Quarta-feira, 14 _ Janeiro _ 2026, 17:44
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Marcar e saber (não) sofrer

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Campo da Mata, Caldas da Rainha
Árbitro: André Gralha, Assistentes: Pedro Sousa e Francisco Pereira, AF Santarém

CALDAS                          1
Luís Paulo [3]; Juvenal [4], Militão [4] (C), Rony [4] e Cascão [4]; Simões [4] e André Santos [4] (Marcelo [1] 89); Januário [3] (Cruz [2] 56’), Felipe Ryan [3] e Farinha [3]; João Tarzan [3] (Pedro Emanuel [2] 79’)
Não utilizados: Natalino, Rui Almeida, Bé, Vítor Tarzan
Treinador: José Vala

LUSITÂNIA                    0
Rui Santos; Picanço (C), Alex, Diogo Silva (Cris 82’) e Duarte Cordeiro; Ricky e André Martins (João Silva 64’); Darinho, Ivo Tavares e Miguel Ficher (Pedro Melo 78’); Ruben Rodrigues
Não utilizados: Ricardo Costa, Mont’Alverne
Treinador: Roldão Duarte
Ao intervalo: 1-0
Marcador: João Tarzan (28’)
Disciplina: Amarelo a André Martins (30’), Simões (35’), Picanço (64’), Ivo Tavares (75’), Juvenal (86’), Ricky (87’)

Vitória difícil para o Caldas, que conseguiu marcar na sua melhor fase do jogo e resistiu às mais intensas da equipa açoriana. João Tarzan voltou a ser decisivo com mais um golo, numa partida em que o acerto defensivo foi igualmente fundamental.
Era o Caldas que vinha embalado com a vitória na Taça de Portugal e até foi de André Santos o primeiro remate do jogo, mas foi o Lusitânia que assumiu nos primeiros 10 minutos o comando da partida. Os insulares, que não vencem desde a segunda jornada, eram mais rápidos sobre a bola na zona central e não hesitavam em visar a baliza, embora com pontaria desafinada.
O Caldas foi acertando na zona intermédia e subindo linhas. Com Ryan a assumir preponderância na organização de jogo e no apoio a um trio inspirado (embora mantendo algum desacerto no último passe) os pelicanos tiveram 20 minutos de grande qualidade que culminaram com a obtenção do golo. Tudo começou com uma falta ainda no meio-campo defensivo, André Santos colocou comprido para Farinha, que em esforço fez um passe atrasado para uma finalização de primeira de João Tarzan que surgiu de rompante na área.[showhide]
Com o golo sofrido a equipa de Angra do Heroísmo voltou a crescer, com a permissão do Caldas, que apesar de não conseguir estancar no meio-campo a iniciativa adversária, mantinha os espaços muito bem ocupados no terço de terreno mais recuado. Só de longe, e sem perigo, o Lusitânia conseguia rematar.
Para a segunda parte a postura do Caldas mantinha-se, com um foco muito grande na acção defensiva e tentando aproveitar o balanço ofensivo do adversário para jogar nas transições. Mas se a eficácia defensiva estava no topo, no ataque, as coisas não saíam tão bem, com muitos remates de longe precipitados e um último passe pouco preciso. Na melhor ocasião do segundo tempo para os alvinegros, Cascão cabeceou a rasar o poste na sequência de um livre.
O Lusitânia teve a sua melhor oportunidade ao minuto 70, Luís Paulo negou o golo a Darinho e na recarga Ivo atirou por cima.

MELHOR DO CALDAS

Gazeta das Caldas
Thomas Militão

Militão        4
Numa partida em que o Caldas esteve vários momentos sob fogo intenso os jogadores mais recuados estiveram em plano elevado na protecção à sua baliza e o jovem central foi um pólo aglutinador desse trabalho.

 

 

 

 

 

 

Gazeta das Caldas
Filipe Cascão

Cascão, jogador do Caldas

Vitórias dão confiança

O Lusitânia aposta nas transições e isso tornou o jogo cansativo. Marcámos na primeira parte, depois fizemos o que tínhamos de fazer, defender a nossa baliza com tudo e isso traduziu-se nesta vitória importantíssima. Temos que continuar com esta onda de vitórias que nos tem trazido muita confiança e visibilidade. Todos os jogadores trabalham muito para estar nos convocados e na equipa, não sou excepção, sabia que ia ter esta oportunidade e tentei agarrá-la.

 

José Vala, treinador do Caldas

Três pontos difíceis

Foram três pontos muito difíceis contra uma equipa que entrou melhor que nós nos primeiros 10 minutos e se superiorizou nalgumas fases do jogo. Marcámos na nossa melhor fase. Tentámos rectificar o meio-campo ao intervalo e tivemos o jogo controlado até às substituições do Lusitânia. Também podíamos ter feito o segundo golo, não fizemos.

Roldão Duarte, treinador do Lusitânia

Golo fez a diferença

A minha equipa fez tudo para conseguir um resultado positivo e a diferença esteve no melhor marcador desta série, que fez o golo decisivo.

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Edição #5625

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