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O-Sekoer (Bélgica)

O-Sekoer (Caricatura) Gazeta das Caldas

“Dou o primeiro prémio às Caldas da Rainha”

O-Sekoer, da Bélgica, caricaturou a pessoa “mais importante da América e do mundo” – Donald Trump – e, com o desenho, arrecadou o primeiro prémio na categoria de Caricatura. No seu trabalho, publicado no website Jyllands-Posten, o presidente dos Estados Unidos da América aparece como um peixe. “É o peixe Trump no oceano, sozinho e na escuridão. Consigo tem apenas um telemóvel de última geração a olhar para ele, é um egoísta”, resumiu o autor.
O cartoonista esteve este ano pela primeira vez nas Caldas, apesar de no ano passado os seus desenhos terem estado expostos no WPC. Para O-Sekoer trata-se de um festival “muito famoso, que conta com trabalhos de caricaturistas de todo o mundo, e também é também muito actual”. Considera que se trata de um evento muito importante a nível internacional, mas também para os cartoonistas, pois possui uma boa representação do trabalho que é feito na imprensa mundial. “Um bom júri, boa organização, tudo muito profissional, dou o primeiro prémio às Caldas da Rainha”, disse o cartoonista que gostou da experiência nas Caldas e que pretende voltar, de férias, no próximo ano. F.F.

 

Endyk, (Holanda)

Endyk (Caricatura) Gazeta das Caldas

“A gala não pode ser maioritariamente falada em português”

Foi com uma caricatura de Trump, com o balão de uma pastilha em destaque, que o holandês Endyk venceu o segundo prémio na categoria de Caricatura. O autor estava satisfeito em ter participado nesta 13ª edição do WPC. O artista que já esteve em 35 países por causa da sua participação em concursos de cartoonista deixou apenas um reparo: “num festival internacional não se pode falar só português. A larga maioria dos cartoonistas não falam a língua portuguesa”, disse em relação ao espectáculo do CCC. Salientou a prestação do grupo internacional que apostou na mímica e lamentou não ter percebido quase nada do que se passou na Língua de Camões. Endyk gostou de tudo o resto o que se relacionou com o WPC mas deixou a nota para próximas galas: “ou se faz uma festa para o publico português ou para os cartoonistas”. O holandês teceu grandes elogios ao catálogo correspondente à 13ª edição. Sobre a manhã passada na Rua das Montras, o artista comentou que “não se percebeu o que era esperado dos cartoonistas”. Em Abril, o artista esteve na Turquia e, ao grupo de cartoonistas onde esteve integrado foi pedido a cada um que durante meia hora explicasse a uma criança (todas falavam inglês) como se faz um cartoon. “Foi muito interessante e eles perceberam. Aqui nas Caldas a sessão foi demasiado livre. Às vezes basta dar um tema”, sugeriu o holandês. N.N.

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Edição #5625

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