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Produtos “made in” Caldas foram estrelas em almoço gastronómico

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Depois de uma viagem pelos sabores do mundo, com o novo ano começou também uma nova abordagem, agora pela gastronomia da região. Os produtos das Caldas da Rainha foram os primeiros a ser levados à mesa, no almoço que decorreu a 4 de Janeiro e que integra o “projecto Raízes”, na Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste (EHTO).

Gazeta das Caldas
Os “legumes da Praça” serviram de entrada à refeição

Pequenas porções de cenoura, rabanete, courgete e cebola, devidamente aninhados numa cama de alheira foram apresentadas aos vários convivas, entre os quais vários estrangeiros que residem na região, como “Legumes da Praça” servindo de entrada a mais um almoço temático. Seguiram-se os “Mariscos da Lagoa de Óbidos”, compostos por vinagrete de lingueirão, mexilhão de escabeche e berbigão à Bulhão Pato com limão. A acompanhar o prato foi servido um vinho branco da Quinta do Gradil, enquanto que antes já tinha sido proposto um rosé Hummus, produzido de forma biológica na Quinta do Paço, em Alvorninha.
O “Peixe do Mercado”, composto por robalo (provavelmente pescado na Foz do Arelho) no forno com legumes, veio dar continuidade à refeição, que contou ainda com codorniz do Landal, salteada com puré de batata doce.
E, porque se destacavam as Caldas, não podia faltar a fruta da Praça (apresentada em formas tão diversas como assada, desidratada e granizada) e as trouxas de ovos. Estes pratos foram acompanhados também por vinhos tintos da Encosta da Quinta (Quinta do Paço – Alvorninha) e Cortém (Vidais).
Com a lotação esgotada, a refeição foi saboreada por autarcas, produtores de vinhos e codornizes, convidados e habitués destes almoços, entre eles alguns residentes estrangeiros, como é caso do casal belga Elíane Balthazar e Maurice Rennotte. A residir em Portugal há quatro anos, costumam frequentar o restaurante-pedagógico da EHTO, e não poupam elogios à comida e atendimento por parte dos alunos. [showhide]
“Hoje o menu estava fantástico, a comida regional é muito boa”, disse Maurice Rennotte, acrescentando que também já conhecia o vinho biológico, que inclusivamente tem em sua casa. Também a esposa, Elíane Balthazar, que foi professora de Cozinha em Liége, mostrou a sua satisfação pelo trabalho feito pelos alunos finalistas da escola. “É muito bom, sofisticado e a cozinha é muito elaborada, muito melhor do que se faz na Bélgica”, disse, acrescentando que os alunos saem bem preparados para o mercado de trabalho.
O casal, que reside nas Cesaredas, Reguengo Grande (Lourinhã), vai continuar a marcar presença e, inclusive, no próprio dia fez reserva para a semana seguinte e pretende trazer mais três amigos.
Elíane Balthazar e Maurice Rennotte destacam ainda que, sendo estrangeiros, dão também a oportunidade aos alunos de falar outras línguas, até porque eles falam “inglês, francês, alemão, holandês, espanhol, italiano e um pouco de português!”, disseram à Gazeta das Caldas. [/showhide]

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