
“Era só uma proposta e, no nosso entendimento, não se justificava vir outra vez à Câmara e à Assembleia”, disse à Gazeta das Caldas o presidente Tinta Ferreira, destacando que já tinham aceite os 50 anos de cedência. O autarca acrescenta que se trata de uma questão meramente formal, “sinal de que não existem outras questões do ponto de vista substancial e que agora é só uma questão de tempo até termos o visto”.
A autarquia já tem pronto o projecto das canalizações e, logo que os autos de cedência sejam assinados, pretendem abrir concurso para a concretização da obra. “Penso que em 2017 poderemos, pelo menos, reabrir o balneário novo porque o edifício reúne condições imediatas para o efeito”, disse Tinta Ferreira.
Já o Hospital Termal será alvo de uma candidatura a fundos comunitários para posterior exploração por parte de uma instituição de solidariedade social. No entanto, caso não haja nenhuma interessada, o próprio município “assumirá essa exploração directamente”, garantiu Tinta Ferreira.





