Realizou-se no dia 11.06.2016, no Restaurante Lisboa, mais um convívio jantar de ex-trabalhadores da fábrica de cerâmica Secla.
[shc_shortcode class=”shc_mybox”]Estiveram presentes cerca de 120 trabalhadores, entre os quais, jovens da década de 60, até aos que viram finar tão boa empresa.
No convívio cheio de abraços e beijos, de reencontros, de reviver o passado com alegria, de mágoa e saudade, em que as conversas eram como as cerejas.
Das conversas surgiram nomes de chefes, de colegas, que nos marcaram; a degradação das instalações e do seu esventramento, (o desaparecimento de máquinas e outros apetrechos), da liderança na indústria das Caldas, dos cerca de 5 mil trabalhadores que por lá passaram. Enfim, tanto dito e por dizer.
A Secla foi uma escola de artistas, de trabalhadores de excelência, de líderes sociais e profissionais. Foi uma escola de vida, formou homens e mulheres para a vida e até de desportistas, na década de 50, 60.
A história, por vezes, esquece os motores, o que movimenta a sociedade, as pessoas, os operários. As Caldas deve muito aos operários que laboraram, dia e noite, para que a loiça fabricada chegasse aos quatro cantos do mundo.
Nós, ex-trabalhadores, não vamos permitir que a história da Secla acabe no esquecimento. Por isso acreditamos que a Secla foi, é e será sempre a nossa Secla, “porque a Secla somos nós”.[/shc_shortcode]
António Manoel Vicente
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