
“A ideia surgiu naturalmente. Era o que estava à mão para exprimir, de uma forma directa, clara e simples, uma resposta ao nojo e à humilhação sentidos por um cidadão que se preza, provocados por estas duas verdadeiras centrais do terror”, disse Santa-Bárbara à Gazeta das Caldas.
“O Zé Povinho é um ícone de todos nós e, assim, peguei no velho cinzeiro bordaliano, que sempre achei ser uma boa resposta a várias situações, e… nasceram estes bonecos, com o espírito de revolta critica e contestaria de um cartoon”, prosseguiu.
Curiosamente, o cinzeiro em questão trouxe-o José Santa Bárbara da casa da sua avó, das Caldas da Rainha, cidade à qual este artista se encontra ligado por laços familiares.








