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Falência do grupo Charles leva três caldenses para o desemprego

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As três funcionárias da loja das Caldas da Rainha das sapatarias Charles, na Praça da República, foram para o desemprego, depois de ter sido declarada a situação de insolvência da sociedade anónima Christian Sapatarias.
Depois da sentença do Tribunal de Comércio de Vila Nova de Gaia, as 35 lojas Charles que existiam em todo o país fecharam no final do mês de Julho e os seus 190 trabalhadores ficaram desempregados.

Segundo um comunicado do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, os trabalhadores ainda tiveram a esperança, ao longo de todo o processo que se iniciou em 2006, de que a empresa pudesse recuperar-se.
“O certo é que o plano apresentado pela administração e pelo administrador da insolvência, tido como pessoa muito próxima da administração, foi chumbado em assembleia de credores”, refere o sindicato.
O plano de recuperação elaborado pelo administrador de insolvência foi chumbado pelos credores em Junho deste ano, embora contasse com o apoio dos trabalhadores. “O chumbo do plano de recuperação não ficou a dever-se, uma vez mais, ao voto dos trabalhadores, que tudo fizeram ao longo dos anos para salvaguardar os postos de trabalho”, adiantam ainda no comunicado.
Na sequência do chumbo deste plano, o administrador de nomeação judicial procedeu ao encerramento sistemático das lojas Charles do norte a sul do país, que veio acontecer também nas Caldas da Rainha, com a fechadura da porta a ser substituída.
O administrador de insolvência José Costa Araújo (nomeado para substituir o anterior administrador responsável pelo plano de recuperação chumbado) acredita que os activos da empresa vão chegar para cobrir o passivo.
José Costa Araújo disse à agência Lusa que está a ser feito “o apuramento dos activos da empresa para depois se proceder à sua liquidação”, mas acredita que “o passivo chega para assegurar os créditos dos trabalhadores e dos restantes credores”.
O processo de insolvência da Christian Sapatarias deu entrada no Tribunal de Comércio de Vila Nova de Gaia em Junho do ano passado, mas os primeiros salários em atraso começaram em 2006, com os subsídios de férias e de Natal.

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1 COMENTÁRIO

  1. Quem neste País tem coragem para investigar o despedimento colectivo de 112 familias do casino estoril com o apoio do governo que colocou uma funcionária da seg, social num gabinete no casino estoril para as 112 familias entrarem para o fundo de desemprego quem investiga a ilegalidade deste despedimento uma empresa com milhoes de lucros.

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Edição #5625

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