
Adriana Ferreira
Social Media Manager @ Dois Meios
Vivemos num mundo em constante mudança e cheio de ruído, onde todos os dias somos expostos a informação, campanhas e anúncios, o que leva o consumidor a tornar-se cada vez mais seletivo com os conteúdos a que vai dedicar a sua atenção. E isso acontece em todos os formatos; da televisão, ao print, sem esquecer as redes socais os grandes pontos de encontro dos nossos dias. E aqui importa lembrar: as redes sociais não são montras digitais, não são catálogos, são o lugar onde as pessoas vão para se informarem, para aprenderem algo novo e, principalmente, para se entreterem.
E é precisamente isso que as histórias fazem desde sempre, elas cumprem três funções essenciais: informam, educam e entretém, de uma forma natural, que ajuda as pessoas a consumir conteúdo e a fixar ideias. Da história da Carochinha aos grandes filmes de Hollywood, todas as histórias bem contadas cumprem este propósito.
As grandes marcas conhecem o poder de uma boa história e usam-no a seu favor para se instalarem no top of mind das pessoas. Mas qualquer marca, independentemente da sua dimensão ou longevidade, tem muito que contar. Basta-lhe reconhecer isso e usá-lo a seu favor.
Vamos a exemplos práticos:
– Um restaurante pode contar a história de quem o fundou, das receitas que passam de geração em geração, daqueles clientes que já fazem “parte da mobília”, dos fornecedores locais e da origem dos ingredientes;
– Uma loja não precisa de falar de preços ou novidades, basta mostrar o dia a dia da equipa, contar como foi o processo de seleção para a nova coleção, como foi produzido determinado produto;
– Uma farmácia pode ir além da promoção de produtos, pode explicar a importância de determinados serviços, como mudou a forma de atender o público ao longo dos anos, falar de boas práticas de saúde e o impacto que esses hábitos têm nas pessoas;
– Uma empresa de construção pode mostrar os seus processos, o dia a dia nas obras, os desafios enfrentados e superados, testemunhos e histórias de clientes que viram o seu espaço ganhar uma nova vida graças ao trabalho da equipa.
Meia dúzia de exemplos simples que humanizam o negócio, que educam e entretém o público e que têm um verdadeiro impacto nas escolhas das pessoas.
No fundo, tudo é passível de se transformar numa boa história. O que muda é a forma como ela é contada.
Por isso, pare , olhe para a sua marca e pergunte-se:
“Qual é a minha história e como a posso partilhar?”
Acredite, vai fazer diferença.











