Plantel que levou o clube ao recorde de pontos no escalão secundário e ao apuramento para a fase de subidas à Liga Placard está praticamente desfeito. Comissão Administrativa deve reunir nos próximos dias para discutir futuro. Clube tem cerca de uma centena
de atletas nos escalões de formação e a prioridade dos dirigentes será assegurar a continuidade de todos os escalões jovens
A continuidade do projecto da União de Amigos de Olho Marinho na 2ª Divisão nacional pode estar em causa, depois de uma época em que o clube quebrou o recorde de pontos (46) na fase regular do escalão secundário.
O emblema do concelho de Óbidos atravessa uma crise directiva desde o início desta temporada, quando a Direcção se demitiu. Sem possibilidades, no curto prazo, de realização de eleições, devido às restrições causadas pela pandemia, a Comissão Administrativa está impedida de tomar decisões em relação ao futuro do clube em termos desportivos, o que pode colocar em causa a próxima temporada.
Ainda assim, os dirigentes que asseguraram os destinos do clube nos últimos meses devem reunir nos próximos dias, para estudar a viabilidade da preparação da época 2020/21. A continuidade do trabalho desenvolvido das camadas jovens, que contam com quase uma centena de atletas, será a grande prioridade.
Entretanto, o plantel que conduziu os obidenses ao título de campeão da série E da 2ª Divisão, com 8 pontos de avanço sobre o 2º classificado, está praticamente desmembrado.
Assim, a equipa técnica, composta por Ricardo Lobão, Octávio Patriarca e Luís Casaca anunciou a saída do Olho Marinho e, logo depois, vários jogadores seguiram o exemplo dos treinadores.
Um dos primeiros a fazê-lo, embora sem revelar o futuro, o foi caldense Tiago Costa, que fez saber que tinha chegado ao fim o “ciclo de dois anos de UA Olho Marinho ao peito, sem conseguir o principal objetivo: subir à Liga Placard”. O jogador era uma das peças-chave da equipa, tendo apontado 6 golos na fase regular da 2ª Divisão nacional.
Entretanto, Chinobi, que anotou 17 golos esta temporada, assinou pelo AMSAC, o mesmo sucedendo com o guardião Carlos Paulo e Fábio Semedo, que se transferira do Belenenses a meio da época para Óbidos. O guardião Luís Pina assinou pelo Venda Nova, sendo expectável que outros jogadores também optem pela saída.
Os problemas financeiros que se viveram ao longo da época causaram mossa no grupo de trabalho e dificilmente estarão reunidas as condições para que o clube se inscreva na 2ª Divisão nacional.
O emblema do concelho de Óbidos atravessa uma crise directiva desde o início desta temporada, quando a Direcção se demitiu. Sem possibilidades, no curto prazo, de realização de eleições, devido às restrições causadas pela pandemia, a Comissão Administrativa está impedida de tomar decisões em relação ao futuro do clube em termos desportivos, o que pode colocar em causa a próxima temporada.
Ainda assim, os dirigentes que asseguraram os destinos do clube nos últimos meses devem reunir nos próximos dias, para estudar a viabilidade da preparação da época 2020/21. A continuidade do trabalho desenvolvido das camadas jovens, que contam com quase uma centena de atletas, será a grande prioridade.
Entretanto, o plantel que conduziu os obidenses ao título de campeão da série E da 2ª Divisão, com 8 pontos de avanço sobre o 2º classificado, está praticamente desmembrado.
Assim, a equipa técnica, composta por Ricardo Lobão, Octávio Patriarca e Luís Casaca anunciou a saída do Olho Marinho e, logo depois, vários jogadores seguiram o exemplo dos treinadores.
Um dos primeiros a fazê-lo, embora sem revelar o futuro, o foi caldense Tiago Costa, que fez saber que tinha chegado ao fim o “ciclo de dois anos de UA Olho Marinho ao peito, sem conseguir o principal objetivo: subir à Liga Placard”. O jogador era uma das peças-chave da equipa, tendo apontado 6 golos na fase regular da 2ª Divisão nacional.
Entretanto, Chinobi, que anotou 17 golos esta temporada, assinou pelo AMSAC, o mesmo sucedendo com o guardião Carlos Paulo e Fábio Semedo, que se transferira do Belenenses a meio da época para Óbidos. O guardião Luís Pina assinou pelo Venda Nova, sendo expectável que outros jogadores também optem pela saída.
Os problemas financeiros que se viveram ao longo da época causaram mossa no grupo de trabalho e dificilmente estarão reunidas as condições para que o clube se inscreva na 2ª Divisão nacional.
A época de todos os recordes
O Olho Marinho compete no segundo escalão desde 2014/15 e, em seis presenças, aprestava-se para disputar pela quarta vez o acesso à Liga Placard.
Em 2020/21, o clube perspectivava a terceira participação consecutiva na fase de apuramento de campeão, depois de na época anterior ter ficado apenas a 1 ponto da promoção ao escalão principal, tendo ultrapassado na última jornada pelo Portimonense.
Esta época, os pupilos de Ricardo Lobão tinham batido praticamente todos os recordes do clube. Para além dos 46 pontos em 18 jornadas, novo máximo pontual na 1ª fase, os obidenses tinham anotado um total de 93 golos (uma média de 5,1 golos por jogo) e encaixado apenas duas derrotas. Além disso, em casa, venceram todos os jogos efectuados e nas últimas onze jornadas averbaram dez triunfos e apenas um desaire.
Um registo que tornava o Olho Marinho num dos principais candidatos à subida de divisão.
Em 2020/21, o clube perspectivava a terceira participação consecutiva na fase de apuramento de campeão, depois de na época anterior ter ficado apenas a 1 ponto da promoção ao escalão principal, tendo ultrapassado na última jornada pelo Portimonense.
Esta época, os pupilos de Ricardo Lobão tinham batido praticamente todos os recordes do clube. Para além dos 46 pontos em 18 jornadas, novo máximo pontual na 1ª fase, os obidenses tinham anotado um total de 93 golos (uma média de 5,1 golos por jogo) e encaixado apenas duas derrotas. Além disso, em casa, venceram todos os jogos efectuados e nas últimas onze jornadas averbaram dez triunfos e apenas um desaire.
Um registo que tornava o Olho Marinho num dos principais candidatos à subida de divisão.





