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Carne barrosã e espumante da Bairrada foram as estrelas de menu “Raízes”

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RAIZESCompanheiro de muitos brindes, o espumante é tipicamente conhecido como uma bebida de celebração e festa. Contudo, não é só no copo que este líquido ganha vida. A ementa apresentada pelos finalistas de Cozinha e Pastelaria da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste, no âmbito do projecto “Raízes”, provou isso mesmo. O espumante da Bairrada, um dos protagonistas do menu, esteve presente em dois pratos principais e na sobremesa: serviu de base para escalfar o peixe galo, confeccionar o risoto e dar forma às bolinhas do caviar (que acompanharam a mousse de maracujá).
Actualmente, a região da Bairrada conta com cerca de 50 produtores de espumante, o que se traduz em mais de 6 milhões de garrafas por ano. “60% do mercado nacional de espumantes está concentrado na Bairrada”, revelou Pedro Soares, Presidente da Comissão Vitivinícola Regional da Bairrada. Segundo o responsável, embora o sector se encontre numa fase de crescimento, “Portugal ainda não tem muito o hábito de consumir este espumante, talvez porque associa as ocasiões festivas apenas ao champanhe”.

Cerâmica das Caldas em exposição na Bairrada

Hoje, os curiosos que chegam à região da Bairrada procuram não só o famoso leitão, como os vinhos e os espumantes. Aliás, são cada vez mais os que visitam as adegas e caves produtoras que dão nome à Rota da Bairrada. Uma delas, propriedade da Aliança Vinhos Portugal, foi transformada num museu subterrâneo, o primeiro em Portugal: o Aliança Underground Museum, em Sangalhos, compila oito colecções adquiridas pelo colecionador José Berardo.
Curiosamente, é aqui que encontramos as Caldas da Rainha na Bairrada. Uma das colecções adoptou o nome “Cerâmica das Caldas”, reunindo peças do período arcaico ao pós-bordaliano, com as assinaturas dos ceramistas Rafael Bordalo Pinheiro e Manuel Cipriano Gomes.
“É uma das salas com mais impacto do museu”, contou Pedro Soares, que também é produtor de vinho e espumante.
Vitela barrosã é das melhores carnes vermelhas

A segunda estrela da ementa foi a carne barrosã, produzida originalmente em Boticas, uma vila da região do Alto de Trás-os-Montes. Espécie com Denominação de Origem Protegida (DOP), a vitela barrosã é rica em ómega-3,  ómega-6 e antioxidantes, eleita como uma das melhores na categoria das carnes vermelhas. “A raça barrosã alimenta-se essencialmente de pastagens naturais [sem recurso a organismos geneticamente modificados], o que confere uma belíssima qualidade à carne”, explicou Gonçalo Melo, chefe da Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra, que esteve na cozinha da EHTO a auxiliar os alunos, que apresentaram a carne barrosã de duas formas: numa empada e grelhada.

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