
Leopoldo de Almeida foi um dos nomes mais importantes da escultura do seu tempo e que, mesmo ligado de forma muito próxima ao anterior regime, é ainda hoje admirado pelos seus alunos, mesmo por aqueles que eram da oposição.
Para fazer o tratamento necessário nas obras artísticas que serão expostas, foi convidada a caldense-obidense Arlinda Ribeiro, que fez a sua formação em Conservação e Restauro em Inglaterra e que nos últimos anos tem desenvolvido essa actividade um pouco por todo o país.
Foi um trabalho de vários meses, com vista a dar vida e a recuperar as obras que estiveram guardadas em locais menos próprios desde a morte do seu autor em 1975 e que se degradaram com o tempo.
Os visitantes irão apreciar a partir de agora os trabalhos que um dos mais importantes mestres da estatuária oficial fez durante grande parte do século passado e onde vão encontrar esboços, maquetes e obras que são conhecidas de muitos, como o Padrão dos Descobrimentos em Lisboa, o monumento a Calouste Gulbenkian dos jardins da Fundação, os reis de Portugal no Campo Grande, bem como inúmeras estátuas equestres que se encontram no país.
A qualidade da apresentação vai dever-se à conservadora restauradora Arlinda Ribeiro que Zé Povinho destaca nesta edição e que é merecedora pelo sua persistência e meticulosidade.

Motivo: não conformidades detectadas pelo Infarmed aquando da realização de inspecções.
E durante estes 12 meses o que fez o Conselho de Administração do CHO?
Procurou resolver as não conformidades da farmácia das Caldas?
Preparou um projecto para remodelar a farmácia do hospital caldense por forma a poder preparar os citotóxicos?
Reuniu com a tutela no sentido de obter financiamento para este importante investimento?
Preocupou-se em verificar se a farmácia do hospital de Torres Vedras teria as mesmas não conformidades da do hospital das Caldas da Rainha?
Antecipou que podia acontecer em Torres o mesmo que aconteceu nas Caldas?
Deu de barato que isto dos citotóxicos pode deixar de ser uma valência do próprio CHO podendo este ser abastecido por outros hospitais?
E explicou tudo isto às populações, aos autarcas, aos doentes, à comunicação social, num elementar exercício de cidadania, responsabilidade social e de gestão da coisa pública?
Para Zé Povinho, talvez todas estas perguntas se possam resumir numa única resposta. Aquela que a administração do CHO deu à Gazeta das Caldas sobre por que motivo não foram feitas obras na farmácia do hospital caldense: “os investimentos necessários ainda não estão quantificados”.
Um ano depois!
A Dra. Ana Harfouche, presidente do Conselho de Administração do CHO, já pensou em colocar o seu lugar à disposição?







