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Consultas e vacinas do Centro de Saúde das Caldas são dadas na Foz do Arelho

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Há consultas e vacinação que eram habitualmente dadas no Centro de Saúde das Caldas e que agora passaram a decorrer na unidade de saúde da Foz do Arelho. O atendimento aos doentes com Covid-19, que decorre no UCSP da cidade, vai passar para uma zona anexa ao edifício, de modo a permitir regularizar os seus serviços de saúde aos seus utentes.

As consultas de Saúde Infantil, Saúde Materna e de vacinação, que deveriam estar a decorrer na Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (antigo Centro de Saúde) das Caldas da Rainha, estão a realizar-se no Centro de Saúde na Foz do Arelho.
“As consultas são agendadas com os utentes que se dirigem ao Centro de Saúde da Foz apenas à hora das consultas ou da marcação das vacinas”, disse Ana Pisco, a directora-executiva do ACES Oeste Norte à Gazeta das Caldas.
O espaço da UCSP das Caldas é por agora comum aqueles serviços e ao novo ADC – Comunidade para Avaliação e Tratamento de Doentes COVID -19, o que podia estar a inibir alguns utentes de se dirigir àquela unidade de saúde. “Entendo que alguns pais tenham receio de levar os filhos ao mesmo espaço, mas recordo que há vacinação que é obrigatória que não deve ser adiada e que deve ser dada entre o primeiro e o segundo ano de vida”, referiu a médica.
As consultas com as grávidas e as de Saúde Infantil estão a realizar-se às terças e quintas-feiras no Centro de Saúde da Foz do Arelho apenas em consultas pré-marcadas. Os pacientes deverão dirigir-se àquele espaço apenas à hora marcada previamente pelos serviços de saúde.
Estas consultas vão decorrer na Foz do Arelho durante pelo menos durante Maio e possivelmente até meio de Junho. A médica, que habitualmente trabalha naquela freguesia, encontra-se de licença de maternidade, explicou Ana Pisco.
A directora-executiva diz que há nas Caldas “uma óptima taxa de vacinação na ordem dos 95%, o que nos deixa confortáveis em relação à imunidade da comunidade”. E se em relação aos residentes há boas taxas de defesa em relação a várias doenças “há algumas comunidades de imigrantes e de refugiados, oriundas de países onde há várias vacinas que não são obrigatórias”, o que “obriga a atenção reforçada”, afirmou a responsável em relação ao sarampo e que é alias alvo de alerta anual da DGS.
Muitas destas comunidades dedicam-e ao trabalho temporário e estão por norma ligadas ao trabalho agrícola, circulando por todo o país, consoante as colheitas sazonais. Se for necessário, a médica não exclui a hipótese de desencadear campanhas de esclarecimento junto daquelas comunidades.
Entretanto, o novo ADC que faz o atendimento aos doentes de Covid-19, e de acordo também com a autarquia caldense, vai passar para uma estrutura anexa ao edifício do edifício do Centro Saúde. “Esta terá melhores condições e vai permitir que o UCSP volte ao regular funcionamento”, disse Ana Pisco, acrescentando que têm sido atendidos por dia, em média, 20 pessoas. A equipa inicial – três médicos, um enfermeiro, um assistente técnico e um assistente operacional – será reduzida, pois “não se justificam três profissionais de saúde para o número de pacientes”, rematou a directora.

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Edição #5626

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