”, explicou.

    Pedro Russiano considerou que o plano de jogo foi bem executado, faltando apenas a eficácia. “O plano só não resultou na perfeição porque não concretizámos. Na primeira parte equilibrámos e, na segunda, entrámos bem, com mais bola em zonas ofensivas e a conseguir criar e finalizar”, disse.

    Ainda assim, o treinador admitiu que a reta final trouxe dificuldades acrescidas. “Sabia que os últimos 15 minutos iam ser terríveis. Já aqui perdi duas vezes aos 96 minutos e hoje não queria que isso voltasse a acontecer”, referiu.

    Apesar do sentimento agridoce, Pedro Russiano valorizou o ponto conquistado. “Neste momento, os pontos valem ouro. Este ponto pode não parecer muito, mas aproxima-nos do nosso objetivo”, concluiu.

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