
Fernando Costa, que foi presidente da Câmara das Caldas durante 28 anos (sete mandatos), não foi um dos condecorados. O autarca sempre foi um cavaquista convicto, tendo sido sua a ideia de chamar “Variante Cavaco Silva” ao troço inicial da A8 que circundava a cidade.
De acordo com uma nota divulgada na página da Presidência da República na internet, Cavaco Silva agraciou estes antigos presidentes de Câmara “como reconhecimento do papel insubstituível” dos autarcas portugueses para o desenvolvimento do país e para o reforço da coesão territorial.
“As autarquias afirmaram-se como agentes económicos do país”, disse na cerimónia, referindo-se ao trabalho feito na área económica, social, ambiental ou turística. Para Cavaco Silva, os autarcas, com o seu trabalho, permitiram que o país avançasse para uma nova fase da descentralização de competências e demonstrando que a proximidade “permite decisões mais acertadas”.
Segundo apurámos a distinção de Francisco Coutinho por Cavaco Silva, mais de 25 anos depois de ter sido autarca, deve-se ao facto de em 1985 ter participado activamente na organização das Comemorações dos 600 anos da Batalha de Aljubarrota e, na altura, apenas o presidente da comissão haver sido distinguido.
F.F.






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