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Banco Alimentar do Oeste recebe mais pedidos de auxílio

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A entidade recebe diariamente cerca de 30 pedidos de ajuda de famílias, a que se junta a Rede de Emergência. Instituição está a caminhar para a ruptura de stock em alguns alimentos.

Antes da pandemia, o Banco Alimentar do Oeste (BAO) distribuía mensalmente alimentos para apoiar 9641 pessoas dos oito concelhos da área de abrangência, em articulação com outras 61 instituições. Mas nos últimos meses esta situação alterou-se “drasticamente”, com a instituição a receber diariamente cerca de 10 pedidos de ajuda de famílias do concelho das Caldas e cerca de 30 no total da região.
Para além destes pedidos, que o BAO reencaminha para as instituições com quem colabora, a Rede de Emergência (que funciona a nível nacional), também lhes reencaminhou, até ao início desta semana, 161 famílias, num total de 637 pessoas. “Estas pessoas recebem ajuda das instituições incluídas na Rede, que se pretende que seja limitada no tempo mas que durará até que as respostas sociais sejam novamente capazes de responder a todas as situações”, explica Patrícia Morgado, da equipa do BAO, à Gazeta das Caldas.
De acordo com esta responsável, estas famílias não precisavam de ajuda anteriormente mas viram-se, de repente, em situações em que os “seus rendimentos se tornaram nulos, por terem que fechar os seus pequenos negócios, terem perdido os seus empregos ou não poderem exercer as suas profissões”.
Para ajudar na resposta a um número crescente de pedidos de ajuda, o Banco Alimentar do Oeste tem recebido doações de produtos frescos da distribuição, indústria, supermercados e de particulares, e alguns donativos de empresas e particulares. Contudo, e de acordo com Patrícia Morgado, a principal preocupação prende-se com o facto de ter sido “imperativo” cancelar a próxima campanha nacional de recolha de alimentos nos supermercados, que normalmente se realiza no final do mês de Maio. É com essas campanhas que obtêm os produtos secos de que necessitam para os cabazes mensais.
“Neste momento, caminhamos para a ruptura de stock e há alimentos de que já não dispomos para elaborar os cabazes do próximo mês de Junho, nomeadamente massa, açúcar, farinha, azeite cereais e bolachas”, alerta.
As ajudas são todas necessárias e podem chegar através de produtos ou donativos monetários para que os possam adquirir. Os interessados em apoiar esta instituição poderão fazê-lo através do https://www.bancoalimentar.pt/faca-um-donativo, IBAN: PT50 0045 5130 4020 4502 1230, https://www.alimentestaideia.pt, ou entrega de produtos nas suas instalações, nos armazéns da REFER, junto à estação dos comboios, nas Caldas da Rainha. O BAO abrange os concelhos da Nazaré, Alcobaça, Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche, Bombarral, Cadaval e Lourinhã.

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Edição #5626

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