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DGPC nega utilização de betão em obra na escadaria do Mosteiro de Alcobaça

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A Direção-Geral do Património Cultural repudiou, este sábado, “de forma absoluta” o teor de um comunicado do PS/Alcobaça, que acusava aquela entidade de utilizar “betão” na obra de restauro da escadaria da Ala Norte do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça.

Nesse comunicado, assinado pelo líder local do partido, Rui Alexandre, o PS/Alcobaça dizia não poder “ficar indiferente a tamanha atrocidade ao nosso património” e exigiu “uma explicação urgente”, tendo o assunto criado grande agitação nas redes sociais.

Também os vereadores do PS e do CDS-PP vieram a público exigir esclarecimentos sobre o assunto.

Porém, a DGPC garante que o conteúdo do comunicado “é inteiramente falso”, assegurando que “não está a ser colocada nenhuma rampa em betão na escadaria da antiga portaria do Mosteiro de Alcobaça”.

Os trabalhos em curso na fachada do Mosteiro de Alcobaça integram a melhoria do acesso à nova entrada-bilheteira do edifício e porque os degraus da portaria “se apresentam muito desgastados e com uma perda muito significativa de material pétreo com riscos evidentes para a sua utilização”, optou-se “por conservá-los, colocando uma chapa de aço cortene sobre parte dos degraus existentes, junto da parede”.

“Desta forma facilita-se o acesso, em segurança e com um corrimão, desde a praça ao varandim superior da fachada. Nas zonas em que a chapa vai ser colocada, a superfície dos degraus foi regularizada com recurso a uma argamassa de cal e areia separada da pedra por uma película geotêxtil, assegurando a sua reversibilidade”, salientou a DGPC.

Esta empreitada faz parte de uma das duas componentes do Mosteiro de Alcobaça que a DGPC candidatou ao Programa de financiamento europeu CENTRO 2020.

“Não só estamos a preservar o património para as gerações vindouras, como também estamos a garantir o seu usufruto em condições de segurança no presente, à luz das boas práticas que se exigem num monumento inscrito na Lista do Património Mundial da UNESCO”, assegura a entidade.

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Edição #5625

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