A antiga Adega Velha está de volta na Fanadia

Durante o último ano e meio, aos fins-de-semana, tem colaborado com a pessoa que estava a explorar o negócio, mas que entretanto não conseguiu suportar os custos e fechou o restaurante.
Como tinha pena de ver aquele espaço fechado, decidiu reabri-lo. E foi o que aconteceu no passado mês de Setembro. Teresa Claudino não espera fazer fortuna, mas gostava que a casa conseguisse ter a capacidade de se manter.
O investimento não foi elevado porque o restaurante já existia. Para reabrir a Adega Velha, a agora empresária (embora mantendo a profissão de contabilista) diz que gastou entre 2000 a 3000 euros.
“Trata-se de um restaurante típico e é para trabalhar dentro do rústico, à base dos grelhados e da comida tradicional portuguesa” conta a empresária. “Quem vem a esta casa não procura comida gourmet ou confeccionada por um chef, são donas de casa que guisam e assam a carne igual ao que fazem em casa” prosseguiu a responsável. Para além disso, coze-se pão aos fins-de-semana ou quando existam grupos que o justifiquem. De resto, trabalhar com grupos é mesmo um dos objectivos da empresária.
Este restaurante-museu começou por ser uma pequena casa de habitação que o bisavô de Teresa Claudino cedeu ao neto, Mapril Higino (irmão do pai de Teresa). Na altura, o seu tio fundou um clube de amigos, onde se juntavam para conviver e comer uns petiscos. Depois abriu um pequeno espaço comercial também ele direccionado para os petiscos. Há vinte e poucos anos o edifício foi ampliado e tomou as actuais proporções. Aberto há 35 anos, “é um dos mais antigos restaurantes do concelho a funcionar” contou Teresa Claudino.
A decoração, com várias antiguidades relacionadas ou não com o nome, é fruto dos objectos coleccionados ao longo dos últimos 30 anos pelo tio da contabilista de profissão, de que são exemplo o fuso e a vara de uma antiga adega e que deram nome ao restaurante.
A Adega Velha funciona todos os dias e encerra só aos jantares de terça-feira.
Isaque Vicente
ivicente@gazet
acaldas.com
Roupa de criança na Mãe Galinha
“Os Patinhos”, “Patrícia Mendiluce”, e “Sigascores” são as principais marcas de roupa de bebé e criança qu
e estão à venda na loja Mãe Galinha, que abriu na última semana de Setembro, no nº1 da rua Henrique Sales.
Este estabe
lecimento comercial é o resultado da reconversão profissional de Maria Costa, uma engenheira do ambiente que ficou desempregada há cerca de dois anos, quando a empresa de construção caldense onde trabalhava faliu.
Apesar de
ser de Lisboa, está nesta região há cinco anos e mesmo depois de ter ficado sem emprego resolveu ficar e investir num novo n
egócio.
Mãe de uma bebé de 20 meses e “farta de estar em casa”, criou a Mãe Galinha para trazer para as Caldas algumas marcas que considera de qualidade e com preços acessíveis. “Não é muito cara e é diferente daquilo que é habitual nas outras lojas de criança”, explicou. Está disponível uma série de vestuário e calçado, para idades entre os zero e os 12 anos.
Maria Costa instalou-se na rua Henrique Sales por ser um local central e também porque na mesma artéria existem outros estabelecimentos vocacionados para crianças.
Pedro Antunes
pantunes@gazetadascaldas.pt
BBA mudou-se da Miguel Bombarda para a Rua das Montras
Ab
Diana Gonçalves, directora do grupo de lojas caldense, explicou que precisavam de mais espaço para clientes destas idade, razão pela qual procederam a estas remodelações.
O estabelecimento vende três marcas de roupa europeias, sendo a Tiffosi uma marca portuguesa. Para albergar a nova BBA o espaço foi totalmente remodelado. “Era uma loja antiga, com uma fachada também de outros tempos e nós sentimos necessidade de a mudar e de a puxar para a actualidade”, disse a responsável, que preferiu não divulgar o investimento nesta nova loja.
Diana Gonçalves disse ainda que “a própria cidade precisava de uma loja como a BBA, dedicada a essas idades”.
No grupo do empresário Vieira Gonçalves, nos seis espaços comerciais que se situam entre a Rua das Montras, Rua Heróis da Grande Guerra e Rua Miguel Bombarda, trabalham 15 funcionários, tendo sido criados recentemente dois destes postos de trabalho.
A BBA, que na verdade foi inaugurada em 1980, funciona entre as 10h00 e as 19h00, sem interrupção ao almoço, encerrando aos domingos e feriados.
Natacha Narciso
nnarciso@gazetadascaldas.pt
Há uma nova churrasqueira na cidade
Galinha das Vaidades, assim se designa a churrasqueira, restaurante e pastelaria que fica próximo da Escola Secundária Raul Proença, no Bairro dos Arneiros.
Fernando Santos é caldense e é o responsável por este espaço que também vende pão e comida para fora. A sua esposa é também das Caldas e
há muito que lhe pedia para abrir um espaço na sua terra natal. Fernando Santos, que possui duas churrasqueiras em Lisboa, fez a vontade à sua mulher e decidiu vir experimentar o mercado caldense.
“Noto que é tudo mais caro por cá do que em Lisboa”, disse o empresário à Gazeta das Caldas, referindo-se ao preço da publicidade nos espaços da cidade ou nos preços da carne e peixe que têm que adquirir para vender na Galinha das Vaidades. Em Lisboa, por haver mais concorrência, “temos preços mais em conta”, acrescentou.
Para abrir a Galinha das Vai
dades, Fernando Santos criou dois postos de trabalho, alugou o espaço de duas lojas e ao todo investiu 60 mil euros. Está ainda a pensar em abrir uma segunda Galinhas das Vaidades nas Caldas, o que indicia que o negócio não tem corrido mal.
O espaço possui dois pisos, 120 lugares sentados e por isso está disponível para receber grandes grupos. Fornece pequenos almoços, almoços e jantares.
A Galinha das Vaidades oferece pratos diários de comida tradicional portuguesa e vários grelhados no carvão de carne (com destaque para o frango) e de peixe.
Além dos pratos do dia, também fazem parte da ementa Bifes com Cogumelos e Bacalhau Brás, pratos que o empresário garante que “são feitos na hora”.
A refeição completa custa sete euros, mas há o Menu Escola que custa 3,50 euros e inclui o prato, um sumo e pão. Há ainda uma outra opção, apenas com sopa, sumo e pão e que custa 1,80 euros.
Este novo espaço fica próximo das escolas, da Expoeste e de um bairro residencial. Por isso, Fernando Santos espera que o negócio “continue a correr bem de modo a poder criar mais postos de trabalho”.
A Galinha das Vaidades abre às sete da manhã e pode funcionar, no Verão, até às duas da manhã. No Inverno, encerra por volta da meia-noite. Fica na Rua Pêro Vaz de Caminha nº 1 Loja A, no Bairro dos Arneiros. Encerra às segundas-feiras.
Natacha Narciso
nnarciso@gazetadascaldas.pt







