
Seténio Santana, presidente da Associação, explicou como desenvolvem esta actividade por gosto e não por dinheiro. “É o gosto pela criação e para a não extinção destas espécies, que aqui não sobreviveriam sem a ajuda humana”.
Por outro lado, esta exposição serve para “vender as aves a preços mais baixos que nas lojas”.
O presidente elogiou ainda a localização. “A Expoeste é um espaço central, com estacionamento e é uma referência para exposições, que tem condições para este tipo de eventos”.
Por último aproveitou a oportunidade para agradecer o apoio da Câmara e das Juntas.
O Clube Ornitológico das Caldas foi criado em 1982 e tem a sede no Bairro da Ponte. É uma organização sem fins lucrativos e conta com cerca de 150 associados, das Caldas e arredores.
Fernando Sousa é um dos criadores. Veio de Pataias, mas é sócio do clube das Caldas. “Já venho a esta exposição há três anos e saio sempre satisfeito”, disse. “Há feiras melhores e outras piores, mas aqui falta alguma iluminação”, afirmou, antes de revelar que já vendeu cerca de metade das aves que trazia.
“A malta das Caldas podia virar-se mais para os canários e menos para os bico curvo”, acrescentou.
De propósito de Torres Vedras veio Joaquim Alexandre, que acha que a exposição “está muito engraçada, tem variedade”. No entanto, acha que “o preço dos pássaros está mais caro que noutras exposições onde tenho ido”. Considerando-se um curioso, mas não um apaixonado das aves, diz que “é muito importante haver este tipo de mostras”.
Para além das aves, cerca de 30 artesãos mostraram a sua actividade.





