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IL critica “planeamento displicente” nas Urgências

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Núcleos das Caldas e Torres Vedras falam de “falta de capacidade de gestão do SNS” e mostram erro na planificação das urgências

A Iniciativa Liberal, através dos núcleos das Caldas da Rainha e de Torres Vedras, acusa a direção executiva do SNS de falta de capacidade de gestão do SNS. Detetou também um “erro grosseiro” de planificação nas urgências de Pediatria, nos Hospitais das Caldas e Torres Vedras, quando, na análise do documento emitido pela direção executiva do SNS, viu que no período noturno do dia 12 de novembro as urgências de Pediatria não estariam asseguradas nas duas unidades hospitalares, como estas serviam de instituição de referência uma à outra. “Segundo foi possível apurar, ambas as urgências estiveram fechadas e que em princípio os utentes, havendo-os, teriam sido transferidos para Santarém”, refere em comunicado.
O partido questiona como a articulação dos dois serviços de Pediatria, sabendo que estariam fechados, os destina a serem instituição de referência um do outro e critica o “planeamento displicente” de que os oestinos estão a ser alvo. A IL considera ainda “lamentável” que, com o fim das obras de melhoria do serviço de Ginecologia e Obstetrícia, no Hospital das Caldas da Rainha, e em que parte do investimento superior a 1,3 milhões foi suportado pela autarquia, “o mesmo volte a encerrar três dias depois da reabertura, obrigando as grávidas e parturientes a serem atendidas no Hospital Universitário de Coimbra, por o Hospital de Leiria também não ter capacidade de as acolher”. Exige, por isso, um “planeamento exemplar” e que o ministro da saúde e o seu diretor executivo “assumam a responsabilidade deste tipo de erros”.
Os núcleos da IL de Torres Vedras e Caldas da Rainha “recusam liminarmente” as afirmações de Fernando Araújo, quando disse que “novembro será dramático se não houver acordo entre médicos e Governo” e apontam a falta de capacidade de gestão do SNS, como a fonte única dos problemas atuais, no acesso à saúde. Por outro lado, destacam que na proposta de lei de bases que fez para a saúde acautela o seu “acesso universal, livre e atempado”. ■

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Edição #5625

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