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‘Mulher Cidade’ de C’Marie

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Descrição

C’Marie é Constança Bettencourt (n. 1992), uma artista plástica portuguesa, cuja expressão alterna entre diferentes medidas e técnicas; do desenho à escultura, à pintura de murais, ilustração digital e tatuagem. A sua identidade visual centra-se em rostos, expressões e gestos, assumindo e mantendo os traços iniciais da construção gráfica e as linhas exploratórias. Sempre que possível, trabalha com as comunidades, acreditando que a experiencia dos envolvidos democratiza o conceito da Arte e acrescenta valor ao produto final. Licenciou-se em Escultura pela FBAUL, integrou o programa Erasmus em Escultura, na Accademia di Belle Arti, Florença e é mestre em Artes Plásticas pela ESAD.CR. Estudou Canto Lírico na Escola Artística de Música do Conservatório.

Sinopse da Peça
“Mulher cidade”, 2025, Ilustração digital por c’marie

“Mulher cidade”, é uma ode à incontornável memória da Rainha Visionária que fundou as Caldas da Rainha. Nesta ilustração contemporânea, que mimetiza traços clássicos, emerge a figura imponente de D. Leonor, com um olhar firme e sereno, simbolizando não apenas a nobreza do seu espirito, mas também a força e determinação das mulheres que moldaram a história de Portugal. Como pano de fundo, uma antiga edição da Gazeta das Caldas – um jornal histórico da cidade, carregado de testemunhos do quotidiano local ao longo do tempo, que resgata o gesto de memória coletiva.

Ao sobrepor a figura de D. Leonor a este pano de fundo impresso, a obra estabelece uma ponte visual e simbólica entre origem e presente, entre figura fundadora e o registo da história. D. Leonor, ergue-se aqui não só como personagem histórica, mas como um símbolo vivo que continua a habitar o imaginário da cidade. A Gazeta, enquanto veículo de notícia e memória escrita, transforma o retrato numa espécie de janela no tempo, onde o passado é relido à luz do presente. Assim, esta obra não é apenas um retrato – é um gesto de reencontro com as raízes. D Leonor surge entre linhas de jornal como se fosse também ela noticia viva, impressa na memória da cidade que viu nascer. Através desta sobreposição entre retrato e imprensa, a obra celebra a origem da cidade como um legado vivo, onde passado e presente se cruzam num diálogo contínuo.

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