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Cada habitante do Oeste produziu mais 13 quilos de lixo no último ano

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Cada habitante da região produziu uma média de 511 quilos por ano, num aumento de 13 quilos face a 2023

Na região Oeste registou-se, no último ano, um aumento do lixo produzido por habitante na ordem dos 2,6%. Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que, em média, cada oestino produziu em 2024 um total de 511 quilos de lixo. Esse foi o volume de resíduos urbanos recolhidos e representa um aumento face ao ano anterior, de 13 quilos por habitante (dado que esse valor tinha diminuido para os 498 quilos em 2023).

Este dado é relevante, uma vez que inverte a tendência de diminuição registada nos últimos três anos (desde 2021). Em 2020 o valor era de 536 quilos, o mais alto dos últimos 15 anos, desde que existem estes dados (2011). Quando comparado com essa data, apresenta-se uma descida de cerca de 4,6% no volume.

Numa análise por concelho é possível aferir que em 11 dos 12 municípios da região este indicador sofreu aumentos, sendo o Cadaval o único que registou uma diminuição, dos 651 para os 647.

O concelho que apresenta um maior volume por habitante é o de Peniche (737 quilos por habitante), seguido da Nazaré (717). O Cadaval é o terceiro, à frente de Óbidos (564) e Lourinhã (531).

Os restantes estão abaixo da média do Oeste, com Caldas a apresentar 494 quilos de lixo produzidos por cada habitante no último ano, seguido de Alcobaça (484), Bombarral (468), Torres Vedras (467) e Arruda dos Vinhos (465). Alenquer, com 433, e Sobral de Monte Agraço, com 405, são os municípios que apresentam um menor volume de resíduos urbanos recolhidos por habitante.
Uma boa notícia é que o Oeste fica, ainda assim, abaixo da média nacional, situada nos 516 quilos anuais por habitante.

Menos de 20% reciclado
O volume de resíduos urbanos recolhidos seletivamente por habitante também aumentou na região.

Em 2024 esse valor chegou aos 99 quilos por habitante na região, igualando os valores de 2021 (os terceiros maiores da região nestes 15 anos, após 2020, com 102, e 2021, com 103 quilos por habitante). Trata-se de um aumento a rondar os 6% face a 2023.

A liderar este “ranking” encontramos o Cadaval, onde em média cada habitante reciclou 279 quilos de lixo. Peniche, com 193, e Lourinhã, com 141, fecham o “pódio”.
Óbidos, com 116 quilos, e Nazaré, com 112, são os restantes, fechando os que ficam acima da média da região nos resíduos urbanos recolhidos seletivamente.

Arruda dos Vinhos aproxima-se muito da média oestina (com 98 quilos). Segue-se Torres Vedras, com 82 e depois Bombarral e Caldas da Rainha, ambos com 78 quilos reciclados por habitante. Alenquer apresenta 72, Sobral de Monte Agraço 65 e Alcobaça é o pior deste ranking, com 64 quilos de resíduos urbanos recolhidos seletivamente por habitante em 2024.

Em termos percentuais a proproção de resíduos urbanos recolhidos seletivamente é de 19% no Oeste e manteve-se em relação a 2023 (estando estabilizado nestes valores nos últimos sete anos).

Cadaval lidera em termos percentuais, com 43% do lixo recolhido de forma seletiva. Lourinhã apresenta 27%, Peniche 26% e Arruda dos Vinhos e Óbidos ambos 21%. Torres Vedras regista 18%, Alenquer e Bombarral 17%, Caldas, Nazaré e Sobral de Monte Agraço 16% e Alcobaça 13%.

 

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Edição #5625

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