Category: Educação e Formação

  • Programa Apoiar

    Catarina Luís
    Partner/Advogada na Lacerda Dias & Associados – Soc. de Advogados

    Em sequência do impacto das medidas restritivas para contenção do vírus, impõe-se agora a necessidade de desenvolver e implementar novos instrumentos, destinados a apoiar as empresas a suportarem os seus custos de funcionamento, mitigando assim os impactos negativos sobre a faturação, causados pela pandemia, visando dessa forma a subsistência de empresas viáveis e que se encontram, temporariamente, com dificuldades para fazer face aos seus compromissos.
    Nesses termos, foi criado o Sistema de Incentivos à Liquidez, designado Programa APOIAR.
    O Programa APOIAR, é dividido em duas medidas, cumuláveis entre si, com aplicação em todo o território de Portugal continental:
    • «APOIAR.PT»
    • «APOIAR RESTAURAÇÃO»
    As candidaturas são apresentadas no âmbito de aviso para apresentação de candidaturas publicado pela Autoridade de Gestão do Programa Operacional Temático Competitividade e Internacionalização e submetidas através de formulário eletrónico simplificado, disponível no Balcão 2020, no sítio na Internet https://balcao.portugal2020.pt.
    Os apoios destinam-se a determinados sectores de atividade, pelo que antes de submeter a candidatura, deverá ser efetuada uma análise relativa ao CAE, por forma a verificar a admissibilidade de aplicação dos referidos apoios.
    • APOIAR.PT
    Nesta vertente da medida, são beneficiários as micro e pequenas empresas de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica, cuja atividade se insira nos CAE’s listados, devendo igualmente cumprir uma série de critérios impostos legalmente. Para mais, importará também registar uma diminuição da faturação comunicada à AT no sistema e-Fatura de, pelo menos, 25 % nos três primeiros trimestres de 2020, face ao período homólogo do ano anterior ou, no caso de empresas que iniciaram atividade no ano de 2019, declarar uma diminuição da faturação média mensal comunicada à AT no sistema e-Fatura de, pelo menos, 25 % nos três primeiros trimestres de 2020, face à média mensal do período de atividade decorrido até 29 de fevereiro de 2020, considerando apenas os meses civis completos.
    No caso, o apoio será atribuído sob a forma de subvenção não reembolsável, com uma taxa de financiamento de 20 % do montante da diminuição da faturação da empresa, com o limite máximo de 7.500 euros para as microempresas e de 40.000 euros para as pequenas empresas.
    No caso das empresas cuja atividade principal se encontra encerrada administrativamente, enquadrada nos CAE 56302, 56304, 56305, 93210 e 93294, o limite máximo é alargado para 11.250 euros, no caso das microempresas, e para 60.000 euros, no caso das pequenas empresas.
    • APOIAR RESTAURAÇÃO
    No caso desta medida, serão beneficiárias as PME de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica, que se enquadrem no CAE 56: Restauração e similares. Como referimos anteriormente, e à semelhança da outra medida de apoio, para que a candidatura seja aceite, existem diversos requisitos que terão de ser verificados, como por exemplo, estar abrangido pela suspensão de atividades em decorrência das medidas restritivas e declarar uma diminuição da faturação média diária comunicada à AT no sistema e-Fatura nos dias em que vigore a suspensão de atividades, face à média de faturação diária registada nos fins de semana compreendidos entre o dia 1 de janeiro de 2020 e 31 de outubro de 2020, ou, no caso das empresas constituídas em 2020, no período de atividade decorrido até 31 de outubro de 2020.
    Também nesta medida o apoio é atribuído sob a forma de subvenção não reembolsável, sendo a taxa de financiamento de 20 % do montante da diminuição da faturação.
    Logicamente, se as empresas aderirem a estas medidas, terão de cumprir diversas obrigações, concretamente, e desde a data de submissão da candidatura, bem como nos 60 dias úteis subsequentes à apresentação do pedido de pagamento final, não distribuindo lucros e dividendos, sob qualquer forma, nomeadamente a título de levantamento por conta, nem fazer cessar contratos de trabalho ao abrigo das modalidades de despedimento coletivo, de despedimento por extinção do posto de trabalho, ou de despedimento por inadaptação.

  • Como gere os Recursos Humanos na sua Organização?

    Os Recursos Humanos são os alicerces de qualquer Organização, que se quer forte, alinhada e motivada com a sua a missão. A sintonia entre as pessoas e a Organização, deve ser trabalhada com cuidado para que a eficácia dos resultados seja possível, fomentando a competitividade e, impulsionando a produtividade.
    É importante perceber as necessidades da Organização, e depois, compreender se a Organização as consegue colmatar sozinha. Os objetivos têm de estar definidos, nomeadamente a criação de todas as condições de trabalho para ser produtivo, reter os talentos, rentabilizar o capital e a tecnologia, clarificar o projeto, envolver e mobilizar todos os colaboradores, e, cada vez mais importante, reconhecer/recompensar os colaboradores de forma adequada.
    Começa aqui, o grande desafio da Gestão de RH. Planear, acompanhar e avaliar os colaboradores. Esta gestão requer o controlo permanente da situação, o acompanhamento e análise constantes, pois este planeamento não é estanque, o mercado não para as pessoas mudam e, as necessidades da Organização também.
    Desde o recrutamento e seleção, à sua integração e acolhimento na equipa, é preciso ser objetivo e ter definido um Plano Estratégico bem desenhado, para que o seu tratamento seja exequível e alinhado com a missão da Organização, com as necessidades do mercado. Saber preparar, construir e fazer cumprir uma boa Avaliação e Desempenho, em que seja possível a própria Organização conhecer de verdade cada colaborador que detém e principalmente, se o mesmo está no sítio certo, motivado e o que cada um representa em termos produtivos para o sucesso da empresa. Num jogo, podemos ter as peças certas, mas nos locais errados. E tal desajuste pode custar tempo e dinheiro.
    Aliado a esta planificação é-nos permitido entender primeiro, quais as alterações a fazer, o que vale a pena manter e transformar ou o que vale a pena dispensar. Permite às partes negociar direitos, benefícios, garantias, compensações. A gestão de RH, correta e justa, permite à Organização alinhar-se também com as pessoas, adotando uma política de motivação e de proximidade, onde são verdadeiramente avaliadas e compensadas em proporção e equilíbrio. É-nos permitido investir de forma adequada em Formação, colmatar fraquezas, mas fundamentalmente, enriquecer e alimentar o know-how dos seus colaboradores, consequentemente, aperfeiçoar e dinamizar o desempenho da própria Organização, otimizando os seus recursos.
    Muitas vezes quando as empresas, não têm dimensão para suportar uma equipa de Recursos Humanos, um apoio de equipa externa, imparcial e com conhecimentos técnicos, pode ser uma mais valia nesta gestão. A Gestão de Topo precisa de tempo para gerir o seu próprio negócio e, mesmo que delegue a alguém as tarefas de RH, pode não existir a clareza, o distanciamento ou até mesmo o conhecimento suficiente para gerir o que no fundo são, os seus colegas. Assim muitas vezes o apoio externo poderá garantir um planeamento imparcial e profissional, medidas objetivas e direcionadas, previamente estudadas, para cumprir determinados objetivos, apresentados pela Organização. Este tem como objetivo complementar os mecanismos internos existentes nas Organizações, ajudando a planificar medidas estratégicas realistas e ajustadas, definindo objetivos para dinamizar as equipas, dando os instrumentos certos para envolver, avaliar e evidenciar cada colaborador, com equilíbrio, justiça e motivação.
    Acabo como comecei, a gestão dos seus recursos humanos não é estanque, o mundo é fugaz, o mercado cada vez mais exigente e por conta disso, as pessoas mudam. A boa Gestão de RH ajuda a Organização a não parar, a transformar as suas peças para as encaixar nas várias etapas deste jogo de Valorizar Pessoas.

  • Raul Proença mantém-se como a melhor da região nos rankings das escolas

    Raul Proença mantém-se como a melhor da região nos rankings das escolas

    A Secundária Raul Proença mantém-se como a melhor escola
    da região nos rankings elaborados pelos jornais Público e Expresso. O semanário coloca-a mesmo como a melhor do distrito entre as secundárias. A ETEO destaca-se no ensino profissional

    No passado sábado foram publicados os rankings das escolas relativos aos resultados dos exames de 2019 e a Escola Secundária Raul Proença continua a ser a melhor colocada entre as escolas da região.
    O ranking do jornal Expresso coloca mesmo a escola caldense como a melhor do distrito entre as que têm mais de 100 provas e no segundo lugar, atrás da Secundária Henrique Sommer, de Leiria, incluindo as que têm menor número de exames.
    A escola caldense apresenta uma média de 12,27 em 624 exames – contra os 87 da escola leiriense – e a nível nacional surge em 68º lugar da geral nacional, nove lugares abaixo do ano passado.
    Em segundo lugar na região surge o Colégio Rainha D. Leonor, com média de 11,77, com 38 exames. Fecha o pódio da região para o Expresso a EBS Fernão Pó, do Bombarral (11,24).
    No seu ranking, o Expresso utiliza apenas os quatro principais exames (Português, Matemática, Biologia e Geologia, Física e Química).
    No ranking do Público, que utiliza todas as disciplinas para elaborar a listagem, mas só classifica as escolas com mais de 50 exames, há algumas diferenças. Contudo, continua a ser a Raul Proença a escola da região em destaque. Ocupa o 63º lugar na geral nacional e o quarto posto no distrito, com média de 12,03. Isto significa que os alunos desta escola têm melhor desempenho naquelas quatro disciplinas que são a base para o ingresso no ensino superior do que nas restantes.
    A segunda escola da região nesta lista do Público é a EBS Fernão Pó (143º), a ES D. Inês de Castro, de Alcobaça, (187º), a ES Rafael Bordalo Pinheiro (243º), a ES Peniche (352º), o Externato da Benedita (356º), a EBS S. Martinho do Porto (541º), o Externato D. Fuas Roupinho, da Nazaré, (553º), a EBS Josefa D’Óbidos (556º) e a EBS Amadeu Gaudêncio, da Nazaré, (571º). As três últimas apresentam médias negativas. A classificação do jornal diário não atribuiu classificação ao Colégio Rainha D. Leonor por não ter número de exames suficiente, mas atribuiu uma média de 10,71, num nível idêntico ao da escola Bordalo Pinheiro.

    RAUL PROENÇA MELHOR TAMBÉM NO 9º ANO

    A ES Raul Proença é também a melhor colocada nos rankings do ensino Básico, construído com os resultados dos exames nacionais do 9º ano.
    Nesta lista, a escola sediada no Bairro dos Arneiros obteve uma média de 3,40 numa escala até 5, que a coloca na posição 149 a nível nacional e em 5º no distrito. É ainda a primeira escola pública nesta classificação que inclui 18 escolas dos concelhos do sul do distrito.
    O Colégio Rainha D. Leonor surge com melhor classificação média, de 3,78, contudo por ter apenas 23 exames não lhe é atribuída classificação. Esta média colocaria o colégio do grupo GPS em terceiro no distrito.
    Fecham o pódio da região duas escolas de Alcobaça, a EBS D. Pedro, com média de 3,25, e a EB Frei Estêvão Martins, com 3,24.
    Há ainda a destacar a subida de 450 lugares da EBS Josefa D’Óbidos, que subiu aos 402º lugar a nível nacional e ao 5º na região com média de 3,06.

    ETEO É A MELHOR NO ENSINO PROFISSIONAL

    O jornal Expresso adiciona este ano um ranking para as escolas do ensino profissional e, neste, é novamente uma escola caldense a surgir como a melhor da região. A ETEO é a quinta colocada no distrito de Leiria com um índice de conclusão de 16,46 e ocupa o 97º lugar a nível nacional.
    A EPADRC, de Alcobaça, surge em 8º no ranking do distrito, com um índice de 14,3, seguida pelo Externato da Benedita, com 14,23.
    A região tem ainda classificados mais oito estabelecimentos de ensino com cursos profissionais, dos quais seis apresentam índices positivos e duas negativos.

  • A retoma após a pandemia

    A retoma após a pandemia

    Nesta altura a retoma é uma incerteza, existe um plano de retoma progressiva, mas as dúvidas e os receios são variados. Será que haverá uma recaída? Será a segunda vaga pior do que a primeira?
    A grande questão é, salvo melhor opinião, como vão reagir as organizações a estas incertezas e que impacto terão as mesmas no mercado de trabalho?
    Uma coisa é certa, esta pandemia alterou o paradigma do mercado de trabalho e trouxe ao mesmo soluções anteriormente vistas com receio e desconfiança, falo do teletrabalho. Apesar do pânico inicial – e salvaguardando as contingências inerentes à articulação do teletrabalho com a telescola – na verdade foi uma experiência maioritariamente positiva a julgar pelas inúmeras reacções a que temos assistido, quer de empregadores, quer de trabalhadores.
    As organizações viram-se obrigadas a investir em soluções que permitissem aos seus trabalhadores continuar a exercer a sua actividade de forma o mais eficiente possível, os postos de trabalho passaram a ser os quartos e salas dos respectivos domicílios, as reuniões passaram a ser via plataformas informáticas, mas o contacto não cessou, pelo contrário tivemos a capacidade de nos reinventar.
    Todavia, muito foram os postos de trabalho que se perderam e a expectativa é que nos próximos meses os números no desemprego continuem a crescer.
    Assistimos a uma retoma progressiva em que parte das actividades que se viram obrigadas a fechar, estão agora obrigadas a abrir, ainda que parcialmente, sob pena de perderem os apoios que receberam, em concreto ao nível do layoff, mesmo que não tenham expectativa de ter de facto actividade, mesmo sabendo que os custos da reabertura serão superiores às receitas. Falemos em restaurantes, por exemplo, que maioritariamente se confrontam com o justo receio de uma população que ainda evita fazer a sua rotina pré pandemia.
    O grande desafio ao nível dos recursos humanos que as organizações enfrentam agora é conseguir gerir os postos de trabalho existentes, mantendo os colaboradores motivados, face a esta incerteza. Reparemos que na mesma organização poderemos ter trabalhadores em layoff que preferiam não estar em casa, outros a trabalhar e que pensam porque não permaneceram em casa, para além das situações de apoio à família que se continuam a verificar. São tratamentos distintos, escolhas necessárias para ajustar a capacidade produtiva às necessidades do mercado e às exigências que enfrentamos nesta retoma da actividade.
    Mais que nunca, é preciso conhecer as pessoas e gerir as expectativas com vista a conseguirmos em conjunto ultrapassar mais este obstáculo cuja duração é incerta. Se conseguirmos, sairemos certamente mais fortes.

  • Workshop sobre cibersegurança no dia 9 nas Caldas

    No próximo dia 9 de Junho, pelas 9h30, realiza-se nas Caldas uma sessão on-line sobre cibersegurança e RGPD (Regulamento Geral sobre a Protecção de Dados).
    Esta iniciativa, organizada pelo Contrato Local de Desenvolvimento Social (CLDS) 4G das Caldas da Rainha em parceria com a AIRO (Associação Empresarial da Região Oeste) e a ACCCRO (Associação Empresarial das Caldas da Rainha e Oeste) é dirigido a empresários do concelho e comunidade em geral.
    O orador será Victor Rodrigues, business executive da Portugal S2 Grupo (sucursal em Portugal).
    As inscrições para este workshop podem ser feitas através do link http://www.airo.pt/workshop-ciberseguranca-e-rgpd-online.

  • Alunos visitam União de Freguesias de Caldas

    O executivo da União das Freguesias de Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório decidiu abrir as portas da sede da Junta, tendo convidado os alunos de 4º ano das escolas de 1º ciclo da freguesia a conhecerem o espaço.
    A iniciativa pretendia permitir às crianças que conhecessem o espaço e o funcionamento de uma Junta de Freguesia, sendo a oportunidade aproveitada para os alunos debaterem ideias com o executivo liderado por Vítor Marques.
    “Lançou-se um tema para cada turma, para que as crianças pudessem reflectir sobre este e para que trouxessem então ideias e dúvidas para apresentar ao Executivo, no espaço do Salão Nobre”, explica a União de Freguesias em comunicado.
    Para além dos temas apresentados durante aquela sessão, foi ainda sugerido aos alunos pensarem sobre as seguintes questões: “A Junta é uma Eco-freguesiaXXI. O que achas que a junta pode fazer para ser ainda mais ecológica?”
    Os alunos das escolas do 1º ciclo da freguesia “apresentaram-se muito interventivos” naquela iniciativa e, segundo a autarquia, deram “excelentes contributos para o executivo puder debater”.

  • Centro Paroquial  quer fechar 1º ciclo

    Centro Paroquial quer fechar 1º ciclo

    A direcção do Centro Paroquial das Caldas da Rainha tomou
    a decisão de acabar com o primeiro ciclo na instituição. Ou seja, no próximo ano lectivo já não pretendem abrir o primeiro ano do 1º ciclo. Mas há pais que não concordam com a decisão

    A direcção do Centro Paroquial das Caldas da Rainha decidiu, na reunião do passado dia 18 de Fevereiro, não dar continuidade ao projecto do 1º ciclo, que está a funcionar há nove anos naquela instituição. Deste modo, o Colégio de N. Sra de Fátima vai começar a cessar a sua actividade, não abrindo o 1º ano de escolaridade no próximo ano lectivo.  O presidente da direcção, o padre Joaquim Pedro, contactado pela Gazeta das Caldas não quis prestar declarações sobre esta assunto. Também a direcção da entidade foi contactada para explicar esta decisão, mas não respondeu até ao fecho desta edição. Quem está em desacordo com esta decisão é Faustino Cunha, vice-presidente da instituição desde a colocação da primeira pedra do Centro Paroquial há 27 anos. O empresário sempre participou voluntariamente nesta instituição de cariz religioso e que ao longo dos anos foi somando valências e não esconde a desilusão.  “Há nove anos abrimos o Colégio, possibilitando continuar a apoiar as crianças e as famílias até aos dez anos”, disse aquele responsável, acrescentando que, além do Colégio, “também está em risco o Centro de Actividades de Tempos Livres”.  No total, esta escola privada é frequentada por 56 crianças com idades entre os 6 e os 10 anos e garante oito postos de trabalho. “O corpo docente foi criado com todo o critério, de acordo com a instituição católica que é”, referiu o vice-presidente demissionário, que salienta que a escola tem obtido bons resultados no aproveitamento dos alunos. “Temos dos melhores resultados entre as escolas da cidade nas provas oficiais”, disse à Gazeta aquele ex-dirigente do Centro Paroquial, explicando que não aceita que se aleguem razões financeiras para não abrir o 1º ano, visto que apresentou soluções que permitiriam a continuidade do Colégio. A média mensal que os pais pagam pela frequência dos seus filhos é de 208 euros, “pois mantivemos mensalidades sociais”, que são estabelecidas de acordo com os rendimentos da família. Se a decisão se mantiver, “dentro de três anos e meio terminará o 1º ciclo, actividade que não impede qualquer outra actividade do Centro Social. Como tal esta é uma decisão que não faz sentido”, rematou Faustino Cunha.  Ana Rita Mateus é mãe de uma criança que está no último ano do Jardim de Infância do centro Paroquial das Caldas. Fará 6 anos em Setembro e como tal, a encarregada de educação gostaria que o filho frequentasse a escola daquela instituição onde está há três anos.

    Uma solução conjunta

    “Só posso dizer bem daquela instituição e da forma como interagem com as crianças e como proporcionam o contacto intergeracional com os mais velhos”, refere a mãe, que gostaria que a escola pudesse manter-se, dado que o seu filho gosta e “é muito feliz” no Centro Paroquial. “Por que é que não há continuidade? Não sabemos a razão que levou a esta decisão”, referiu a encarregada de educação que, em conjunto com outros pais, gostaria que a escola continuasse e se achasse “uma solução em conjunto” com os pais. Em caso de necessidade, admite abertura para “rever inclusive o aumento do valor das mensalidades”. Segundo a encarregada de educação, mais de metade da turma – que tem 21 elementos – que agora termina o Jardim de Infância, estaria interessada em continuar na instituição. “Gostamos da instituição e, por nós, a escola do 1º ciclo não terminava”, referiu a encarregada de educação, que sublinhou a existência do ATL, da praia, da natação e prolongamento de actividades até às 19h00, que são ofertas“que dificilmente se encontram na escola pública”.
    Ana Rita Mateus queixa-se da falta de comunicação da direcção da instituição a quem os pais já enviaram vários e-mails pedindo justificações para esta decisão e também pediram reuniões para abordar este assunto e “que não foram atendidas”.

  • Alunos do 2º ciclo aprendem a preparar lanches saudáveis

    A associação Biogleba, em parceria com a União de Freguesias de Santo Onofre e Serra do Bouro, está a desenvolver a actividade “Culinária para crianças – Lanches saudáveis” junto de crianças que frequentam as escolas do 1º ciclo da freguesia. Os técnicos daquela associação têm-se deslocado às escolas para preparar lanches saudáveis com os alunos, que depois podem ser feitos pelas próprias crianças em casa. Em comunicado, a União de Freguesias, que assume os custos do projecto, salienta que os lanches são preparados com “alimentos não processados e provenientes do comércio local, além de haver uma sensibilização contra a utilização de plásticos, apelando-se ao consumo de alimentos que se descasquem, em vez daqueles que se desembalam”. As receitas confeccionadas têm resultado em “bolinhas energéticas feitas com ingredientes como cenouras, alperces, aveia, amêndoas e maçã desidratada”. As sessões de trabalho têm a duração de uma hora, sendo integradas no horário escolar, para não retirar às crianças o tempo de brincadeira. O presidente da União de Freguesias, Jorge Varela, tem participado em algumas destas sessões e salienta a importância que um projecto como este tem para a saúde dos mais novos e não só. “Temos todos de aprender a comer melhor e de uma forma mais saudável”, salientou o autarca. Este projecto engloba seis escolas na União de Freguesias de Santo Onofre e Serra do Bouro, que fazem parte do Agrupamento de Escolas Raul Proença, Colégio Rainha D. Leonor e Infancoop. São abrangidos 207 alunos, divididos por 10 turmas do 1º Ciclo.

  • Alunos/bombeiros de Óbidos visitam sedes da ANPC e INEM

    Um grupo de 14 alunos/bombeiros que integram o Grupo de Primeira Intervenção da Escola Básica e Secundária Fernão do Pó, do Agrupamento de Escolas Fernão do Pó, do Bombarral, visitou, no passado dia 20 de Fevereiro, as sedes da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANPC) e do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
    Acompanharam aquela visita o professor Alberto Claudino, delegado de segurança do agrupamento, o vereador, Vítor Fonseca, o Coordenador Municipal de Proteção Civil, Sérgio Morais, e dois elementos dos Bombeiros Voluntários do Bombarral, os chefes Alexandre Silva e Ricardo Gomes.
    A visita às sedes daquelas duas entidades nacionais integra a formação dos estudantes, mas é também “uma forma de reconhecimento pela tarefa que desempenham ao longo do ano letivo e um estímulo para possam continuar a integrar o grupo”, explicou Alberto Claudino, em comunicado.

  • Alunos/bombeiros do Bombarral visitam ANPC e INEM

    Alunos/bombeiros do Bombarral visitam ANPC e INEM

    Um grupo de 14 alunos/bombeiros que integram o Grupo de Primeira Intervenção (GPI) da Escola Básica e Secundária Fernão do Pó, do Agrupamento de Escolas Fernão do Pó (Bombarral), visitaram, a 20 de Fevereiro, as sedes da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANPC) e do Instituto Nacional de Emergência Médica.

    Acompanhados pelo professor Alberto Claudino, delegado de segurança do agrupamento, os alunos foram ainda acompanhados pelo vereador da Câmara do Bombarral, Vítor Fonseca, do Coordenador Municipal de Proteção Civil, Sérgio Morais, bem como de dois elementos dos Bombeiros Voluntários do Bombarral, os chefes Alexandre Silva e Ricardo Gomes.

    Realizada anualmente, a visita a estas entidades integra a formação dos estudantes, mas é também “uma forma de reconhecimento pela tarefa que desempenham ao longo do ano letivo e um estímulo para possam continuar a integrar o grupo”, explicou Alberto Claudino.

    Na ANPC, a comitiva foi recebida pelo adjunto de comando, Pedro Nunes, e pela técnica Anabela Saúde, que deram a conhecer a atividade que é desenvolvida por esta entidade, enquanto nas instalações do INEM visitou o Centro de Operações de Doentes Urgentes, onde foram dados a conhecer os procedimentos associados às chamadas efetuadas para o 112.

  • Projecto Oeste Educa+  aposta na mobilidade de professores, alunos e pessoal

    Projecto Oeste Educa+ aposta na mobilidade de professores, alunos e pessoal

    A interacção entre várias realidades, a promoção do perfil pessoal e profissional e, no limite, o sucesso escolar, é o objectivo do projecto Oeste Educa +. O protocolo entre a Comunidade Intermunicipal do Oeste (OesteCIM) e os representantes
    de vários agrupamentos foi assinado a 28 de Fevereiro

    A OesteCIM e diversos agrupamentos de escola da região juntaram-se para a criação de um consórcio, denominado Oeste Educa+, que tem por objectivo agilizar o processo de organização das mobilidades, em diversos países, garantindo a preparação cultural e o bom enquadramento nos países de acolhimento. O protocolo de parceria foi assinado pelos diversos intervenientes, na passada sexta-feira, tratando-se da primeira vez que esta Comunidade Intermunicipal dinamiza um projecto Erasmus para a comunidade educativa.  Pedro Folgado, presidente da OesteCIM, explicou na apresentação do projecto, que é “importante que as pessoas conheçam outras realidades e a confrontem com a sua”, destacando a mobilidade não só de alunos, mas também de pessoal docente e não docente, directores escolares e coordenadores. Actualmente há quatro países de destino para as candidaturas de mobilidade que sejam apresentadas para pessoal ligado à escola pública: Espanha (Barcelona), Reino Unido (Worthing), Finlândia (Helsínquia) e Alemanha (Berlim).
    “O que se pretende é a interacção entre várias realidades e a promoção do perfil pessoal e profissional de cada um e o aumento dessas capacidades pedagógicas e profissionais no que diz respeito à educação e, no limite, o sucesso escolar”, explicou o também presidente da Câmara de Alenquer.
    Pedro Folgado destacou ainda que os 12 municípios do Oeste estão bastante empenhados em que haja mais conhecimento, saber e melhor educação e que houve da parte das escolas um envolvimento muito grande.
    O objectivo desta parceria é, ainda, o de ser capaz de construir um consórcio que não termina com o programa, mas que se manterá, partilhando saberes, experiências e necessidades, bem como a consciência de que a mobilidade é cada vez mais determinante e necessária para aumentar a qualidade do ensino e aprendizagem.
    A primeira saída de docentes está prevista para Barcelona entre 19 e 25 de Abril de 2020. Contudo, e por uma questão de cautela, a OesteCIM irá questionar as entidades, nomeadamente o Erasmus, no sentido de perceber da segurança desta mobilidade por causa do corona vírus. Caso não estejam garantidas as condições, esta será adiada, explicou o responsável.

    Mobilidade para 300 alunos em preparação

    Entretanto, a OesteCIM está também a preparar um projecto de mobilidade para cerca de 300 alunos.
    Os municípios consideram que a educação é um pilar importante para os territórios da região, tendo feito várias acções e abordado temáticas, nomeadamente de combate ao insucesso escolar, como é o caso do projecto Aluno ao Centro, que está a decorrer em cada município.  “Tem sido um esforço da nossa parte de implementação dessa política, com apoio de fundos comunitários e orçamentos municipais”, reconheceu o responsável. Pedro Folgado referiu ainda que a comunidade intermunicipal tem vindo a trabalhar a antecipação do sistema de necessidade de qualificações para quando chegar ao Estado central, já ter identificadas as necessidades de qualificação. “Somos das poucas CIM que fazem esse processo de articulação dos territórios, para que não haja duplicação”, referiu. Nesta primeira fase aderiram a este consórcio as seguintes entidades: Externato Cooperativo da Benedita (Al–cobaça), Agrupamento de Es–colas da Abrigada (Cadaval), Agrupamento de Escolas Da–mião de Goes (Alenquer), Agrupamento de Escolas Fernão do Pó (Bombarral), Agrupamento de Escolas Raul Proença (Caldas da Rainha), APEPO (Caldas da Rainha), Colégio Rainha D. Leonor (Caldas da Rainha), Agrupamento de Escolas D. Lourenço Vicente (Lourinhã), Agrupamento de Escolas de Peniche, Escola Secundária de Peniche, Agrupamento de Es–colas da Atouguia da Baleia, Agrupamento de Escolas Joa–quim Inácio da Cruz Sobral (Sobral de Monte Agraço) e Agrupamento de Escolas Madeira Torres (Torres Vedras).

  • Valadense Marina Jordão premiada nos Estados Unidos  por trabalho de doutoramento na área do 5G

    Valadense Marina Jordão premiada nos Estados Unidos por trabalho de doutoramento na área do 5G

    A valadense Marina Jordão, aluna do Programa Doutoral em Engenharia Eletro–técnica da Universidade de Aveiro, foi recentemente distinguida com um prémio internacional a propósito do trabalho “Over-The-Air Characterization of 5G MIMO Systems”. A entrega do galardão teve lugar no final do mês de Janeiro, na cidade de San Antonio, nos Estados Unidos. A aluna, natural do concelho da Nazaré, foi premiada com o “Silver Award of ARFTG Roger Pollard Student Fellowship in Microwave Measurement”, tendo o prémio sido anunciado na conferência “94th ARFTG Microwave Measurement Symposium RF to Millimeter-Wave Measurement Techniques for 5G and Beyond”. Segundo a Universidade de Aveiro, este trabalho de doutoramento está a ser desenvolvido pela aluna no Instituto de Telecomunicações em Aveiro, com a orientação de Nuno Borges de Carvalho e Arnaldo Oliveira, respectivamente, director e professor do Departamento de Eletrónica, Telecomunicações e Informática, bem como de Rafael Caldeirinha, professor do Instituto Politécnico de Leiria.

    INTERNET DAS COISAS

    Este trabalho de Marina Jordão tem como propósito “contribuir com técnicas e métodos para melhorar o design, caracterização de antenas MIMO e de dispositivos para a Internet das Coisas a utilizar no 5G”, esclarece a Universidade de Aveiro, em comunicado. A “Automatic Radio Frequency Techniques Group” (ARFTG) é uma organização com interesse nas áreas teste e medidas de sinais de rádio-frequência. O objetivo desta bolsa é reconhecer e financiar os trabalhos de investigação promissores, a estudantes de doutoramento que demonstrem interesse em desenvolver trabalhos que melhorem as medidas de sinais de rádio-frequência. A bolsa é nomeada em memória de Roger Pollard, em homenagem ao seu trabalho na área de medidas de sinais de rádio-frequência e educação.

  • Escolas da região desenvolvem projectos de Erasmus

    Escolas da região desenvolvem projectos de Erasmus

    ETEO tem grupos de alunos e professores envolvidos em iniciativas em Espanha e Suécia, mas há outras escolas da região que também apostam neste tipo de iniciativas, que pretendem valorizar alunos e professores através do contacto internacional

    As professoras acompanhantes Mariana Maia e Sandra Valentim ladeiam duas estudantes em Erasmus em Estocolmo

    A Escola Técnica Empresarial do Oeste assume-se como uma verdadeira escola de oportunidades e, por isso, tem vindo a apostar em projectos de Erasmus. Assim, e até ao final do mês, os alunos e professores do 12º ano daquela escola de Caldas da Rainha estão a realizar iniciativas em Espanha, na cidade de Bilbao, e na Suécia, em Estocolmo, numa actividade que teve início no passado mês de Dezembro. O grupo de Estocolmo inclui oito formandos a frequentarem os cursos profissionais de Animador Sócio-cultural e Técnico Auxiliar de Saúde, enquanto o grupo de Bilbao é composto por oito formandos dos cursos profissionais de Técnico de Comunicação e Serviço Digital, Técnico de Termalismo e Técnico Instalador de Sistemas Térmicos de Energias Renováveis.
    Cada um dos grupos é acompanhado, na primeira semana, por duas professoras, que estão a apoiar a integração sócio-cultural e profissional. Depois das reuniões com as empresas para a apresentação dos estagiários e definição do plano de estágio que tem a duração de seis semanas, os grupos seguiram viagem.
    Em comunicado, a coordenadora do projecto “ETEO A School of European Opportunities”, e restantes elementos da equipa, deseja que esta oportunidade seja uma excelente “experiência para os participantes e que lhes permita o desenvolvimento de competências necessárias a viver e trabalhar em qualquer país”.

    mais escolas aderem

    Além da ETEO, outras escolas da região também desenvolveram iniciativas de Erasmus neste ano lectivo.
    Em Janeiro, um grupo de dez alunos e duas professoras do Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos esteve na Áustria, na cidade de Graz, para visitar a escola Modellschule, no âmbito do projeto Erasmus+ “SOS Earth: Exploring natural diversity and creating awareness of environmental problems”.
    O Externato Cooperativo da Benedita e o Agrupamento de Escolas da Nazaré também realizaram actividades de Erasmus.

  • Alunos da Infancoop fazem  visita à Gazeta das Caldas

    Alunos da Infancoop fazem visita à Gazeta das Caldas

    A turma do 4º ano da Infancoop (Cooperativa de Pais Trabalhadores para Apoio à Infância), composta por 20 alunos, acompanhados pela professora Natacha Nascimento, efectuou uma visita de estudo à redacção da Gazeta das Caldas, na passada sexta-feira.  Os alunos tiveram contacto com a equipa de profissionais que produz semanalmente o jornal e manifestaram grande interesse pela forma como se produz a edição impressa e também a edição digital. Muitos deles já têm contacto com o jornal, dado que os pais e avós são assinantes.

  • Mais de 70 formandos qualificados em 2019

    Mais de 70 formandos qualificados em 2019

    O Dia da Justiça Social (20 de Fevereiro) foi escolhido pelo Centro Qualifica do Agrupamento de Escolas Rafael
    Bordalo Pinheiro para entregar os diplomas a 74 formandos que terminaram as suas formações durante o ano de 2019.
    Este ano já foram certificados alguns formados, e estão a decorrer várias formações e certificações profissionais

    Celebrar a valorização pessoal e o investimento na qualificação escolar e profissional foram os objectivos da cerimónia de entrega de diplomas de 2019 do Centro Qualifica do Agrupamento de Escolas Rafael Bordal Pinheiro, das Caldas da Rainha, na quinta-feira da semana passada. No total foram certificadas 74 pessoas, em formações de 9º e 12º anos e outras de carreira profissional, como é o caso de técnico de Acção Educativa, técnico Administrativo e técnico de Protecção Civil. Trata-se, de acordo com a coordenadora deste Centro Qualifica, Ana Domingos, de ajudar as pessoas que, por qualquer motivo, abandonaram o sistema escolar mais cedo e aquelas que, por estarem no mercado de trabalho, pretendem ver as suas competências certificadas. No ano passado foram certificadas mais de 70 pessoas, um número que a responsável considera bom e que coloca este centro na “média da região centro e acima da média da OesteCIM”. Este ano já foram certificados alguns formados e estão a decorrer várias formações e certificações profissionais, como é a de Protecção Civil, Bombeiro e Técnico Administrativo. Ana Domingos reconhece que existe alguma resistência, por parte das pessoas, em concluir os estudos e garante que não é um processo difícil. “Basta disporem de algum tempo da sua vida e tentarem melhorar, pois só com mais competências é que conseguimos uma vida melhor”, disse, especificando que os cursos têm por base uma análise do perfil de cada candidato ao nível das competências básicas, como o saber escrever, contar, saber algo de informática e de línguas. A maioria das certificações regista-se ao nível do 12º ano. Por exemplo, do ano passado há 50 diplomas a atribuir relativamente a esse ano de escolaridade, enquanto que apenas certificaram sete pessoas ao nível do 9º ano. Neste último caso, a responsável considera que as pessoas sentem-se desmotivadas para prosseguir estudos porque acabam por não ter a respectiva retribuição, em termos de valorização no trabalho. Tendo em conta essas dificuldades, os docentes do centro fazem um acompanhamento individualizado, em que a pessoa, através da sua experiencia de vida, tenta demonstrar que tem as competências que pertencem ao referencial. A formação dá resposta ao que falta, e esta pode ser individualizada, em pequenos grupos ou participando em formações exteriores de entidades que colaboram com o Centro Qualifica. O Centro conta também com a ajuda de entidades e empresas, como os bombeiros e supermercados, onde é ministrada a formação no local, tentando conjugar os horários. “Tentamos encontrar soluções, assim as pessoas estejam interessadas”, conclui Ana Domingos. O centro tem duas psicólogas, formadas para o acompanhamento dos candidatos, e mais 10 professores, com formação em várias áreas, para dar resposta às várias necessidades de formação.

  • Obra do Centro Escolar de Alfeizerão parada

    Obra do Centro Escolar de Alfeizerão parada

    A obra do Centro Escolar de Alfeizerão encontra-se parada há várias semanas, depois de o empreiteiro ter abandonado o estaleiro que tinha instalado. A conclusão da empreitada dentro dos prazos está, deste modo, em risco. Tal como tem sucedido com diversas obras públicas, a empresa que ganhou o concurso público optou por não fazer a obra, por entender que acabará por ter prejuízo. Em causa estão os valores da adjudicação. Muitas empresas baixam o preço para ficar com a obra, mas, quando iniciam a intervenção, reconhecem que baixaram em demasia os valores e optam por abandonar a obra. A Câmara de Alcobaça terá, agora, de consultar os outros concorrentes para retomar a obra.

  • Bolsas + Indústria entregues em Leiria

    O Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, recebe, na próxima terça-feira, a partir das 17h00, a cerimónia de atribuição das Bolsas + Indústria 2019/2020. Esta sessão conta com a participação dos representantes das empresas que aderiram a esta iniciativa, dos estudantes agraciados e respectivos coordenadores de curso, bem como dos representantes de cada um dos parceiros do protocolo, nomeadamente o Politécnico de Leiria, a Nerlei e Cefamol, e das escolas secundárias de origem dos estudantes. O programa surgiu em 2013, quando o Politécnico, a Nerlei e a Cefamol, reconhecendo a “importância da aproximação do ensino Superior à comunidade, em particular ao meio empresarial”, assinaram um protocolo “que, no âmbito das respetivas actividades, estabelece formas de cooperação tendo em vista o aproveitamento recíproco das suas potencialidades científicas, técnicas e humanas”. Pretende-se igualmente estabelecer uma aproximação entre as indústrias, os estudantes, professores e investigadores, criando-se “sinergias de transmissão de conhecimento entre o meio empresarial e o meio académico que potenciem a investigação e a inovação”, explicam as entidades promotoras desta iniciativa.

  • Politécnico de Leiria lidera consórcio para criação  de universidade europeia

    Politécnico de Leiria lidera consórcio para criação de universidade europeia

    O Politécnico de Leiria, em conjunto com outras sete instituições de ensino superior de seis países europeus, apresentou no passado dia 12 de fevereiro, na Representação de Portugal junto da União Europeia, em Bruxelas, a nova Rede de Universidades Europeias. O Politécnico de Leiria lidera um projeto, dentro do programa Erasmus+, que contribuirá para estabelecer o consórcio RUN-EU (Regional University Network – European University) constituído pelos seguintes membros fundadores: Politécnico de Leiria (Portugal), Politécnico de Cávado e do Ave (Portugal), Limerick Institute of Technology (Irlanda), Athlone Institute of Technology (Irlanda), Széchenyi István University (SZE) (Hungria), Häme University of Applied Sciences HAMK (Finlândia), NHL Stenden University of Applied Sciences (Holanda), e pela FH Vorarlberg University of Applied Sciences (Áustria).
    Na cerimónia de lançamento da rede regional de universidades europeias, que contou com a participação de cerca de 70 representantes das oito Instituições de Ensino Superior, foi assinado o acordo de missão que irá reger a criação do consórcio e estabelecer as linhas de ação desta aliança. Os representantes dos estudantes das IES tiveram igualmente um papel preponderante neste evento, apresentando a sua visão para criação da nova universidade europeia.

  • Alunos de Óbidos na Áustria reforçam apreço pela natureza

    Alunos de Óbidos na Áustria reforçam apreço pela natureza

    Projecto Erasmus+ levou uma dezena de alunos e duas professoras do Agrupamento
    de Escolas Josefa de Óbidos a visitar a cidade austríaca de Modellschule

    Um grupo de dez alunos e duas professoras do Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos esteve na Áustria, na cidade de Modellschule, junto a Graz, no final do mês de Janeiro, âmbito do projeto Erasmus+ “SOS Earth: Exploring natural diversity and creating awareness of environmental problems”. A semana foi dedicada à descoberta e exploração do património natural, numa perspetiva de preservação do meio ambiente. Os alunos participaram num conjunto de actividades que promovem a defesa do planeta, “tomando consciência do que cada um de poderá fazer para garantir a proteção da riqueza natural”, explicam as professoras Lurdes Clemente e Ivone Cristino, que lideraram a comitiva.  Em Graz, a visita a espaços comerciais ecológicos permitiu perceber “que é possível ter qualidade de vida sem desperdício”.  No Eco-park, em Hartberg, a realização de experiências científicas reforçou o conhecimento dos alunos sobre a tendência do aumento de gases tóxicos na atmosfera e sobre as possíveis soluções para a inversão deste processo. O percurso na Escola Agrícola, em Grottenhof, incluiu a observação da produção agrícola e animal e um lanche com produtos naturais, confecionado pelos formandos da escola.
    Na Montan Universität, em Leoben, diferentes workshops, dinamizados por professores e estudantes da instituição, proporcionaram a aquisição de novos conhecimentos sobre métodos inovadores de reciclagem e a tomada de consciência de que é possível termos um papel ativo na proteção da natureza.
    Nessa semana, os alunos desfrutaram ainda de uma experiência na neve, em Tauplitz. Num ambiente descontraído, praticaram desportos de inverno – snowshoeing e sledging – em pleno contacto com a beleza natural. O espaço possibilitou igualmente o reforço das aprendizagem sobre os glaciares e sobre a sua importância para a vida do planeta.

    VISITA A VIENA PARA MAIS TARDE RECORDAR

    Nos primeiros dias da viagem, o grupo teve oportunidade de visitar a cidade de Viena e os seus espaços e monumentos emblemáticos. Participaram também no encontro os alunos e professores das escolas parceiras da Áustria, a escola anfitriã, da França e da Inglaterra. Além da vivência na escola austríaca e em diferentes espaços de Graz, os alunos portugueses conviveram com as famílias dos seus colegas correspondentes, ao serem acolhidos nas suas casas. Num ambiente acolhedor, todos partilharam experiências, fizeram novos amigos, comunicando em inglês e reforçando o sentimento de apreço pela riqueza natural do nosso continente.  Para as professoras Lurdes Clemente e Ivone Cristino este foi “um exercício de plena cidadania na Europa”.

  • Geração S+ discute educação hoje na Escola D. Inês de Castro

    O projecto Geração S+ promove hoje, a partir das 19h00, na Biblioteca da Escola Secundária de D. Inês de Castro, em Alcobaça, a iniciativa “Educar EmocionalMente”.
    Segundo a organização, estas sessões para pais (e para todos os interessados) com filhos entre os 6 e os 12 anos, têm como principal propósito envolver toda a comunidade educativa no desenvolvimento de competências de identificação e conhecimento de necessidades, emoções e dos comportamentos.

  • Clube de Robótica do Externato da Benedita apresenta projecto

    O Clube de Robótica do Externato Cooperativo da Benedita apresentou um projecto, na passada segunda-feira, no âmbito do Open Schools for Open Societies (2017-2020).
    Além da escola beneditense, também a Secundária Raul Proença participa naquele projecto europeu, que envolve uma centena de estabelecimentos de ensino e visa transformar as escolas em ecossistemas inovadores de aprendizagem.

  • Empresas divulgam-se na EHTO

    Mais de duas dezenas de empresas de todo o país marcaram presença no Step by Step Rumo ao Futuro, da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste. O evento realizou-se, na passada terça-feira, 11 de Fevereiro, com o objectivo de fazer uma ponte entre o mundo empresarial e o mundo escolar, criando uma ligação de duas vias entre os alunos e os empresários.
    Os estudantes ficaram a conhecer locais onde poderão estagiar e prosseguir a sua vida profissional depois dos estudos e os representantes das empresas identificaram os principais talentos entre os alunos que estão a tirar formação em áreas específicas do sector.
    Além do espaço expositivo, nos corredores da escola, o evento contou com apresentações no auditório.
    No Step by Step participaram grandes grupos hoteleiros, mas também representantes de restaurantes, hóteis e unidades produtivas locais.
    Entre os 21 participantes estavam representantes dos grupos Pestana, Vila Galé, Sana e Amorim Luxury Group, mas também a Quinta do Lago (Algarve), Sheraton (Cascais), Sublime (Comporta), Dolce (Camporeal Lisboa), Cascade (Lagos), AORH+, Vários Sabores, DayTours, Discovery Hotel Management, Blue&Green, Sonae Capital e Fátima Hotels.
    O Your Hotel & Spa (Alcobaça), Royal Óbidos, Sabores d’Itália, Água d’Alma e o Atelier do Doce também marcaram presença.

  • Teambuilding vantagens para as empresas

    Teambuilding vantagens para as empresas

    O conceito de Teambuilding envolve o uso de atividades práticas em grupo, de caráter lúdico e interativo, que pode ter vários objetivos estratégicos para as organizações. Estas dinâmicas e jogos são realizados para simular situações do dia-a-dia, permitindo tanto a prática do trabalho em equipa quanto a aprendizagem de novos conceitos.
    A semelhança entre os desafios enfrentados e a realidade das empresas, prepara o grupo para os desafios que as organizações passam nos dias de hoje. Portanto, o Teambuilding é um processo sistemático projetado não só para melhorar as relações de trabalho em equipa, como também a resolução de problemas, a tomada de decisões e a resolução de conflitos que permitem ao grupo superar as barreiras que podem surgir dentro das organizações. No fundo estas atividades alinham os trabalhadores para um objetivo comum, em que todos estão a trabalhar na direção pretendida pela organização
    São vários os benefícios elencados para as organizações, nomeadamente: promover uma melhor comunicação, melhorar a performance e os resultados, fazer um melhor uso das forças individuais e coletivas, reforçar o trabalho de equipa, ajustar comportamentos, entre outros. Contudo existem pontos fundamentais que não pode descurar quando pensar numa atividade de Teambuilding para a sua equipa, assim as atividades de Teambuilding devem:
    1. Proporcionar mais do que diversão: É importante que os participantes se distraiam, sim, mas os conteúdos não podem ser negligenciados;
    2. Ser orientados por especialistas: Só com especialistas no assunto se consegue retirar de uma dinâmica de grupo lições práticas e úteis que vão maximizar a aprendizagem dos participantes e a sua atitude em contexto de trabalho;
    3. Ser seguidos de reforços: As novas atitudes adquiridas nem sempre são fáceis de passar para a realidade laboral. Para que estas atitudes sejam interiorizadas pelos participantes devem ser apoiadas, controladas e premiadas.
    Se atender a estas dicas, no final do evento os participantes ficam a conhecer-se melhor, o trabalho em equipa é otimizado e é promovido um elevado nível de motivação, ajudando os membros do grupo a melhorar as suas competências interpessoais e aumentar a sua capacidade de enfrentar os problemas no contexto laboral.
    E agora?!?!? …. Mãos à Obra!!!

    Andreia Mendes
    HR Consultant

  • Projecto Ler Óbidos quer ganhar alunos  para a leitura e tornar jovens informados

    Projecto Ler Óbidos quer ganhar alunos para a leitura e tornar jovens informados

    A formação de leitores críticos, a leitura e a produção escrita são alguns dos objectivos do Ler Óbidos, um projecto que irá desenvolver-se em três anos na Escola Josefa de Óbidos. Os alunos terão contacto com escritores e irão participar em actividades relacionadas com a literatura, o audiovisual, as redes socais e publicações em plataformas digitais

    O escritor Henrique Fialho, natural de Rio Maior e residente nas Caldas da Rainha, foi o primeiro convidado de “Vivinhos da Silva”, uma das actividades que integra o projecto Ler Óbidos. Perante uma plateia atenta, o autor falou sobre a sua mais recente obra “Festa dos caçadores”, mas também sobre o que deu origem às histórias, onde procura inspiração e, sobretudo, da leitura, que depois leva à escrita.
    “Nunca escrevi para publicar um livro, faço-o pelo apelo da escrita”, contou Henrique Fialho, lembrando que começou por publicar no seu blog e que anda sempre com canetas e caderno, onde faz os seus apontamentos. Licenciado em Filosofia e professor durante 10 anos, o orador partilhou os seus gostos por filmes de cowboys, as viagens e as obras de arte que aprecia e que são referências importantes na sua escrita.
    Henrique Fialho voltará à Escola Josefa de Óbidos para fazer outra sessão, em que trará livros e discos de outros autores. Participará ainda na actividade “Problema da Habitação”, inspirada no poema de Ruy Belo, e que começará com este autor. Uma turma irá até S. João da Ribeira (Rio Maior), onde o poeta viveu durante bastante tempo, visitará a sua casa e Henrique Fialho falará sobre a vida e obra do autor. Os alunos, numa primeira fase, irão aos sítios onde os escritores trabalharam, ou passaram, e depois irão levar os alunos a locais onde estes se sintam inspirados para escrever.
    Estas são apenas algumas das actividades do projecto Ler Óbidos, que começou a ser dinamizado este ano lectivo, dedicado sobretudo a alunos do terceiro ciclo e ensino secundário, e que envolve parceiros como a Câmara de Óbidos e a sociedade Vila Literária. O arranque foi dado em articulação com o Folio, nomeadamente a curadora do Folio Educa, Maria José Vitorino, com a realização de um laboratório de escrita direccionado para o terror e o fantástico, e outro sobre banda desenhada. Foi ainda desenvolvida uma palestra sobre as fake news (notícias falsas) no âmbito do mesmo festival.
    As próximas actividades, a desenvolver durante a Semana da Leitura (9 a 13 de Março) serão # Tuba! – Execução de peças musicais em tempo real para acompanhamento de leituras, criação e gravação de composições musicais e # Tens é garganta!, com leituras encenadas.

    Ter um aluno a ler

    Existe um novo espaço de biblioteca, junto à entrada da escola, denominado “Oh não, outra biblioteca!”, que funciona também como zona de lazer, com livros, revistas, xadrez e televisão, e que é bastante utilizada pelos jovens. Foi ainda criada uma biblioteca verde, que funciona nos meses de Verão no espaço exterior da biblioteca, e que é um complemento, com plantas, onde os alunos poderão estar de forma informal. “A ideia do projecto é que os alunos leiam mais”, explica à Gazeta das Caldas Luís Germano, coordenador das bibliotecas escolares do Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos. De acordo com este responsável o “Ler Óbidos” é apoiado pelo Plano Nacional de Leitura, com verbas para equipamento, formação e workshops, fundo documental e ainda algum montante destinado à aquisição de utensílios para os projectos que queiram desenvolver.
    Luís Germano reconhece que este projecto não terá resultados imediatos, mas que é bastante rico, pois está “focado na leitura, em diversas actividades, e está ligado ao áudio, ao vídeo, redes socais, publicações em plataformas digitais”. Por exemplo, ao nível do equipamento, a aposta da escola passa pela criação de um mini estúdio, onde os alunos possam dinamizar actividades.
    O projecto serve também para a aquisição de livros para a biblioteca e a possibilidade de fazer colecções temáticas. O professor bibliotecário recorda que há uns anos o desinteresse pela leitura acontecia sobretudo a partir do segundo ciclo e que, até aí, os alunos ainda eram leitores. “Hoje em dia já vai quase para o primeiro ciclo. Os alunos chegam ao terceiro, quarto ano e começam a mostrar grandes reticências ao livro, muito fruto das novas tecnologias”, diz, acrescentando que têm tentado combater esse desinteresse com a aquisição de publicações apelativas para os jovens, em termos de design grá fico e banda desenhada japonesa.
    “O objectivo final é ter um aluno a ler”, diz Luís Germano, que pretende que a biblioteca seja um local agradável, com recursos diversos e indutor de coisas. O professor bibliotecário não esconde que gostava que os jovens lessem mais mas, sobretudo, que aprendam a pensar e que sejam informados.

    biblioteca do futuro

    O director do Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos, José Santos, defende que as bibliotecas sejam um centro de recursos aberto a todos. Actualmente já existe um funcionário a tempo inteiro em cada biblioteca do agrupamento e o objectivo é que venham a ter também um professor.
    No âmbito do programa Aluno ao Centro, que prevê a criação de salas de aula do futuro, José Santos pretende fazer uma “biblioteca do futuro”, com o mesmo equipamento, para se poder fazer um trabalho mais dinâmico e de encontro às necessidades dos alunos da escola, e permitir uma maior dinâmica entre alunos, biblioteca e professor.

  • Alunos da escola Josefa de Óbidos visitaram  as instalações da Gazeta das Caldas

    Alunos da escola Josefa de Óbidos visitaram as instalações da Gazeta das Caldas

    Mais de duas dezenas de alunos do 9º ano da escola Josefa de Óbidos visitaram as instalações da Gazeta das Caldas na manhã de 7 de Fevereiro.
    Os jovens contactaram com a equipa deste jornal e ficaram a saber como são feitas as notícias e os anúncios publicitários que acompanham a edição. De resto, os alunos ficaram a perceber todo o processo produtivo do jornal mais antigo do distrito de Leiria.
    Curiosos, alguns dos jovens quiseram saber pormenores mais técnicos. “Como é que os factos chegam à redacção para se tornarem notícias?” ou “quem é que tira as fotografias do jornal?” foram algumas das perguntas dos alunos, que se mostraram especialmente preocupados com as fake news.
    A história da fundação da Gazeta e a forma como o jornal foi publicado durante o Estado Novo (com a censura) foram outros dos temas abordados.
    O desporto é uma das secções mais procuradas pelos jovens obidenses, até porque muitas vezes conhecem os intervenientes.
    A visita estava integrada no projecto LerÓbidos, que tem a Gazeta como parceira.

  • Parlamento aprova verba para residência académica da ESDRM

    Parlamento aprova verba para residência académica da ESDRM

    Aprovada dotação no Orçamento de Estado 2020 que deverá viabilizar a construção do equipamento previsto há 12 anos

    É uma luta antiga, mas que pode ter dado um passo importante no passado dia 4 de Fevereiro, com a aprovação pelo Parlamento da dotação em sede do Orçamento de Estado para 2020 das verbas necessárias para o lançamento da obra para a construção da Residência de Estudantes da Escola Superior de Desporto de Rio Maior (ESDRM).
    A proposta foi apresentada na Comissão de Orçamento e Finanças pelo grupo parlamentar do PCP e aprovada com os votos a favor daquele partido, do BE, do PSD, do CDS e do CHEGA, e a abstenção do Iniciativa Liberal e do PAN. Desta forma, os votos contra do PS não foram suficientes para chumbar a medida.
    Esta é uma causa que mobiliza tanto a direcção da escola, do Instituto Politécnico de Santarém e os próprios alunos, que se mobilizaram para ir a Lisboa assistir à votação.
    “Queremos e merecemos ter uma Residência de Estudantes. Não é um capricho, mas sim uma necessidade!”, referia a associação académica da ESDRM nas redes sociais.
    O próprio director da ESDRM, Luís Cid, esteve do lado dos alunos. “Não vamos desistir. Só ficaremos satisfeitos quando a Residência de Estudantes estiver construída. Os nossos estudantes e as suas famílias merecem que assim seja”, disse.
    O projecto contempla um edifício de três andares e com capacidade para 100 camas será implementado no campus da ESDRM, com uma área superior aos 2 mil m2. A construção, orçada em 1,6 milhões de euros, já deveria ter sido iniciada no ano passado.

  • Apurados para o Concurso Nacional de Leitura

    A fase municipal do 14º Concurso Nacional de Leitura tem estado a decorrer e apura os alunos de cada concelho para a fase intermunicipal, que deverá decorrer a 16 de Abril, em Arruda dos Vinhos. Nas Caldas esta primeira fase decorreu na Biblioteca Municipal e apurou 21 alunos caldenses. Madalena Alves, da EB de Sto. Onofre, e Tiago Coutinho, da EB da Santa Catarina, foram seleccionados no 1º ciclo. Diogo Sousa, da EBI de Sto. Onofre, e Ricardo Saloio, da EB da Sta. Catarina, foram os escolhidos no 2º ciclo e Victória Mota, da Escola Secundária Raul Proença, e Carolina Costa, da EB Sta. Catarina, no 3º ciclo. Ao nível do secundário apuraram-se Laura Marques e Mafalda Afonso, ambas da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro.
    Em Peniche apurou-se Madalena Glória (da EB1 Velha) e Camila Coelho (da EB1 Filtro) no 1º ciclo e Lara Esteves (da EBI 123 de Peniche) e Marcos Simões (da EB 23 D. Luís de Ataíde) no 2º ciclo. No 3º ciclo os apurados foram Pedro Silva (da EB 23 D. Luís de Ataíde) e Matilde Luís (da EBI 123 de Peniche).
    Já em Alcobaça os apurados foram Ivan Parente e António Jorge (Agrupamento de Cister) no 1º ciclo, Kaixin Cheng (Agrupamento de São Martinho do Porto) e Maria Bernardo (Ag. Cister) no 2º ciclo e Maria Silva e Guilherme Alexandre (Ag. Cister) no 3º ciclo. No secundário, apuraram-se Beatriz Ganhão (Ag. S.Martinho do Porto) e Alexandre Martins (do Externato da Benedita).

  • ESAD.CR recebe reunião do projecto europeu CLAY

    ESAD.CR recebe reunião do projecto europeu CLAY

    Iniciativa pretende mostrar aos parceiros de Itália, França, Finlândia e Roménia a inovação na cerâmica do Centro de Portugal, através da visita a várias empresas da região. Do programa faz parte um workshop aberto ao público e uma mesa redonda sobre o ensino e formação artística

    No próximo dia 19 de Fevereiro decorre nas Caldas da Rainha a quarta reunião europeia do projecto Interreg Europe CLAY, que vai dar a conhecer a cerâmica mais inovadora da região Centro de Portugal.
    A reunião em Portugal permitirá aos parceiros interregionais visitar pólos importantes da produção cerâmica portuguesa mais inovadora, conhecendo experiências como a da Braz Gil Studio e Faianças Bordalo Pinheiro das Caldas da Rainha, as Cerâmicas S. Bernardo de Alcobaça e a Vista Alegre, de Ílhavo.
    A Escola Superior das Artes e Design das Caldas da Rainha (ESAD.CR) será o espaço anfitrião da reunião. Na manhã do dia 19 pelas 9h50, haverá um workshop aberto ao público em geral que se inicia com uma intervenção do presidente da Associação Portuguesa de Cidades e Vilas de Cerâmica e director da Gazeta das Caldas, José Luís Almeida Silva, sobre a cerâmica em Portugal. Segue-se uma intervenção sobre instrumentos de política financeira, a cargo da CCDR Centro, e de práticas inovadoras no processo produtivo, por Fernando Perpétua, da empresa Perpétua, Pereira & Almeida (Cerâmicas São Bernardo). O workshop encerra com a apresentação por Florence Roche, representante da comunidade cerâmica francesa de Limoges, de um Roadmap para a cerâmica artística.
    O encontro na ESAD encerra com uma mesa redonda sobre o ensino e a formação artística e artesanal na cerâmica em Portugal. Esta mesa redonda conta com a participação de representantes da Universidade de Aveiro, do Instituto Politécnico de Leira, do CENCAL e da CEARTE.
    A sessão de abertura, pelas 9h00, conta com a presença dos presidentes da Câmara das Caldas, da Associação Portuguesa das Cidades e Vilas Cerâmicas e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Centro, e ainda com o diretor-geral do Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro (CTCV), entidade que lidera o projeto Interreg Europe CLAY em Portugal.
    O CLAY reúne 5 regiões europeias (Umbria – Itália, Olenia – Finlândia, Ostrobothnia – Roménia, Limoges – França, Região Centro – Portugal) que têm tradições cerâmicas importantes e também pequenas e médias empresas inovadoras. Tem como objetivo apoiar o sector cerâmico, dando prioridade às novas tecnologias, fortalecendo marcas e desenvolvendo novos serviços para manter as vantagens competitivas e enfrentar o desafio da globalização.
    O intercâmbio interregional permite identificar soluções para o desafio de combinar tradição e inovação, através da melhoria regional dos programas de inovação.
    Este projecto tem ainda como finalidade mostrar que o produto, processo de design e a inovação podem manter tradição e modernidade visível e competitiva no mundo de hoje. O objetivo geral é que os instrumentos de política sejam adaptados para apoiar o sector cerâmico a prosperar no ambiente global contemporâneo.

  • Pequena biblioteca da Sancheira  tornou-se num meio de convívio na terra

    Pequena biblioteca da Sancheira tornou-se num meio de convívio na terra

    Situada na praceta da Oliveira (Sancheira Grande), a biblioteca completou um ano de funcionamento e vai de “vento em popa”, diz a mentora do projecto, a professora Ângela Oliveira. Os 91 livros que foram inicialmente colocados dentro do barril de 100 litros, agora transformado em Sancha, já passaram de mão em mão e a estes juntaram-se muitas outras novas propostas de leitura

    As expectativas eram baixas, porque era um meio pequeno e rural e as pessoas entendiam que ler não estava entre as suas prioridades, mas, num ano, a Sancha tornou-se num meio de convívio. As pessoas da localidade juntaram-se na praceta para ler, sobretudo as revistas e os jornais, entre eles a Gazeta das Caldas, mas também livros. Dos mais de 90 livros colocados no barril transformado em biblioteca, a maior parte deles já circulou, uns regressaram outros não, mas há sempre novas propostas para os interessados. Actualmente, esta biblioteca conta com cerca de mil livros, que estão repartidos entre a Sancha, o complexo escolar do Alvito (onde o projecto foi desenvolvido) e a casa da professora Ângela Oliveira, que serve de depósito.
    No passado dia 1 de Fevereiro foi assinalado o primeiro aniversário, com a apresentação dos livros “Jacó e o papagaio de papel”, do escritor António Rodrigues, residente na Amoreira, e a “Borboleta Bombeira”, escrito pelos infantes e bombeiros de Óbidos. Houve ainda um momento musical pelos alunos do complexo do Alvito e a leitura de poemas, assinando também o Dia da Leitura em Voz Alta. A comemoração acabou com uma ecofesta, uma festa com preocupações ambientais.
    Apesar do mau tempo que se fez sentir, não faltaram entusiastas do projecto na antiga escola primária da terra, agora convertida em centro de convívio.
    E como se explica o sucesso da Sancha? “Pela percepção das pessoas da Sancha como sendo delas”, explicou Ângela Oliveira, destacando que a sentem como um espaço delas, onde se encontram, por vezes jogam e põem a leitura em dia.

    Ramificação do projecto

    A Sancha é a sexta biblioteca do género em Portugal e a número 77.395 da rede internacional Little Free Library, assentando no principio “leve um livro, partilhe um livro”. Este projecto de leitura pública foi desenvolvido pelos alunos do segundo ciclo do Complexo Escolar do Alvito, coordenados pela professora Ângela Oliveira e em parceria com a Biblioteca Municipal de Óbidos. Os responsáveis estão já a trabalhar na ramificação do projecto com a Junta de Freguesia do Vau. Por razões profissionais da professora a ideia ainda não avançou, mas deverá abrir durante este ano lectivo e o sonho é o de criar uma rota de pequenas bibliotecas pelo concelho.
    “Já foi feita a inscrição ao movimento”, explicou a mentora, acrescentando que, tal como na Sancheira Grande foi aproveitado um barril para acolher os livros, no Vau irão instalá-la num objecto característico da zona e ligado à Lagoa de Óbidos.
    A rede internacional Little Free Library contempla já perto de 90 países e em Portugal a Sancha é a oitava, depois da criação de pequenas bibliotecas em Lisboa, Porto e Açores.

  • Psicólogo educacional defende que o modelo  da escola actual não prepara os cidadãos de amanhã

    Psicólogo educacional defende que o modelo da escola actual não prepara os cidadãos de amanhã

    O psicólogo José Miguel Oliveira considera que “a escola actual não está preparada para lidar com as diferenças cognitivas e com os diferentes tipos de inteligência dos alunos”. Aquele psicólogo educacional esteve no Centro Paroquial das Caldas da Rainha, no passado dia 29 de Janeiro, para uma conversa com pais e educadores. Na sua opinião, a escola de hoje tem que tirar o enfoque do conhecimento e colocá-lo na formação do cidadão.
    “A escola perdeu o protagonismo ligado à transmissão de conhecimento”, referiu o convidado. Os estudantes de hoje, “quando saírem do ensino vão ter profissões que ainda não foram inventadas”, afirmou o profisional, acrescentando que há dez anos ninguém adivinhava que os jovens de hoje iriam ser youtubers, influencers ou bloggers. “E a escola prepara alguém para ser isso? Quais são as competências que é preciso desenvolver?”, comentou o autor que considera essencial que os jovens possam pensar pela sua cabeça, contrariando o facto de haver muitos adolescentes com dificuldades em distinguir um facto de uma opinião. Há jovens para quem é dificil argumentar e defender um ponto de vista “e isso é algo que nos deve preocupar”, referiu o convidado afirmando que essas pessoas “ficam à mercê de ditaduras e de populismos”.
    Nos dias de hoje, muitos alunos “olham para a escola como algo penoso” quando, na verdade, deveria ser um espaço onde se aprende a ser uma pessoa melhor. Para José Miguel Oliveira, a escola actual “foi um modelo que funcionou em tempos e que hoje revela grande inércia e dificuldades em adaptar-se aos novos tempos”. Este modelo actualmente apresenta-se “anacrónico” e “corre sérios riscos de se tornar falível”. A sessão foi participada por 80 pessoas que interagiram com o psicólogo educacional que veio às Caldas apresentar o livro “Nem bonsai nem trepadeira – OS 33 erros mais comuns dos pais”.
    José Miguel Oliveira defendeu que o papel do educador deve ser o de ajudar os filhos a ser melhor todos os dias e defende o uso de técnicas que possam melhorar a educação entre pais e filhos. E salientou a necessidade de ter em conta o poder das palavras, que muitas vezes são causadoras de mal entendidos.

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