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Ministério do Ambiente admite que há descargas para a lagoa

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“Parte da rede em baixa do saneamento de Caldas da Rainha é unitária e em períodos de grande pluviosidade os descarregadores de tempestade não têm capacidade para o caudal afluente, possibilitando assim que parte das águas residuais urbanas entrem na rede pluvial que descarrega na Lagoa de Óbidos”.

Este o teor de uma carta do chefe de gabinete do secretário de Estado do Ambiente dirigida à Comissão Cívica de Protecção e das Linhas de Água e Ambiente de Caldas da Rainha, na sequência de uma reunião havida há dois meses com elementos daquela comissão naquela Secretaria de Estado.
O documento diz ainda que a Câmara das Caldas tem vindo a criar redes separativas na cidade para obviar esse problema e que está prevista a remodelação da ETAR das Caldas da Rainha com vista a “aumentar e melhorar a sua capacidade de tratamento”.
Para Vítor Dinis, da Comissão Cívica de Protecção das Linhas de Água, esta é a primeira vez que uma entidade responsável pelo ambiente assume que a ETAR não faz o tratamento a cem por cento e que esporadicamente são feitas descargas para a lagoa. “Ou seja, é a primeira vez que alguém diz aquilo que nós sempre dissemos”, afirmou à Gazeta das Caldas, adiantando, “que até agora fomos sempre desmentidos pela Câmara que dizia que não havia poluição da ETAR para a lagoa”

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Edição #5625

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