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Russas vencem o Bom Sucesso Ladies Open IV

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A russa Anna Kalinskaya, número 168 do ranking mundial, venceu o ITF Future Bom Sucesso Ladies Open IV ao bater a polaca Madgalena Frech. Em pares, a dupla russa Olga Doroshina e Yana Sizikova venceu no domingo a dupla constituída pela britânica Katie Swan e a turca Berfu Cengiz. No total são cerca de 70 atletas de 31 países.

No passado fim-de-semana, no Bom Sucesso Resort, jogaram-se as finais do segundo torneio ITF Future Feminino de uma série de três de 25 mil dólares. Mas este ano já se realizaram quatro torneios (dois em Março, de 15 mil dólares), sendo que o quinto realiza-se esta semana terminando nos dias 28 e 29 de Outubro.
Durante as quase três semanas estiveram perto de 70 atletas de 31 países de América do Norte e do Sul, Europa, Ásia e Oceânia. A quarta etapa foi um “torneio muito forte com quatro atletas do top200 do ranking”, realçou Nuno Mota, director da academia de ténis. “Havendo cinco torneios na mesma semana a serem disputados no mundo inteiro este é o que apresenta o elenco de atletas mais credenciado”, completou.
Muitas jogadoras são bastante jovens, entre os 15 e os 18 anos, e estão a fazer a escalada no circuito profissional sendo o Bom Sucesso um local para somar pontos para o circuito profissional feminino, ranking WTA.

Gazeta das Caldas
Anna Kalinskaya venceu o ITF Future Bom Sucesso Ladies Open IV

A russa Anna Kalinskaya, número 168 do ranking mundial, venceu o ITF Future Bom Sucesso Ladies Open IV ao bater a polaca Madgalena Frech na final de segunda-feira, por 6-3, 6-3 em 1h20. Em pares, a dupla russa Olga Doroshina e Yana Sizikova venceu no domingo a dupla constituída pela britânica Katie Swan e a turca Berfu Cengiz por 6-2, 6-2.
Algumas das melhores jogadoras portuguesas estiveram presentes no Bom Sucesso: Inês Murta passou duas rondas do quadro principal (inédito na sua carreira) e Maria João Koehler também participou. A nível local Carolina Reis, do Bom Sucesso Tennis Academy irá participar nesta última semana e Madalena Andrade, de Torres Vedras, somou o seu primeiro ponto WTA na primeira semana, em que participou também Cláudia Gaspar de Leiria.
A organização destes torneios está ligada ao nascimento da Bom Sucesso Tennis Academy, no resort Bom Sucesso. “Procurámos montar uma estratégia que desse visibilidade ao resort, com as provas nacionais e internacionais”, contou Nuno Mota. Assim, definiram que iriam ser organizadas duas provas femininas internacionais, uma vez que em Portugal já existiam 25 masculinas e apenas quatro femininas.
Em Março realizaram-se as duas etapas de 15 mil dólares cada uma e “como correu bem”, decidiram marcar três torneios seguidos, subindo também o prémio para 25 mil dólares cada torneio. Este é o mais elevado prémio monetário em Portugal.
Em 2018 serão realizados mais dois de 25 mil dólares em Abril e três em finais de Setembro, início de Outubro. [showhide]
Organizar estas três etapas custa perto de 125 mil euros, sendo que a associação tem como principais parceiros a Federação Portuguesa de Ténis e o resort. Nuno Mota disse que é importante que as autoridades, tanto a Câmara de Óbidos como o Turismo do Centro, apoiem este tipo de eventos.
Já Vasco Costa, presidente da Federação Portuguesa de Ténis salientou que no total, este ano realizaram-se 35 torneios ITF Future, 21 masculinos e 14 femininos, e realçou a importância destas provas para que os jogadores portugueses possam pontuar.
“O Bom Sucesso, com cinco torneios, foi o nosso maior parceiro”, disse Vasco Costa, salientando a “vista é maravilhosa” e o facto de o clube estar bem enquadrado, protegido do vento. “Se tivesse mais um ou dois courts ainda era melhor”, concluiu.

Jogadoras elogiam a beleza do Bom Sucesso

Depois de vencer a final de pares pelo segundo fim-de-semana consecutivo (com pares diferentes), a russa Yana Sizikova disse “muito feliz por vencer o torneio”. Confidenciou que durante a estadia aproveitaram para visitar Fátima, Peniche, Nazaré, entre outros locais.
Já Berfu Cenjuz, da Turquia, realçou que foi a primeira vez que jogou em sintético e elogiou a qualidade do court. “Gosto de campos rápidos e este é bom”, disse.
A britânica Katie Swan nunca tinha vindo a Óbidos e também ela elogiou a vista magnífica destes campos de ténis e o nível do torneio. “Todos os jogos durante estas duas semanas foram muito difíceis”, afirmou.
“Foi difícil do ponto de vista mental porque jogámos em pares na segunda-feira e no sábado, por causa da chuva e não é fácil manter o foco”, fez notar a tenista de Bristol (Inglaterra).
Olga Doroshina, da Rússia, também realçou as dificuldades criadas pela chuva. Tal como as colegas, elogiou o sítio, os courts e a “beleza” do espaço. [/showhide]

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Edição #5625

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