
A análise da Direct revela ainda que no transporte de cães, 39 por cento dos inquiridos colocam peitorais para adaptação ao cinto de segurança, 12 por cento optam pela caixa transportadora e oito por cento pela grelha ou rede divisória que separa a bagageira dos bancos traseiros.
Quando questionados sobre o local onde o animal de estimação costuma ser transportado, a traseira do veículo – no chão ou no banco – é o mais referido (49 por cento para os cães e 70 por cento para os gatos). Já na bagageira, os inquiridos só transportam cães (21 por cento). 13 por cento, opta por levar os cães ao lado do condutor e 27 por cento os gatos. Um por cento refere levar os animais ao colo enquanto conduz.
Sandra Móas, diretora-coordenadora da Direct refere que “entendemos que os animais de estimação fazem parte da família e, para isso, é preciso protegê-los. A nova cobertura de proteção ao animal de estimação é como uma extensão da proteção à família, mas para cães e gatos.”
Além da proteção ao animal de estimação, a Direct disponibiliza ainda uma nova cobertura de proteção da família, totalmente focada nos filhos ou dependentes a cargo do condutor. Assim, em caso de morte do condutor e respetivo cônjuge, no mesmo acidente de viação, os capitais de indemnização da cobertura do condutor são duplicados e revertem a favor dos herdeiros legais.
O estudo sobre o transporte dos animais domésticos foi realizado através de inquérito online, junto dos clientes da Direct em julho. Das 558 respostas válidas, 50 por cento são de mulheres, a maioria tem entre os 26 e os 55 anos, e são, essencialmente, de Lisboa e Porto.





