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Arraial animou jardins do Centro de Artes

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Gente de todas as idades quis participar nesta festa popular

Espaço exterior dos museus municipais transformou-se em recinto de festa popular

Foi em frente ao Atelier-Museu António Duarte que decorreu o Arraial das Artes a 10 de outubro. O tempo ajudou e por isso o público, de várias idades afluiu à proposta que aliou dois conceitos: a festa popular, sem faltarem os jogos tradicionais e os comes e bebes com a arte contemporânea que esteve por exemplo presente na quermesse. As peças sobrantes foram mais tarde alvo de um leilão, numa celebração que só terminou noite dentro. Contou ainda com a atuação do grupo Farra Fanfarra e Djs que animaram os vários espaços dos jardins do Centro de Artes.

O artista plástico Vítor Reis tinha uma banca muito participada. Quem acertasse com “bolas” de barro na parede, no número correspondente onde se localizava a sua peça de cerâmica, levava-a consigo.

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Ao lado uma banda de livros, de Bds e até uma zona onde as edições eram gratuitas para quem quisesse levá-las para casa. Não faltaram várias propostas de jogos tradicionais que conquistaram sobretudo o público mais novo.

Miguel Neto era um dos repsonsáveis por jogos tradicionais, inspirados no jogo da malha ou das argolas. Os jogos davam direito a alguns objetos como cadernos, lápis ou barralhos de cartas. Qem acertava tinha direito também a um copo de vinho ou uma sardinha assada.

Quem esteve no espaço da quermesse, também vendeu rifas para o bar e espaço do comes e bebes. Com grande saída estiveram as minis e as bifanas.

Já no que diz respeito à quermesse, as rifas custavam a um euro. Os candidatos poderiam levar para casa peças de cutelaria feitas no Domar o Fogo ou obras como serigrafias e cartazes de iniciativas que já decorreram no espaço.

“Quisémos fazer um arraial de fim de época para atrair mais gente ao Centro de Artes”, disse Paulo Tuna, um dos responsáveis da Centra, o grupo de Amigos do Centro de Artes, promotor do evento.

Este arraial é mais um incentivo que pretende atrair gente clom jogos, quermesse com objetos de arte feitos por autores noutras iniciativas e queremos que as pessoas “venham cá, que se divertam e possam conviver”.

José Antunes, o diretor do Centro de Artes, recordou que este evento conta com o apoio da CCDR, cujos responsáveis também passaram pelo arraial. “Queremos o mesmo espírito da festa popular mas com a presença também das artes”, disse o diretor, satisfeito com a adesão do público ao evento. A ideia é pode estabelecer um contacto mais próximo com a comunidade e tornar a ideia de que o acesso ao mundo das artes pode ser “mais leve, ligeiro e mais apelativo para as pessoas”.

A participação no evento foi em crescendo, com grande afluência ao fim da tarde, num evento que apelou à boa disposição.

O diretor referiu ainda que está em preparação uma iniciativa que celebra o S. Martinho e a época das Castanhas e, para a março, já se está também a organizar nova edição do Domar o Fogo. É também a Centra que está a organizar as jornadas de reflexão sobre a História das Caldas e que decorrerá no próximo sábado, 17 de outubro, no CCC.

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