Maria da Paciência habituou-se a ver diariamente a ministra Marta Temido na televisão, num lugar que provavelmente ninguém desejava e confessa que lhe agrada ver uma mulher a exercer um cargo de liderança e ainda para mais, tão exigente, como este se tornou em tempos de pandemia. E se havia dias em que as notícias eram animadoras, outros houve em que a situação era grave e, não obstante, ela estava lá, arcando com críticas, algumas de rara violência. Mas outros rostos femininos assumem papel de destaque quando se fala na gestão de políticas sanitárias, desde logo, o de Ursula Von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, ou a primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, que é aplaudida internacionalmente pelas suas bem sucedidas políticas no controle da propagação da pandemia. E estes são apenas alguns exemplos da liderança no feminino que deixam este símbolo bordaliano, companheira solidária do Zé Povinho, satisfeita com o seu género. ■











