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Urgência Pediátrica apetrechada com cabines de duche

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A empresa Barros e Moreira ofereceu três cabines de duche para apetrechar a nova Urgência Pediátrica da unidade caldense do CHO. Com a pandemia a obra parou e será agora feita uma reavaliação das condições para o recomeço dos trabalhos.

A nova Urgência Pediátrica do hospital das Caldas da Rainha já está apetrechada com cabines de duche, uma oferta da empresa Barros e Moreira, situada na zona industrial da Ponte Sêca (Óbidos).
A obra está quase terminada e, com o investimento que o centro hospitalar tem de fazer para se adaptar na resposta à pandemia, o apoio da sociedade civil revela-se uma grande ajuda.
“Estas pequenas obras são relevantes para dar melhores condições de trabalho aos profissionais e doentes”, reconheceu a presidente do CHO, Elsa Baião, durante uma visita às instalações, no passado dia 5 de Maio.
A responsável destacou que a sociedade civil “tem sido incansável” no apoio prestado e que, além de suprir algumas necessidades, é “também uma forma de nos sentirmos mais motivados e ter mais alento para continuar este trabalho”. Já Carlos Barros, administrador da empresa Barros e Moreira, deixou a disponibilidade de continuar a ajudar esta valência, o que poderá concretizar-se agora na oferta de espelhos para as casas de banho.
Embora já estejam a funcionar, as novas instalações da Urgência Pediátrica ainda não estão concluídas, faltando pequenos melhoramentos no sentido de humanizar mais aquele serviço. Por exemplo, logo que abram as fronteiras, está prevista a visita da presidente da Fundação Anouk (Suiça), para iniciar o projecto de pintura nas paredes, tal como fizeram há uma década no serviço de Pediatria deste hospital.
A inauguração das novas urgências chegou a estar prevista para o dia 15 de Maio, mas a pandemia levou à paragem da obra em meados de Março. De acordo com Elsa Baião, reunirão esta semana para decidir se há condições de a retomar.

URGÊNCIAS COM QUEBRA DE 50%

O medo de infecção tem levado a que as pessoas evitem idas às urgências do hospital. No caso da unidade caldense, a redução andará na ordem dos 50%, estima a presidente do conselho de administração. Elsa Baião mostra-se preocupada com a situação, destacando que este “número é superior aos doentes triados como verdes e azuis (doentes não urgentes), que não teriam que cá vir, ou seja, há doentes urgentes que não têm vindo”.
Também a directora do serviço de Pediatria, Luísa Preto, dá nota desta diminuição, colocando a possibilidade de haver “doenças graves que estejam a protelar-se por esse medo de vir ao serviço de urgência ou ao hospital quando é necessário”. A médica aconselha as pessoas a dirigirem-se hospital, que possui circuitos e medidas de protecção definidos. Recomenda o uso de máscaras e realça que a criança tem direito a um acompanhante, que deverá ser sempre o mesmo, por questões de saúde.
“Costumamos ter uma média de 120 bebés, crianças e jovens por dia, durante o ano inteiro, enquanto que agora recebemos 10 a 15 crianças por dia, é uma diminuição drástica”, considera a responsável, acrescentando que o serviço está a funcionar normalmente.

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Edição #5626

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