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Visabeira ainda “sem calendário definitivo” para arranque do Hotel

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Os Pavilhões do Parque D. Carlos I foram concessionados à Visabeira em 2017

Empresa procura instrumentos de apoio ao investimento

A Visabeira confirmou à Gazeta das Caldas que foram “recentemente” levantados os elementos relativos ao licenciamento para construção do hotel de cinco estrelas nos Pavilhões do Parque. No entanto, “neste momento, não existe ainda um calendário definitivo para o arranque da obra, montante global de investimento ou data de abertura, matérias que apenas poderão ser comunicadas quando o processo estiver totalmente fechado e validado em todas as suas dimensões”, refere Jorge Costa, vice-presidente do Conselho de Administração da Visabeira Turismo, Imobiliária SA.

De acordo com o responsável, desde a aprovação do projeto, em 15 de setembro de 2023 — cuja submissão inicial ocorreu em 2018 — a Visabeira Turismo tem vindo a “avaliar e a trabalhar” na melhor forma de desenvolver o projeto, tendo em consideração o enquadramento patrimonial, urbanístico e funcional do conjunto dos Pavilhões do Parque. Trata-se de um projeto de “elevada complexidade, que ao longo do tempo tem sido objeto de análise e de ajustamentos, de modo a garantir a sua viabilidade, qualidade e adequada integração no contexto envolvente”, concretiza.

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Os Pavilhões do Parque D. Carlos I foram concessionados à Visabeira em 2017, através de um dos concursos públicos do programa Revive e, de acordo com Jorge Costa, desde a génese do projeto que foi previsto o recurso a instrumentos de apoio ao investimento, atenta a sua natureza e enquadramento. No entanto, esse enquadramento está agora a ser novamente avaliado no contexto global do projeto, “atendendo ao decurso do tempo e às alterações que, entretanto, ocorreram nesses instrumentos”, explica.

Relativamente ao investimento avançado inicialmente, de 16, 3 milhões de euros, para a construção da unidade hoteleira, Jorge Costa refere que o “complexo e moroso processo de licenciamento, aliado à necessidade de compatibilizar diversas condicionantes técnicas, legais, financeiras e patrimoniais, explica o desfasamento face às previsões iniciais, estando precisamente esse trabalho de consolidação a ser ultimado”.

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