
Romances, poesias e contos, de autores portugueses e estrangeiros, em português ou inglês. Livros para todos os gostos e que estão à disposição de qualquer pessoa, que pode mesmo continuar as leituras em casa. Chegado o final da história, o livro deve ser devolvido à biblioteca.
“É uma forma de promover a leitura junto da comunidade, convidar as pessoas a conhecer o espaço da biblioteca e, quem sabe, a fazer o cartão de leitor”, explicou Aida Reis, directora da Biblioteca Municipal, adiantando que, passados 18 anos, ainda encontra pessoas que nunca foram à biblioteca nem conhecem a sua localização. Por isso, “levar a biblioteca à população é uma missão constante que exige muita persistência”.
Inseridas no 18º aniversário estiveram ainda outras duas actividades. Na sexta-feira, o projecto “Conta-me um conto…”, desenvolvido em conjunto com os alunos da Universidade Sénior Rainha D. Leonor, visitou o Jardim de Infância de São Gregório, onde as crianças puderam conhecer uma história tradicional, para a qual farão agora uma ilustração. Esta é uma iniciativa que já se realiza há quatro anos, inicialmente com as escolas do 1º ciclo e, mais recentemente, com os jardins de infância. O resultado final será uma exposição que compilará todas as ilustrações elaboradas.
Já na tarde de sábado, dia em que se cantaram os parabéns, o auditório da biblioteca recebeu o grupo de teatro Valdevinos, que apresentou o teatro de marionetas “As Cozinheiras de Livros”, baseado na história da autora infanto-juvenil Margarida Botelho: uma aventura sobre uma cidade onde deixaram de existir novos livros.
No ano em que atinge a idade adulta, a Biblioteca Municipal soma cerca de 12 mil leitores (com cartão) e um catálogo que ultrapassa os 50 mil exemplares. Só em 2015 já foram registados mais de 10.500 empréstimos.





