Quinta-feira, 15 _ Janeiro _ 2026, 4:46
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CDU e CDS-PP pedem soluções para o Hospital das Caldas

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Os deputados da Assembleia da República eleitos pela CDU e pelo CDS-PP pediram ao governo esclarecimentos sobre a situação do Hospital das Caldas, nomeadamente acerca da sobrelotação das urgências e da falta de profissionais no Centro Hospitalar do Oeste (CHO).
Os deputados Paula Santos, Carla Cruz e Bruno Dias, da CDU, dão conta da “situação caótica” em que se encontra o serviço de urgências do hospital caldense e pedem soluções ao Ministério da Saúde. Destacam que os doentes que se encontram em macas no serviço de urgência são, na sua grande maioria, pessoas idosas.
A solução apresentada pelo governo de criar 10 camas no Hospital de Peniche para aliviar o serviço de urgências nas Caldas “não dará a resposta necessária” e defendem que é necessário encaminhar os doentes da sala de observações da urgência do Hospital das Caldas da Rainha em caso de internamento, para outros serviços de medicina, mas também contratar os profissionais de saúde em falta.
“A situação em que se encontra o serviço de urgências, introduz riscos acrescidos na prestação de cuidados de saúde aos doentes”, dizem, pedindo à tutela que divulgue que outras medidas vão ser implementadas para pôr fim a esta situação.
Também o deputado caldense do CDS/PP, Manuel Isaac, eleito pelo distrito de Leiria, questionou o ministro da Saúde sobre as soluções a implementar para melhorar os cuidados de saúde prestados no Hospital das Caldas. Considera que a situação se agravou nos últimos seis meses, em que “casos de faltas de material, nomeadamente luvas, fraldas, seringas, batas para banhos, almofadas ou água, têm sido recorrentes”.
Manuel Isaac ressalva que este não é um “relato alarmista”, mas “real e vivido, colocando em causa os cuidados de saúde prestados e consequentemente a saúde e a vida dos próprios doentes, bem como a saúde dos profissionais”.
O deputado refere também a incapacidade física do hospital para dar resposta às solicitações, nomeadamente na área das urgências e no internamento, “obrigando os corredores de acesso a funcionarem como áreas fundamentais de permanência de doentes”.
No documento enviado para o ministro da Saúde, Manuel Isaac diz que neste momento vive-se uma situação de “verdadeiro alarme social” e que tem sido abordado por cidadãos, “muitas vezes em situações constrangedoras e pouco agradáveis”, que querem soluções para este problema.

Fátima Ferreira
fferreira@gazetadascaldas.pt

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