No âmbito da programação ligada ao facto das Caldasfzer parte da rede de cidades criativas da Unesco,a autarquia vai apoiar os ceramistas caldenses. Os museus vão reabir a 18 de Maio e a Biblioteca Municipal já recebe leitores, embora com restrições
Caldas da Rainha é uma das cidades portuguesas que faz parte da rede de Cidades Criativas da UNESCO na áreas do Artesanato e Artes Populares e a Câmara preparava um programa de iniciativas relacionadas com o facto. A pandemia veio a provocar alterações e o projecto “teve que ser reformulado”, disse à Gazeta das Caldas a vereadora da Cultura, Maria da Conceição Pereira.
O programa inicial tinha previsto algumas actividades de âmbito internacional, o que não vai ser possível tão depressa. Como tal, serão privilegiados “os ceramistas”.
A autarca referiu que a Câmara das Caldas irá criar medidas de apoio aos autores que poderão passar por acções como aquisição de peças, promover condições para vendas on-line e ainda voltar a reabrir a concept-store, situada na antiga fábrica da Bordallo Pinheiro.
Prevista está, também, a reabertura dos museus municipais a 18 de Maio “com os devidos cuidados”, explicou a vereadora, referindo-se ao facto de só ser possível a presença, em simultâneo, de 10 pessoas nos espaços fechados.
A Biblioteca Municipal das Caldas reabriu, na passada terça-feira, 6 de Maio, com horário entre as 10h00 e as 16h00 e não é possível ir buscar as obras às prateleiras. O pedido tem que ser feito aos funcionários mas há outras facilidades. Os leitores podem consultar o catálogo on-line, contactar a biblioteca através do telefone ou do e-mail, para fornecer os seus dados e os livros pretendidos.
Posteriormente, poderão levantá-los na data e hora que forem agendados. As obras podem estar na casa dos leitores durante 30 dias e a entrega é feita na caixa de devoluções, na entrada da Biblioteca. Em casos excepcionais – de leitores com fraca mobilidade ou de grupos de risco – a Biblioteca providencia entregas nas suas casas. Após devolvidos, os livros são desinfectados, higienizados e colocados em quarentena em espaço isolado durante 10 dias.
“Estamos a pensar em adquirir um ou dois tablets para dar acesso aos jornais e revistas que agora não se pode ter em papel”, referiu a autarca, referindo-se ainda à Biblioteca Municipal.
Entretanto, em Junho deverá reabrir, de forma gradual o Centro Cultural e de Congressos e, nos meses de Julho e Agosto, “já poderá haver alguma animação de rua”, admitiu a vereadora da Cultura, Maria da Conceição Pereira.
O programa inicial tinha previsto algumas actividades de âmbito internacional, o que não vai ser possível tão depressa. Como tal, serão privilegiados “os ceramistas”.
A autarca referiu que a Câmara das Caldas irá criar medidas de apoio aos autores que poderão passar por acções como aquisição de peças, promover condições para vendas on-line e ainda voltar a reabrir a concept-store, situada na antiga fábrica da Bordallo Pinheiro.
Prevista está, também, a reabertura dos museus municipais a 18 de Maio “com os devidos cuidados”, explicou a vereadora, referindo-se ao facto de só ser possível a presença, em simultâneo, de 10 pessoas nos espaços fechados.
A Biblioteca Municipal das Caldas reabriu, na passada terça-feira, 6 de Maio, com horário entre as 10h00 e as 16h00 e não é possível ir buscar as obras às prateleiras. O pedido tem que ser feito aos funcionários mas há outras facilidades. Os leitores podem consultar o catálogo on-line, contactar a biblioteca através do telefone ou do e-mail, para fornecer os seus dados e os livros pretendidos.
Posteriormente, poderão levantá-los na data e hora que forem agendados. As obras podem estar na casa dos leitores durante 30 dias e a entrega é feita na caixa de devoluções, na entrada da Biblioteca. Em casos excepcionais – de leitores com fraca mobilidade ou de grupos de risco – a Biblioteca providencia entregas nas suas casas. Após devolvidos, os livros são desinfectados, higienizados e colocados em quarentena em espaço isolado durante 10 dias.
“Estamos a pensar em adquirir um ou dois tablets para dar acesso aos jornais e revistas que agora não se pode ter em papel”, referiu a autarca, referindo-se ainda à Biblioteca Municipal.
Entretanto, em Junho deverá reabrir, de forma gradual o Centro Cultural e de Congressos e, nos meses de Julho e Agosto, “já poderá haver alguma animação de rua”, admitiu a vereadora da Cultura, Maria da Conceição Pereira.





